Agente de Ganso revela que São Paulo recusou proposta de 13 milhões de euros pelo jogador e nega meia no Santos

São Paulo
Divulgação/SPFC

Desde que surgiu para o futebol, Paulo Henrique Ganso conviveu com diversas especulações em torno de seu nome. Em entrevista à ESPN Brasil, o agente do jogador, Giuseppe Dioguardi, rechaçou novas ofertas, disse que o meia deve permanecer no São Paulo em 2016, e revela que o Tricolor recusou uma oferta de 13 milhões de euros pelo meia, feita pelo Napoli, em maio de 2014.

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“O Paulo Henrique tem contrato até setembro de 2017. Ele foi assediado por outros clubes, mas o São Paulo não abriu nem conversas. Teve a do Orlando City, o Paulo Henrique aceitou, mas o São Paulo recusou. O Flamengo fez proposta oficial, mas o Aidar respondeu que pediria um valor muito alto só para não fazer negócio. E teve a proposta do Napoli, de 13 milhões de euros. O Aidar falou que o Ganso era muito importante, mas a gente sabe que ele não estava de acordo com preço. E aí teve aquela frase infeliz”, revelou Dioguardi.

Então presidente do São Paulo, Carlos Miguel Aidar, disse que nem todo o dinheiro da máfia napolitana levaria Ganso do São Paulo. Depois disso, o clube italiano ameaçou processar o São Paulo

“O São Paulo não quis, o que eu achei que era complicado era dar aquela resposta, fui cobrado por muita gente. Depois dessa declaração, os dirigentes do Napoli falaram que não queriam mais”, disse Dioguardi.

O empresário afirmou também que as pessoas ainda não conseguem entender a eficiência de Ganso e rebateu declaração do técnico da seleção brasileira, Dunga.

“As dúvidas eram se ele estaria bem fisicamente, recuperado. E o Paulo Henrique é um jogador que tem 30 partidas em média por temporada. O Dunga falou que não pensava nele porque precisa de um meia participativo. Mas ele desarma mais que os volantes. Participa do jogo”.

Por fim, Dioguardi negou que Ganso esteja perto de acertar seu retorno ao Santos.

“Muitas pessoas confundem o agente com o investidor. Os direitos do Ganso são 70% da DIS, e 30% do São Paulo. Se o São Paulo não nos autorizar a conversar com ninguém, não podemos falar com ninguém, sob pena de punição. O Santos conversou com a DIS e parou por ali a conversa, não chegou até nós”.



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