Caju desabafa no enterro do Capita: “Não sei porque Deus não levou o Cunha”

caju fala de capita devia ter levado cunha
Paulo César Caju - Reprodução/Twitter

Nesta quarta-feira (26), amigos e familiares puderam dar o último adeus ao Capita do Tri, Carlos Alberto Torres. Na despedida, Paulo Cézar Caju desabafou sobre seu sentimento.

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No cemitério, Caju falou o que estava sentindo sobre a morte de Capita, ao jornal Extra:

É uma grande perda para nós. Sentiremos muita falta. Não sei por que Papai do Céu faz isso, tem tanta gente ruim para ele levar, mas prefere levar os bons. Não sei por que Deus não leva o Cunha (Eduardo Cunha, ex-deputado federal), o Renan Calheiros (presidente do senado).

 

Carlos Alberto Torres, ex-lateral-direito, tricampeão mundial pela seleção brasileira, em 1970. faleceu início da tarde da terça-feira (25), no Rio de Janeiro, morreu o Ele foi vítima de um infarto fulminante. De acordo com a TV Globo, o Capita estava em sua residência ao lado do amigo Ricardo Rocha quando se sentiu mal, chegou a ser encaminhado ao hospital, mas não resistiu.

Caju que costuma dar declarações polêmicas finalizou falando da relação que tinham: “Sempre foi um grande companheiro. Era uma referência. Fizemos uma amizade grande, nos encontramos pela última vez em agosto e sempre foi muito bom estar com ele”.

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Crédito da imagem: Rafael Ribeiro / CBF

O do ex-jogador de 72 anos, foi enterrado no fim da manhã desta quarta-feira (26) no cemitério do Irajá, na zona norte do Rio de Janeiro. Com passagens pelo Botafogo, Santos e Fluminense, o “Capita” é um dos ex-jogadores mais respeitados principalmente por ter sido o líder da histórica seleção de 1970, que contava com Pelé, Gérson, Tostão, entre outros.  Ficou marcado por ser um ótimo líder como elogiava seus companheiros de equipe.

Além disso, foi Carlos Alberto o primeiro capitão a erguer a taça sobre a cabeça, gesto que hoje é feito por todos os jogadores que tem a oportunidade.



Formada em jornalismo pelo Mackenzie, demorei anos para perceber que dá, sim, para ir atrás dos sonhos e trabalhar com o que se gosta: o esporte. Hoje me divido entre o esporte e a política. Nunca vou me conformar com os que dizem: "É só futebol.."