Destaque no Bragantino, goleiro relembra início de carreira no Atlético-PR: “Devo muito ao clube”

Crédito da foto: Divulgação/Bragantino

Um dos principais nomes do Bragantino em 2017 até o momento na disputa da A-2 do Paulistão é o experiente goleiro Renan Rocha, de 30 anos, que busca junto ao tradicional clube paulista o retorno à Série A-1 do campeonato estadual.

Porém sabe que a missão é árdua. “Em casa não estamos tendo um bom desempenho, isso é o que mais tem pesado na nossa colocação dentro do campeonato”, declarou ao Torcedores.com, sobre a até então quinta colocação do Massa Bruta, com 26 pontos – hoje fora da zona de classificação às semifinais.

VEJA MAIS
GOLEIRO DO BRAGANTINO REVELA “GOSTO ESPECIAL” EM ENFRENTAR TIME DE SUA CIDADE

Revelado pelo Atlético-PR, onde permaneceu por 11 anos, entre time de base e profissional, Rocha guarda carinho pelo Furacão. “Devo minha vida profissional muito ao Atlético, tenho um carinho enorme por ele e por Curitiba que me acolheu de braços abertos onde pude conviver 11 anos”, conta.

Sobre uma possível volta no futuro, se põe à disposição para, quem sabe, encerrar a carreira. “Com certeza (voltaria), por ser um clube de ponta, por amigos que ainda tenho dentro do clube, pelo carinho dos torcedores que recebo até hoje nas minhas redes sociais”, afirma o atual camisa 1 do Braga.

Além de Atlético-PR e Bragantino, Renan Rocha também rodou por Botafogo-SP, São Caetano e América-RN.

Veja a entrevista completa com Renan Rocha abaixo:

Torcedores.com – Quais as principais dificuldades que o Bragantino vem enfrentando na A-2 até agora?

Renan Rocha – O campeonato está muito equilibrado, acho que as dificuldades aparecem em todos os jogos de maneira diferente. Há jogos em que o gramado atrapalha um pouco por nosso time ter um bom toque de bola. Em casa não estamos tendo um bom desempenho, isso é o que mais tem pesado na nossa colocação dentro do campeonato.

T.com – O Bragantino começou muito bem a A-2 e caiu um pouco de rendimento agora. Considera essa queda de rendimento normal nessa etapa da competição?

RR – Nós tivemos um começo muito bom, e na verdade até não esperado. Mantivemos sempre fazendo bons jogos, mas principalmente dentro de casa não concluímos isso com as vitórias, esses jogos dentro de casa poderiam ter nos deixado em uma situação mais tranquila dentro do campeonato. Não vejo uma queda de rendimento, mas sim um aproveitamento pior que no começo do campeonato.

T.com – Oeste, Penapolense e Votuporanguense são os jogos finais do Bragantino. A comissão técnica passou uma meta para vocês jogadores nesses jogos finais?

RR – A nossa meta e a classificação, temos a consciência de que quanto antes conseguirmos as vitórias nos facilitaria, a comissão e nós jogadores estamos focados no Oeste, pois primeiro temos de vencer esse jogo muito difícil pra então pensar na Penapolense.

T.com – No São Caetano você chegou muito perto do acesso em 2016, mas o time não atingiu o objetivo. O que fazer de diferente neste ano pelo Bragantino para que as coisas deem certo dessa vez?

RR – Realmente chegamos muito perto, nos classificamos com folga, tínhamos a melhor campanha, melhor defesa e mesmo assim não conseguimos o acesso. Mas alem da classificação nos pontos corridos, o mais importante é passar no mata mata, que se dará o acesso, então temos de jogar todos os jogos como se fossem uma final, e não vacilar mais em jogo algum.

T.com – Você jogou pelo Atlético-PR no seu início de carreira. O que guarda de lembranças do clube e qual a importância que o Furacão teve na sua vida?

RR – Cresci dentro do Atlético PR, foi muito tempo desse grande clube. É um clube que não visa só a parte profissional do garoto que chega lá, tanto que tive a oportunidade de fazer uma faculdade por incentivo do clube. Vi muitas mudanças acontecerem lá, sempre visando o futuro, não é a toa que hoje é um dos grandes do futebol sul-americano. Devo minha vida profissional muito ao Atlético, tenho um carinho enorme por ele e por Curitiba que me acolheu de braços abertos onde pude conviver 11 anos.

T.com – Sonha em um dia voltar para o Atlético-PR?

RR – Se um dia sonho em voltar? Com certeza, por ser um clube de ponta, por amigos que ainda tenho dentro do clube, pelo carinho dos torcedores que recebo até hoje nas minhas redes sociais, e para tentar conquistar mais títulos que essa torcida merece.



Jornalista desde 2012, com passagens pelos jornais ABCD Maior e Diário do Grande ABC, além do canal NET Cidade. Atualmente como repórter colaborador no site Torcedores.com.