Brasileiros deixam “gringos” boquiabertos e dominam quartas de finais na Austrália

Indo muito bem durante todo campeonato, Brasil possuí o maior número de atletas nas quartas do Austrália Open, em Gold Coast, na praia de Snapper Rocks.

Alex Tavares
Jornalista em formação no Mackenzie, estagiário do Torcedores.com e fotógrafo. Fanático por basquete, tênis, surf, futebol e futebol americano.

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Os “Braziliam Storm” (tempestade brasileira), como são chamados pelos surfistas mundiais, vieram com tudo em 2015. Para se ter ideia, na etapa de 2014, na mesma Austrália, apenas três brasileiros -Medina, Mineirinho e Pupo-, chegaram na roud 4, que não há eliminação. Neste ano, dos 7 que iniciaram o evento, cinco chegaram e este round.

Só não foram seis por que Gabriel Medina recebeu uma “interferência” dos jurados em sua bateria, o que eliminou uma nota de sua somatória, lhe possibilitando apenas chegar a dez pontos, contra quase 15 do irlandês Glen Hall. Muitos especialistas acharam injusto o julgamento dos árbitros pois Hall só remou para não deixar Medina pegar a onda, e o brasileiro fez de tudo para sair dela.

Esse ano, os atletas ainda tiveram azar nas disputas, pois caíram juntos nas baterias eliminatórias, como por exemplo Miguel Pupo e Jadson André ainda no segundo round. Pelas quartas, Miguel agora duelará contra o novato no circuito, Wigolly Dantas, na primeira bateria do dia.

Adriano de Souza, o Mineirinho, enfrentará o local Mick Fanning, que tem bom retrospecto nas ondas de seu país na terceira bateria do dia. Já Filipe Toledo surfará contra Durbdige na última bateria das quartas.

A primeira chamada no Brasil será às 18h30, horário de Brasília, com a final do campeonato acontecendo ainda hoje, pois na Austrália já é sexta-feira 13, último dia da janela de competições, que chegou a ser prolongada pela falta de ondas.

Foto: Reprodução/Twitter