Raio X: Os piores momentos do São Paulo em 2016

Michel Bastos foi alvo dá torcida durante toda a temporada. E derrota pro Juventude no Morumbi foi um dos piores vexames

O ano de 2016 foi um tanto que pavoroso pro torcedor do São Paulo. Numa rápida retrospectiva, envolvendo prós e contras fica fácil de separar as ordens. No campeonato Paulista o time que começou o ano comandado por Edgardo Baixa, hoje “ciscando” na seleção argentina, teve autos e baixos, se classificou pra fase seguinte onde acabou sendo goleado pela sensação Osasco Audax, que acabaria com o vice campeonato.

Simultâneo com o Paulista, o time iniciou a disputa dá Pré Libertadores e respectivamente dá fase de grupos ao eliminar meio que em cima dá hora o Universitário do Peru. Enquanto a fase de grupos se encaminhava o tricolor acumulava vexames, como perder para o The Strongest na abertura dá fase grupos no Pacaembu. O que se viu no decorrer dá competição foi um time fraco tecnicamente, que dependia muito dá boa fase inicial de PH Ganso e do argentino Calleri, que em pouco tempo de casa se tornou idolo do clube.

Classificado à próxima fase fase dá Libertadores na última rodada, o São Paulo adotou um espírito guerreiro, eliminando Toluca, Atlético Mineiro e parando nas semifinais contra o então campeão Atlético de Nacional. A eliminação na semifinal não foi tão sofrida devido às circunstâncias do clube no ano e juntamente com o futebol apresentado no Campeonato Brasileiro. A realidade voltou à tona, na Copa do Brasil eliminação pro Juventude – RS com derrota no morumbi.

Enquanto isso no Brasileiro, declínio total, time beirando a zona de rebaixamento, aproveito inferior à 20% em clássicos, e gestão afundada em crises. Resultado esse que culminou em sérias chances de rebaixamento desse ano. Ainda teve a primeira transferência internacional de PH Ganso, invasão das organizadas ao CT Barra funda, agressão à jogadores, torcida pedindo a cabeça de Michel Bastos e derrotas e mais derrotas. O peruano Cueva chegou, jogou, brilhou e amenizou um pouco a real situação, o time continuou oscilando mais conseguiu se afastar dá zona de perigo. Algo que é muito pouco perto das tradições tricolores, porém foi muito comemorado.

Balanço final dá temporada foi o pior em números, totalizando 26 vitórias, 26 derrotas e 18 empates. Foram 4 técnicos, sendo dois interinos. Pro ano de 2017 o ídolo Rogério Ceni retorna à casa. A torcida são paulina confia numa exibição muito acima do que demostrada esse ano.



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