Veja como a imprensa analisou a vitória do Palmeiras contra o Peñarol

Palmeiras
Crédito da foto: Reprodução/Youtube/EI

Foi difícil, brigado e no estilo da Libertadores que o Palmeiras venceu o Peñarol do Uruguai pela terceira rodada da Libertadores. O gol da vitória saiu no último minuto, com gol de Fabiano.

A vitória foi polêmica. Tanto o Verdão quanto o time uruguaio reclamaram da arbitragem. O Palestra reclama da expulsão de Dudu, sobretudo, além da catimba natural do time de Montevideu. Já os gringos acharam exagerada a quantidade de acréscimos que a arbitragem deu.

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E dentro de campo, o que foi analisado pelos comentaristas do Brasil? Veja um resumo:

Alexandre Alliatti, do GloboEsporte.com: “O Palmeiras falhou e acertou, errou e aprendeu – e certamente saiu de campo mais talhado a conquistar a Libertadores do que quando entrou.”

Milton Neves: “Esse time do Palmeiras não pode sofrer tanto. Faço um alerta: o time de Eduardo Baptista precisa preparar melhor o psicológico para as partidas da Libertadores.”

Avallone: “Poderia ter sido uma vitória mais fácil, por placar mais amplo, sem sufoco. O Palmeiras pecou demais no primeiro tempo, sem sair da marcação uruguaia. Na etapa final, no entanto, o Palmeiras voltou arrasador, com total domínio da partida e encontrando por duas vezes o caminho das redes, com Willian e Dudu. Guerra esbanjava bom futebol. E o Peñarol empatou o jogo. Para surpresa geral. E mesmo com dez jogadores (com a expulsão de Dudu), o Palmeiras não desistiu e alcançou tudo- vitória e liderança- na cabeçada de Fabiano para o fundo das redes.”

Mauro Beting: Libertadores não se ganha só no grito e na cara feia. É na bola. E, no frigir das bolas, esse Palmeiras tem mais potencial que qualquer outro. Mas precisa se ajeitar, se ajustar, e não assustar tanto. Não precisa de firula, mas da seriedade de quem sabe fazer a hora. Até mesmo além dela. Fabiano: Herói improvável como o Betinho safra 2012. #SomosTodosFabiano.

Antero Greco: “Primeiro tempo o time foi desastroso. Tomou um gol e poderia ter tomado outro. O Peñarol percebeu como o Palmeiras ficou nervoso e poderia ter feito o segundo. O Palmeiras mudou a postura no segundo tempo. Jogou com confiança. Fez os dois gols, poderia ter feito o terceiro se não fosse o Borja. Teve pelo menos duas chances claras de fazer o terceiro gol. Tomou o segundo gol. E no final fez o terceiro. O juiz se embananou todo. Entrou na cera do Peñarol, expulsou o técnico do Peñarol. O Dudu entrou na pilha. O jogo foi reiniciado aos 51. O árbitro percebeu a mancada e deixou o jogo rolar. Quando teve o escanteio, ele pensou que era o último lance. E saiu o gol. O jogo foi interrompido aos 47 e voltou aos 51. Segundo resultado que vem na bacia das almas. Tem uma diferença. Dessa vez no segundo tempo o Palmeiras criou muito.”

Arnaldo Ribeiro: “As vitórias nos acréscimo não demonstra a superioridade do Palmeiras da partida. Não teve os nervos no lugar.”

Gian Oddi: O primeiro tempo foi o que o Peñarol queria, porque os dois criaram pouco. O Palmeiras não criou nada, não trabalhou a bola. O mérito era a troca de bola com velocidade, time envolvente. Mérito do Eduardo Baptista, mas não fez isso no primeiro tempo. Willian não era o cara para começar jogando e sim o Michel Bastos, pela qualidade, pelo jeito que estava entrando nos jogos. Não concordei com a escalação e ele errou nas substituições, como a do Borja. Também não teria tirado o Guerra também.



Jornalista formado pela FIAM FAAM. Apaixonado por futebol independente do país ou divisão. Setorista do Inter e esportes olímpicos. Contato: mohamed.nassif12@hotmail.com