Woodley comenta declarações racistas antes do UFC 205

Reprodução/Facebook Oficial do UFC

Atual campeão dos meio-médios do UFC, Tyron Woodley defenderá seu cinturão pela primeira vez no UFC 205, sábado (12) diante de Stephen Thompson. O lutador espera consolidar a boa fase com a manutenção de seu título e, além disso, calar críticos que tem usado até de declarações racistas contra ‘The Chosen One’.

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Em seu podcast, Morning Wood with Deez Nuts, Woodley comentou várias declarações com tons de racismo que sofreu nas últimas semanas, em especial por ter recusado-se a uma luta contra Thompson, preferindo até mesmo enfrentar o ex-campeão Georges St-Pierre.

Posso dizer que, pela minha experiência, as últimas semanas da minha vida foram as piores que eu esperava. Já vi muita gente dizer que estou com medo de tal lutador, que eu deveria perder meu cinturão. Vi pessoas me chamarem de macaco e outras coisas racistas. Elas perdem seu dia sendo negativas“, declarou o campeão dos meio-médios do Ultimate.

Depois de vencer Robbie Lawler no UFC 201 e ganhar o título da categoria, ‘The Chosen One’  admitiu que procurava as chamadas ‘money fights’ contra GSP ou Nick Diaz e não quis inicialmente enfrentar ‘Wonderboy’, primeiro do ranking meio-médio. Ao fracassar em sua tentativa de um duelo mais lucrativo para si, acertou a luta contra seu atual desafiante no UFC 205.

“A mesma coisa que eu falo já foi falada por outros lutadores não afro-americanos e foi tudo bem. Michael Bisping lutou contra o cara que estava em 12º ou 13º do ranking dos médios. Amo o Dan Henderson,  mas essa luta fazia sentido no quê? Porque o Bisping queria a luta e ela lhe daria dinheiro. Mas se eu pedir a mesma coisa é um problema. Não é culpa do UFC, mas de um mercado não explorado“, declarou Woodley.

 

(Crédito da foto: Reprodução/Facebook Oficial do UFC)