Ronda Rousey e Bethe Correia apimentaram UFC 190 com polêmicas

Ronda Rousey defendeu o cinturão do peso galo (61kg) feminino do UFC no úlitmo dia 1º de agosto, no Rio de Janeiro. A norte-americana fez a luta principal do UFC 190 contra a brasileira Bethe Correia. E o combate, que teve atenção maçica da imprensa, durou apenas 34 segundos. Ronda nocauteou Bethe e conquistou o título, após uma série de provocações e troca de farpas entre elas.

Matheus Adami
Jornalista, editor do Torcedores. Passagens pelos jornais Metro, O Estado de S. Paulo, Jornal da Tarde, Marca Brasil, Agora São Paulo, Diário de S. Paulo e Diário do Grande ABC.

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Basicamente, pode-se dizer que Bethe chegou à disputa do título após provocar Ronda. A paraibana derrotou duas companheiras de treino da campeã – Jessamyn Duke e Shayna Baszler – e desafiou Ronda. E a norte-americana aceitou.

E aí, começou o clima de guerra entre elas, com provocações a estilos de luta, sobre o fato de Ronda querer ganhar de Bethe no Brasil, entre outras falas. Até que, em uma entrevista, a brasileira afirmou que esperava que Ronda “não se suicidasse” após a derrota no UFC 190. O caldo entornou de vez, já que o pai da americana se suicidou quando Rousey tinha apenas 8 anos.

O que era, até então, apenas “thrash talking” para promover o duelo se tornou algo pessoal para Ronda Rousey. A americana não aceitou as desculpas de Bethe Correia, que afirmou não saber do suicídio do pai da rival. A pesagem entre elas e os eventos de mídia em que estiveram frente a frente foram tensos.

Tudo isso gerou enorme expectativa para a luta. Mas dentro do octógono, tudo aconteceu de forma rápida. Ao vencer Bethe, Ronda devolveu o “não chore” dito pela brasileira na encarada.

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