Repórter do SporTV relata tumulto no Allianz Parque: “Minha mãe passou mal”

Não somente as equipes da Rede Globo e da ESPN passaram por apuros para acompanhar a final da Copa do Brasil entre Palmeiras e Santos, na Copa do Brasil. De folga, Joanna de Assis, repórter do SporTV resolveu levar os seus pais para assistir à decisão e relatou problemas na entrada e saída do estádio. A sua mãe, inclusive, passou mal duas vezes. O pai teve a carteira roubada.

Rafael Alaby
Rafael Alaby é jornalista diplomado pela FIAM (Faculdades Integradas Alcântara Machado), com passagens pela Chefia de Reportagem de Esportes, da TV Bandeirantes, em São Paulo e site KiGOL. Pós-graduado em Jornalismo Esportivo e Negócios do Esporte (FMU)

Crédito: Foto: Reprodução/SporTV

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“Ontem fui acompanhar meus pais em um “dia de torcedor”. Tinha me esquecido o quanto é difícil ser torcedor. Não pelo jogo, mas pelo sofrimento e medo que passamos para chegar até o estádio. No caminho, acabamos esmagados na rua Palestra Itália, porque lá havia milhares de torcedores sem ingresso tumultuando o portão. Minha mãe então passa mal a primeira vez, e meu pai tem sua carteira roubada”, iniciou o desabafo em sua página no Instagram.

Os problemas persistiram na saída. Joanna de Assis viu pessoas bêbadas, mais tumulto e selvageria entre torcedores. Mesmo com tantos percalços, a repórter destacou que a sua casa continua tendo apaixonados por futebol, como o pai, corintiano roxo, e a mãe, palmeirense.

“Aí na saída… Tivemos que dar a volta inteira no estádio, até chegar na Francisco Matarazzo, porque o carro estava estacionado no shopping (nunca façam isso!). No caminho, muita gente bêbada, mais tumulto, e a polícia fechou a rua. Minha mãe então passa mal de novo, pelo tumulto. Só assim a polícia abre a barreira. Briga entre torcedores, selvageria. É por isso que o cara comum tem medo do estádio, de clássicos, de finais. É uma pena. Mas a minha casa continua tendo seus apaixonados por futebol, não importa o time. E meu pai, que é corintiano roxo, torceu pelo Palmeiras pela minha mãe, e até mais que ela, eu mesma vi!! Pena que foi tão difícil vê-los sofrendo para conseguir vibrar por 90 minutos. Amo vocês”, encerrou a jornalista do SporTV,.

Ontem fui acompanhar meus pais em um “dia de torcedor”. Tinha me esquecido o quanto é difícil ser torcedor. Não pelo jogo, mas pelo sofrimento e medo que passamos para chegar até o estádio. No caminho, acabamos esmagados na rua Palestra Italia, porque lá havia milhares de torcedores sem ingresso tumultuando o portão. Minha mãe então passa mal a primeira vez, e meu pai tem sua carteira roubada. Aí na saída… Tivemos que dar a volta inteira no estádio, até chegar na Francisco Matarazzo, porque o carro estava estacionado no shopping (nunca façam isso!). No caminho, muita gente bebada, mais tumulto, e a polícia fechou a rua. Minha mãe então passa mal de novo, pelo tumulto. Só assim a polícia abre a barreira. Briga entre torcedores, selvageria. É por isso que o cara comum tem medo do estádio, de classicos, de finais. É uma pena. Mas a minha casa continua tendo seus apaixonados por futebol, não importa o time. E meu pai, que é corintiano roxo, torceu pelo Palmeiras pela minha mãe, e até mais que ela, eu mesma vi!! Pena que foi tão difícil vê-los sofrendo para conseguir vibrar por 90 minutos. Amo vcs ❤️

Uma foto publicada por JOANNA BANNANA (@joannadeassis) em

foto: Reprodução/Instagram