Ex-Palmeiras e Corinthians diz ter sofrido calote de R$ 4 milhões de banco investigado na Lava-Jato

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Válber foi um meia-atacante de muita qualidade e relativo sucesso no futebol brasileiro nos anos 1990. Depois de se destacar no Mogi Mirim comandado por Osvaldo Alvarez, o Vadão, na equipe que ficou conhecida como o “Carrossel Caipira” e que tinha Leto e Rivaldo no elenco, o jogador passou por Corinthians, Palmeiras, Goiás, Atlético-PR, Internacional, Vasco, além do Yokohama Flugels, do Japão. Mas de acordo com o próprio jogador, o pé-de-meia adquirido nos tempos de atleta agora corre risco de sumir.

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Segundo declarou ao jornal “Folha de S.Paulo”, o ex-atleta diz ter sofrido um calote de 1,1 milhão de dólares (cerca de R$ 4 milhões) do falido banco Schahin, investigado na Operação Lava-Jato.

De acordo com a publicação, ele entrou com uma ação judicial no último dia 1º de dezembro para reaver o investimento realizado em 2011, quando retirou recursos de uma caderneta de poupança no Japão, país em que atuou pelo Yokohama Flugels, em 1994. O prazo de resgate venceu e ele ainda não foi pago.

Segundo o advogado de Válber, Oswaldo Fabris, o ex-jogador estaria se tratando de uma doença grave e necessitaria desse dinheiro para pagar seu tratamento. Fabris ainda pede que não haja custos processuais, afirmando que ele não possui recursos para custear a ação.

A assessoria do BMG, instituição que comprou o Schahin em 2011, afirmou que não tem conhecimento da ação, apresentará eventuais esclarecimentos nos autos do processo judicial e que não se manifestará sobre atos de antigos administradores do Schahin.



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