Jô compara 7 a 1 a derrota para o Raja Casablanca e afirma: “Faltou preparação”

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Enquanto treina no CT do Atlético-MG na Cidade do Galo, em Vespasiano, Jô aguarda uma nova oportunidade na carreira. Hoje com 29 anos, o atacante revelado pelas categorias de base do Corinthians, viveu as maiores alegrias em outro alvinegro, o de Belo Horizonte. Campeão Mineiro por duas vezes, da Libertadores da América, Recopa Sul-Americana e da Copa do Brasil o fez, inclusive, chegar a Seleção Brasileira. No entanto, talvez tenha sido vestindo a amarelinha e o branco e preto atleticano que Jô passou por suas maiores decepções futebolísticas.

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Em 2013, após a conquista da Taça Libertadores da América, o ápice para o clube mineiro seria erguer a taça do Mundial de Clubes, na ocasião, disputado no Marrocos. Porém, alguns problemas acabaram impedindo o sonho atleticano. Segundo o próprio Jô, a preparação para o torneio não foi adequada.

Além disso, o jogador faz uma comparação com a sofrida derrotada para a Alemanha na Copa de 2014, quando caímos por 7 a 1. , que era reserva imediato de Fred, diz que o grupo deu uma “relaxada”.

Já se passaram dois anos. Acho que um pequeno detalhe explica. Talvez, para aquele jogo, a preparação foi diferente. Viemos de dois jogos muito difíceis, contra Chile e Colômbia. Foi uma guerra. Passamos pelos dois e pensamos que pegaríamos um país mais frio e com menos guerra em campo. Demos uma relaxada. Faltou preparação, assim como aconteceu com a gente no Galo após ganhar a Libertadores. Já estávamos pensando no Bayern. Não nos preparamos o ideal. Frustrou nossos planos. Eu tinha uma proposta oficial do Borussia Dortmund, mas o presidente me pediu para esperar, já que valorizaria após a Copa do Mundo. Não aconteceu. Fui para Dubai, onde me espiritualizei”, destacou Jô em entrevista ao Hoje em dia.

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