Veja os 11 maiores ídolos da história do Corinthians

O Corinthians é um dos maiores times do Brasil!

Desde 1910 colecionando histórias, grandes partidas, rivalidades, títulos e, mais importante de tudo, ídolos.

Um time, com mais de 100 anos de glórias, que teve muitos jogadores e grandes craques. Mas poucos ídolos.

Aqui estão 11 ídolos e um técnico que achamos que está no coração de todos os alvinegros. Cada um com sua historia. Alguns com mais títulos e outros com mais tempo de casa. Mas todos com a imagem ligada ao Corinthians e com o Timão no coração.

 

1. Rivellino 

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Sua carreira profissional teve início no Corinthians, onde tornar-se-ia um de seus maiores ídolos, após ser recusado em uma “peneira” no arquirrival do Timão, o Palmeiras. Por isso, sempre fazia questão de jogar bem contra o Palmeiras, para mostrar a esse clube o erro que cometeu.

Foi com a camisa do Corinthians que o “Reizinho” marcou mais gols (141) em toda sua carreira.

Como jogador do Corinthians foi a época na qual Rivellino fez mais sucesso na seleção brasileira, foi um dos destaques da seleção que venceu a Copa de 1970 e recebeu o apelido dos mexicanos de “Patada Atômica”; e foi o camisa 10 do Brasil de1974, sendo um dos poucos jogadores brasileiros que apresentaram um bom futebol nessa Copa.

Quando foi campeão do mundo em 70, Rivellino teria declarado que trocaria aquela glória por um simples título de campeão paulista pelo Corinthians. Coisa que, em dez anos de clube, ele jamais conseguiu. (fonte: Wikipedia)

 

2. Basilio

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Basílio demorou quatro jogos até marcar seu primeiro gol com a camisa do Corinthians. O tento foi anotado diante do Comercial de Ribeirão Preto, na vitória, por 2 a 1, pelo Campeonato Paulista de 1975.

Nos dois primeiros jogos das finais do Paulistão de 1977, jogou como lateral direito a pedido do técnico Osvaldo Brandão No terceiro, voltou à sua posição e marcou o que alguns autores consideram o gol mais famoso da história do Campeonato Paulista. Inicialmente, ele achou que a bola já tinha entrado no chute inicial de Vaguinho e já ia reclamar com o juiz. “Não deu tempo”, contaria, em 2007, à revista Placar. “Ela acabou voltando para mim. Bati com convicção.” O gol tornou-o herói instantâneo da torcida, mas era lembrado também por torcedores adversários, que lhe perguntavam: “Puxa, você não podia ter chutado aquela bola para fora?”

“Naquele momento era a alegria pelo gol que nos dava a vantagem no jogo. Hoje, não. A emoção é muito maior. Fui o escolhido para fazer o gol. Joguei de lateral, volante, meia, atacante, ponta… Sem falar que a bola sobrou para o Vaguinho e o Wladimir antes de mim. Mas uma força maior, de Deus, quis que fosse eu”, disse o ex-jogador no livro ‘Basílio: o anjo sob a sombra Do Gol. (fonte: Wikipedia)

 

3. Vladimir

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Começou sua carreira esportiva ainda nas equipes de base do Corinthians, tornando-se titular da equipe no ano de 1972, durante uma excursão à Europa, sob o comando do técnico Duque, firmando-se na posição no ano seguinte, já sob o comando de Yustrich.

Dono absoluto da camisa 4 até 1985, quando deixou o time para jogar no Santo André, foi recordista do maior número da atuações seguidas no mesmo time: 161 jogos sem contusões ou suspensões, de 28 de março de 1981 (Santa Cruz 2 x 0 Corinthians) a 21 de maio de 1983 (Corinthians 1 x 0 Inter de Limeira).

Wladimir é o corintiano com mais jogos pelo campeonato brasileiro (268), sendo que nenhum outro jogador entrou em campo com a camisa do Corinthians tantas vezes. Ele atuou 806 vezes com a camisa do Timão.

Em 1982, Wladimir foi um dos líderes da Democracia Corinthiana, ao lado dos ídolos Sócrates e Casagrande. O movimento, que permitia que os jogadores participassem de todas as decisões técnicas (por exemplo, os jogadores votavam se queriam ir para a concentração ou não), causou muita controvérsias, mesmo com o time conseguindo ser campeão paulista daquele ano. (fonte: Wikipedia)

 

4. Sócrates 

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Socrátes se firmaria no Corinthians em 1978, refazendo a dupla com seu ex-companheiro no Botafogo Geraldão. Mas seus grandes companheiros de ataque nesse time seriam Palhinha e o amigo Casagrande. Sócrates passou a dedicar se mais ao futebol depois que se formou em medicina (1977). Na Seleção Brasileira estrearia em 1979 em um amistoso contra o Paraguai.

Foi uma das estrelas de times famosos em nível nacional e mundial: a Seleção Brasileira de Futebol da Copa do mundo de 1982 e do Corinthians da década de 1980, celebrizado pelo movimento da Democracia Corintiana. Na Copa de 1982 marcou dois gols contra as respeitadas equipes da URSS e Itália, mas isso não bastou para o Brasil se sagrar campeão. Também teve excelente atuação na Copa América de 1983, onde a seleção brasileira foi vice-campeã. (fonte: Wikipedia)

 

5. Casagrande

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Revelado no Corinthians, Casagrande iniciou sua carreira em 1980. Porém, logo após ter se profissionalizado, o jogador, aos 18 anos, teve um desentendimento com Oswaldo Brandão, então técnico do Corinthians. Por esse motivo, Casagrande foi cedido à Caldense, de Poços de Caldas.1 . O ex-zagueiro do Corinthians na década de 60 Ditão era um grande amigo da família de Casagrande.

Retornou ao Corinthians em 1982, quando fez parte da Democracia Corintiana, movimento que dizia respeito tanto ao esporte quanto à política. Os jogadores se mobilizavam em contrariedade às concentrações antes dos jogos, bem como apoiavam o movimento das Diretas Já. Durante esta época, Casagrande viveu a melhor fase de sua carreira, jogando ao lado de craques como Wladimir, Zenon, Biro-Biro e Sócrates. (fonte: Wikipedia)

 

6. Neto 

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Em 1988 transferiu-se para o Corinthians junto com o lateral-esquerdo Denys. O time alvinegro mandou para o rival o lateral-esquerdo Dida e o meia Ribamar. Ao chegar ao Parque São Jorge, porém, a carreira de Neto finalmente deslanchou.

Defendeu o Corinthians em dois períodos: entre 1989 e 1993 e entre 1996 e 97. Em um total de 227 partidas (104 vitórias, 74 empates, 49 derrotas), Neto anotou 80 gols.

Neto foi o principal jogador do Corinthians na conquista do primeiro título brasileiro de clube. O time do Corinthians era tecnicamente limitado. Os destaques, além de Neto, eram o goleiro Ronaldo e o zagueiro Marcelo Djian (dois pratas-da-casa). A equipe contava na determinação de jogadores como Márcio Bittencourt, Wilson Mano, Fabinho e Tupãzinho, além de atletas oriundos da categoria de base, como Dinei. (fonte: Wikipedia)

 

7. Viola

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Em 1988, na final do Campeonato Paulista, entre Corinthians e Guarani, o então aspirante Viola precisou jogar no lugar do titular Edmar. E aos cinco minutos do primeiro tempo da prorrogação, Viola fez o gol que deu o título ao Corinthians.

Após este início marcante como profissional, Viola passou por uma má fase em sua carreira, chegando a ficar três meses em 1989sem marcar um gol. A cobrança da torcida era muito grande, e Viola foi jogar no São José, depois no Olímpia.

Em 1992, mais experiente, ele volta ao Corinthians, aos gols e aos títulos. Foi chamado para participar da Seleção Brasileira que ganhou a Copa do Mundo de 1994 nos Estados Unidos. Chegou a jogar na final contra a Itália por alguns minutos da prorrogação. Conquistou, com o Corinthians, em 1995, os títulos do Campeonato Paulista e da Copa do Brasil. (fonte: Wikipedia)

 

8. Marcelinho Carioca 

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Logo que chegou ao Parque São Jorge, Marcelinho Carioca mostrou a que veio. No dia de sua apresentação chegou alcoolizado, o atacante de 21 anos previu: “Quero marcar minha passagem aqui. Vim para o Corinthians para ser campeão!”. A identificação com a torcida foi imediata e uma carreira vitoriosa estava começando.

Marcelinho tem em sua conta oito títulos em oito anos pelo clube: o Mundial de Clubes da FIFA de 2000, dois títulos doCampeonato Brasileiro de Futebol, uma Copa do Brasil e quatro Campeonatos Paulistas.

Por sua extrema habilidade e competência em bolas paradas e pelo seu pequeno pé (calçava chuteiras número 36), Marcelinho foi apelidado de Pé de Anjo por torcedores e jornalistas. Tanto pela identificação que tinha pelo clube, quanto pela qualidade técnica que conduziu o time em um de seus períodos mais gloriosos, Marcelinho Carioca figura como um dos maiores ídolos da história do Corinthians. (fonte: Wikipedia)

 

9. Carlos Tevez 

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Foi a principal contratação da MSI, que trouxera para o clube ainda seu compatriota Sebastián “Sebá” Domínguez e o meia Carlos Alberto, destaque da equipe portuguesa do Porto que no ano anterior conquistara a Liga dos Campeões da UEFA, além do Mundial Interclubes.

A identificação de Tévez com a torcida corintiana foi imediata, gerando um frenesi que chegou a ser comparado com o de ídolos como Sócrates, Neto e Marcelinho Carioca. Mesmo com o time demorando a engrenar, sendo eliminado no Campeonato Paulista e na Copa do Brasil, além de obter resultados ruins no Campeonato Brasileiro – Passarella caiu após uma derrota de 1 x 5 no clássico contra o São Paulo -, a mania em torno de Tévez só crescia entre os alvinegros. Não demorou a roubar o lugar e o número 10 de Gil, que acabaria negociado com o futeboljaponês.

A vida conjugal de Carlitos também voltou aos eixos, com ele retomando o relacionamento com a ex-noiva, que dera à luz a sua filha Florencia. Após contratado, o então presidente do Brasil, Luiz Inácio Lula da Silva, corintiano assumido, afirmou que não acreditaria que Tevez daria certo no Corinthians.

A disposição de Tévez em campo, lutando pela bola sem fugir das divididas, encantava os torcedores. Os mais entusiasmados não só adquiriam as camisas corintianas com o nome e número de Tévez (o caso de sete em cada dez camisas vendidas do clube ), mas também as da Seleção Argentina de Futebol, além de adotar o chapéu de pescador que o ídolo costumava usar fora dos gramados. Até uma chupeta alusiva à filha Florencia tornou-se item muito usado. (fonte: Wikipedia)

 

10. Ronaldo

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Após vários dias treinando na Gávea e sem receber nenhum projeto para ficar no clube, Ronaldo acertou a sua volta ao Brasil depois de 14 anos pelo Corinthians.

Em 9 de dezembro de 2008, o anuncio da contratação do Fenômeno foi feito pelo presidente corintiano Andrés Sanchez através do site oficial do clube. Em 12 de dezembro, a diretoria organizou uma festa pela chegada do jogador no clube com a presença de torcedores no Estádio Alfredo Schürig. Ronaldo assinou oficialmente o contrato em 17 de dezembro. De acordo com o contrato, o atacante receberia o valor fixo de 400 mil reais mais o valor do patrocínio na camisa do clube, onde 20% seriam do patrocinador principal e 80% da manga e calção.

Durante os primeiros dois meses no Corinthians, Ronaldo realizou trabalhos físicos para que pudesse ter condições para retornar aos gramados. Aos poucos, o jogador começou a treinar junto aos demais atletas do elenco corintiano e aumentavam as expectativas para sua reestreia no futebol brasileiro.

No dia 4 de março de 2009, Ronaldo fez seu retorno ao futebol em partida contra o Itumbiara pela Copa do Brasil. O jogador, que começou o jogo entre os reservas, jogou por vinte e sete minutos durante o segundo tempo. (fonte: Wikipedia)

 

11. Paulinho 

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Em 2009, ganhou destaque ao atuar pelo Bragantino, na Série B do campeonato brasileiro, e em 2010 foi para o Corinthians por empréstimo.

Em 2011 conquistou o Brasileirão 2011 com o Corinthians, além de receber o prêmio individual de melhor volante da competição. Foi cobiçado por grandes clubes europeus como Roma e Internazionale, mas preferiu ficar na equipe para a disputa da Libertadores 2012. Ajudou o Corinthians a fazer a melhor campanha da primeira fase da Libertadores 2012 ao classificar a equipe para as oitavas de final da competição, além de ajudar o time a ser líder do Paulistão 2012.

Foi herói na vitória Corintiana de 1×0 sobre o Vasco pela segunda partida das Quartas de final da Libertadores 2012, com um gol aos 42 minutos do segundo tempo, tornando-se um dos principais jogadores dessa temporada. “Paulinho”, definitivamente, entra nas graças da Fiel. Em julho de 2012 conquista com o Corinthians a Copa Santander Libertadores, título inédito do Timão. Após a competição, recebeu sondagens da Inter de Milão, na qual jornais italianos já davam certo a contratação do volante para a equipe italiana, além de rumores que o Arsenal também teria feito uma proposta, mas o volante negou que estava de saída do clube .

Em dezembro de 2012, Paulinho conquista o maior título de sua carreira. Sagra-se campeão da Copa do Mundo de Clubes da FIFA de 2012, o segundo da história do clube e entra de vez para história do Timão. (fonte: Wikipedia)

 

12. Tite 

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  • Campeonato Brasileiro: 2011
  • Copa Libertadores da América: 2012
  • Mundial de Clubes da FIFA: 2012
  • Recopa Sul-Americana: 2013
  • Campeonato Paulista: 2013


Redação do Torcedores.com