Amigos e familiares se despedem de Carlos Alberto Torres

caju fala de capita devia ter levado cunha
Crédito da imagem: Rafael Ribeiro / CBF

Eternizado como capitão da seleção brasileira pelo tricampeonato mundial em 1970, Carlos Alberto Torres morreu nesta terça (25) no Rio de Janeiro. Ele será enterrado nesta manhã no Cemitério de Irajá, zona norte da cidade.

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Aos 72 anos, Carlos Alberto Torres sofreu infarto em casa e foi encaminhado ao hospital, mas já estava com parada cardiorrespiratória e não foi possível reanimá-lo. O Torcedores.com conversou algumas personalidades do esporte presentes no velório realizado na terça (25) na sede da CBF na Barra da Tijuca, zona oeste do Rio de Janeiro. Acompanhe os depoimentos a seguir.

Mauro Galvão, ex-zagueiro
“Semana passada encontrei a gente se encontrou no shopping e tomamos um café. Quando você está doente no hospital é uma coisa, mas assim realmente não esperava. Ele foi um dos melhores laterais que já vi. Foi importante por todos clubes que passou e representou muito bem o país tanto na seleção brasileira quanto no Cosmos. Toda homenagem é justa. Ele deixa um legado super importante porque conseguiu circular por praticamente todas as áreas do futebol: jogou bem tanto de lateral como zagueiro, atuou como treinador, dirigente e comentarista. Foi um grande exemplo para todos. Joguei com o filho dele, Alexandre Torres, no Vasco”

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Zé Ricardo, técnico do Flamengo
“Não o conhecia pessoalmente, mas por toda representatividade que ele tem no futebol mundial penso que é o melhor jogador que personificou o título de capitão e entra para história como um dos melhores de todos os tempos. Toda liderança que ele exerceu em uma das equipes mais talentosas como a seleção de 70. Além disso, recentemente ele demonstrou um carinho pelo atual momento do Flamengo, acompanhava os comentários que ele vinha fazendo. É uma perda muito grande”