A “Síndrome de Amarilla” Corinthians vive drama em mata-matas desde 2013

Reprodução site oficial do Corinthians

As competições no modelo mata-mata vêm trazendo cada vez mais dor de cabeça para o Corinthians. Desde o jogo contra o Boca Juniors no ano de 2013, o time os corintianos acumulam 11 eliminações contando Campeonato Paulista, Copa do Brasil e Taça Libertadores da América.

Antes desta baixa, muito contestada inclusive pelo até então técnico Tite, a equipe no ano anterior havia conquistado a Taça Libertadores da América diante do próprio time argentino, o Campeonato mundial passando pelo Chelsea da Inglaterra, e no ano de 2013 levou o Campeonato Paulista em cima do Santos, que tentava mais um título na competição e a Recopa Sulamericana diante do arqui rival São Paulo.

ELIMINAÇÕES DO CORINTHIANS

O primeiro revés alvinegro aconteceu diante do Grêmio, partida em que o atacante Alexandre Pato tirou a paciência tanto dos torcedores, como dos jogadores, após um pênalti batido com displicência na tentativa da cavadinha. Além de ter errado na hora de chutar, tinha à sua frente o experiente goleiro Dida, que era goleiro da equipe tricolor na ocasião e pegou o pênalti que garantiu a classificação gremista para a próxima fase da competição.

No ano seguinte, disputando o campeonato Paulista uma eliminação precoce após um empate sem gols contra o time da Penapolense, este resultado que era favorável para a classificação da equipe de Penápolis. No mesmo ano, sob o comando de Mano Menezes, mais uma desqualificação no campeonato nacional mata-mata, desta vez o adversário era o Atlético Mineiro, partida que ficou conhecida pela “dança da vitória”; no primeiro jogo a equipe alvinegra abriu 2×0 jogando em seus domínios, porém no jogo de volta em Minas após abrir 1×0 e deixar o torcedor confiante na classificação, uma virada histórica, em um jogo onde o meia-atacante Guilherme, atualmente na equipe paulista brilhou com dois gols.

Em 2015 o ano iniciou-se com uma eliminação nas semi-finais do campeonato local contra o arqui-rival Palmeiras, nos pênaltis, e pior, invicto na competição. E eliminações posteriores, na libertadores a vexatória para o então desconhecido time do Guarany-Par, onde perdeu os dois jogos, e na copa do Brasil para o Santos, novamente com dois resultados adversos.

Jogadores do Cruzeiro comemoram gol contra o Corinthians (reprodução R7)

Nesta temporada, novamente desclassificações nas mesmas competições; primeiro para o Audax, time revelação do Campeonato Paulista; depois na Taça Libertadores, diante do Nacional-URU, e mais recentemente o Cruzeiro, após abrir 2×1 em São Paulo, a equipe foi derrotada no Mineirão por 4×2, com muita reclamação para cima da Arbitragem.

Contudo, o que acontece com o Coringão? Em pontos corridos a equipe tem um aproveitamento muito superior às eliminatórias, sempre briga na parte de cima da tabela e tem um aproveitamento extraordinário em sua arena. Será que o fantasma “Amarilla” assombra o time até os dias de hoje? Por que o time não consegue converter o aproveitamento dos pontos corridos?