Esperança de título: Flamengo teve reta final de 1º turno melhor que Palmeiras e Santos

Flamengo
Gilvan de Souza/Flamengo

A conta é simples: o Flamengo precisa ter 100% de aproveitamento para ainda se manter com esperanças de título do Campeonato Brasileiro. Após os empates contra Corinthians, Atlético-MG e Botafogo, além da derrota para o Internacional, o time de Zé Ricardo se distanciou do líder Palmeiras e, ainda por cima, foi ultrapassado pelo Santos na tabela. Assim, o Rubro-Negro terá que repetir o que aconteceu na reta final do primeiro turno – ser o melhor do G-3, e de maneira mais acintosa agora.

LEIA TAMBÉM:
Destaque do Flamengo, Willian Arão quebra marca dos 100 desarmes no Brasileirão
Projeção: vantagem do Palmeiras para o Flamengo tende a diminuir na próxima rodada

Ainda na briga pelo título, Flamengo assegura vaga para a Libertadores de 2017

Nas últimas quatro rodadas do primeiro turno, o Flamengo fez 10 de 12 pontos possíveis e começou ali a perseguição ao líder Palmeiras, que, por sua vez, teve seu pior rendimento em toda competição. Entre a 16a e a 19a rodadas, o Verdão só somou quatro pontos. Já o Santos, hoje segundo colocado, assinalou sete pontos, só que amargou uma derrota para o lanterna América-MG.

PONTUAÇÃO NAS ÚLTIMAS QUATRO RODADAS DO 1º TURNO
Palmeiras – 4 de 12 pontos (1v, 1e e 2d)
Santos – 7 de 12 pontos (2v, 1e e 1d)
Flamengo – 10 de 12 pontos (3v e 1e)

Se os desempenhos se repetissem nessa parte final de Brasileiro, ainda assim o Flamengo ficaria a um ponto do Palmeiras, por isso precisa fazer 12 pontos possíveis para pressionar o líder do campeonato. Mas você deve pensar: e o Santos?

O Flamengo tem um confronto direto com o Santos pela penúltima rodada, no Maracanã, e se mantiver os 100% de aproveitamento – vencendo obviamente o adversário -, passará o Peixe na classificação. Se fizer 12 pontos, a equipe de Zé Ricardo precisará torcer para que o Palmeiras faça, no máximo, cinco pontos nessas quatro últimas rodadas para ficar com o heptacampeonato nacional.



Esportista de hobby, mas jornalista de profissão. Trabalhou como repórter do O Estado de S. Paulo, Revista TÊNIS. Tênis Virtual e CurtaTÊNIS em coberturas nacionais e internacionais de grandes eventos.