Osmar Santos: o craque da narração esportiva

As gerações mais novas não se lembram dele, mas Osmar Santos foi um dos locutores esportivos mais conhecidos do país, a ponto de ter sido o primeiro narrador da TV Globo na Copa do Mundo de 1986, no México, e uma das vozes mais conhecidas do rádio brasileiro.

Matheus Adami
Jornalista, editor do Torcedores. Passagens pelos jornais Metro, O Estado de S. Paulo, Jornal da Tarde, Marca Brasil, Agora São Paulo, Diário de S. Paulo e Diário do Grande ABC.

Crédito: Crédito da foto: Divulgação

Em dezembro de 1994, um acidente de carro quase tirou a vida de Osmar Santos. Osmar não morreu. Mas ficou com uma sequela grave do episódio, que aconteceu no interior de São Paulo: perdeu boa parte da capacidade da fala. Hoje, aos 66 anos, Osmar Santos é pintor e empresta seu nome à equipe esportiva da Rádio Globo de São Paulo – onde trabalha sem irmão Oscar Ulisses. Osmar tem outros parentes famosos no esporte: ele é irmão de Odinei Edson e primo de Ulisses Costa.

Conhecido como “Pai da Matéria”, Osmar Santos foi responsável por criar diversos bordões. Em seus microfones, imortalizou expressões como “ripa na chulipa”, “pimba na gorduchinha” e “é fogo no boné do guarda”. Osmar Santos, também, batizou o atacante Edmundo de “Animal”.

Osmar também teve participação na política. O radialista foi o locutor de diversos comícios em prol das “Diretas Já” em 1984. E virou nome até de bola: a Penalty batizou a bola utilizada no Campeonato Paulista de 2015 de “Gorduchinha”, homenagem a uma das expressões mais consagradas do “Pai da Matéria”.

Relembre algumas narrações de Osmar Santos:

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