Do futebol carioca para a Seleção Brasileira, Didi, o príncipe da folha seca

Valdir Pereira, o Didi, foi projetado no futebol pelo Americano, em 1946, depois passou pelo Lençoense, Madureira, até chegar ao Fluminense e também no Botafogo, quando se destacou e foi chamado para a Seleção Brasileira. Pela amarelinha, foi bicampeão mundial em 1958 e 1962.

Felipe Lemos
Radialista, Jornalista com passagens como correspondente pelo site italiano CalcioNews24.com e pelo Arena Rubro-Negra. Atualmente setorista do Fluminense e Futebol Sul-Americano no Torcedores.com

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Pelo seu destaque na Seleção Brasileira, o Didi chegou a ser engrandecido pela Europa quando chegou a ser chamado de “Mr Football”. Por causa do estilo de jogo e chamava atenção, tanto da imprensa brasileira, quanto de outros clubes do futebol a fora.

Um curiosidade muito interessante que chama atenção de Didi é  o “príncipe da folha Seca”, apelido que foi dado pela imprensa devido ao estilo que o jogador na época cobrava uma falta. O que era parecido de uma folha caindo, lance que ocorreu após o gol contra o Peru pela Seleção nas eliminatórias em 1958.

Em sua carreira, Didi foi de extrema importância com a camisa da amarelinha no Pan-Americano de Futebol, quando era sediado no Chile. Na época, o meio-campista jogou com Telê Santana, Orlando Pingo de Ouro, Altair e etc.

Pelo Glorioso, Didi registra 313 partidas e marcou 114 gols com a camisa do Botafogo, além de ser campeão três vezes pelo Campeonato Carioca, além de ganhar o Torneio Rio-São Paulo de 1962.

Além de ter um bom momento no futebol carioca, levou o jogador a se transferir para o Real Madrid e teve o prazer de jogar no Santiago Bernabéu, ao lado de Di Stéfano e de Puskás.

Foto: Divulgação/