Saiba como foram as lutas do card principal do UFC Brasília

Foto: Reprodução/Twitter Thiago Marreta

O UFC de Brasília, do dia 24, não teve nem uma luta sem a presença de um brasileiro, seja no card preliminar ou no principal. E depois de um card preliminar empolgante, o card principal prometia muito, com lutas importantes para os brasileiros.

Na primeira luta do card principal, pelo peso-pena, Godofredo Pepey venceu Mike de La Torre por nocaute. Pepey chegou partindo pra cima, mas de La Torre reagiu, levando a luta para uma trocação intensa. Pepey fez pressão com muitos socos e algumas joelhadas, mas tentou o tempo todo levar a luta para o chão. Antes do fim do primeiro round, Pepey ainda teve tempo de tentar o estrangulamento duas vezes e de La Torre escapou, mas na terceira não teve jeito, Pepey acertou o braço e de La Torre bateu, indicando a vitória de Pepey por nocaute.

Na segunda luta, pelo peso-medio, Thiago Marreta entrou como favorito, tendo vencido 4 das últimas 5 lutas. Porém não foi bem assim. O brasileiro, na verdade, praticamente não apareceu. Eric Spicely levou a luta pro chão e tentou, sem sucesso, uma chave de braço. Spicely se prendeu nas costas de Marreta, que acabou deixando o pescoço e entregou o nocaute a Spicely logo no primeiro round.

A terceira luta do card principal parecia morna mas terminou intensa. Pelo peso-leve, Francisco Massaranduba venceu Paul Felder por nocaute técnico em uma luta difícil. Massaranduba tentou partir pra cima, mas Felder se defendeu bem e aplicou bons contragolpes. A luta foi pro chão e Massaranduba começou a fazer mais pressão. A luta foi para a grade, ficou agarrada, mas no segundo round Massaranduba abriu o rosto de Felder. O ferimento fez a federação informar que Felder não tinha condições de continuar a luta e decretou a vitória de Massaranduba por nocaute técnico. No final, Massaranduba fez uma declaração emocionante, dizendo que não aceitava que ninguém tirasse o sonho de uma criança. Ele disse ainda que abriria uma academia em que nenhuma criança da periferia pagaria para treinar.



Amo escrever e entrei no Jornalismo desde o início com a intenção de fazer esporte e levar a presença feminina para um meio tão masculino. Amo futebol mas descobri nos últimos anos um amor enorme pelas lutas.