10 coisas comprovam: os anos 90 foram a melhor época do futebol brasileiro

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Não é de hoje que o futebol brasileiro perdeu a graça, ficou mais chato e pragmático, tanto que nem mesmo a seleção pentacampeão do mundo consegue empolgar sua torcida. Não é uma questão de saudosismo, mas quem viveu o futebol na década de 90, com certeza, sente muita falta de algumas situações.

E o Torcedores.com resolveu abrir o baú da nostalgia para relembrar a melhor década do futebol brasileiro e reuniu 10 coisas que comprovam isso; confira!

Brasileirão era mata-mata:

A disputa da principal competição nacional ao melhor estilo mata-mata proporcionava grandes jogos como esta semifinal entre Santos x Fluminense, em 1995. O campeonato não dava margem para erros, o que deixava as partidas mais disputadas e que sempre proporcionavam grandes gols, lances e momentos inesquecíveis.

Felipão x Luxemburgo:

Luis Felipe Scolari e Vanderlei Luxemburgo eram os principais técnico em atividade no Brasil na década de 90, e protagonizaram grandes momentos por Palmeiras e Grêmio. Como esquecer essa partida pela Libertadores em 1995? O Verdão de Luxa quase conseguiu reverter uma vantagem 5 gols do Tricolor gaúcho de Felipão.

Romário e Bebeto:

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Uma das melhores duplas da história do futebol brasileiro, talvez, apenas atrás de Pelé e Garrincha, na década de 60. Os atacantes fizeram história com a camisa da seleção, e em 23 partidas oficiais defendendo o Brasil, a dupla comandou 17 vitórias e 6 empates, com um total de 48 gols marcados – sendo gols 18 de Romário e 15 de Bebeto.

Além da parceria bem-sucedida com a camisa da seleção, os jogadores também fizeram história no futebol carioca defendendo Vasco e Flamengo.

 

 

 

Chuteiras pretas:

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Na década de 90 não existia esse negócio de ficar escolhendo a cor da chuteira, elas eram pretas e ponto. Ninguém jogava mais ou menos por isso, a única certeza hoje é que a seleção brasileira da época jogava muito mais que a atual.

Rivalidade:

Diferente do que acontece atualmente, com os jogadores provocando o time rival pelo Twitter, Snapchat ou Instagram, na década de 90 a provocação era com a bola no pé, na base do talento e da habilidade. Levantava a torcida na arquibancada e transformava a partida em espetáculo. O futebol brasileiro está carente de jogadores com personalidade – como Edmundo.

Era Parmalat:

Reprodução/Facebook
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Em 1990 o Palmeiras viveu uma das melhores fase de sua história, isso por causa da parceria com a empresa italiana Parmalat, que não tinha dó de investir pesado no clube. Foi por causa dela que o Verdão montou times como os de 1993/1994, 1996 e 1999. Quem dera se tivesse alguma grande empresa disposta a trazer grandes jogadores de volta para o futebol brasileiro.

Mais opções na televisão:

Se em 2016 os direitos de transmissão do Brasileirão na TV aberta ficou apenas com a Rede Globo,  na década de 90 ele era divido com SBT, Band, Globo, Record, Manchete e até, durante um tempo, na extinta Rede OM.

Comemorações:

Isso ⇓

Nunca será igual a isso ⇓

Torcida: bandeiras, sinalizadores e festa!

Divulgação/Dragões da Real
Divulgação/Dragões da Real

Aos poucos estamos voltando a ver os sinalizadores nas arquibancadas dos estádios paulista, mas ainda está muito longe ser ser aquela festa que as torcidas faziam nos anos 90. Bandeirões, faixas, pó de arroz e muito espetáculo. Vale destacar que nesta época os estádios recebiam públicos de mais de 100 mil espectadores nas arquibancadas.

Causos da bola:

Como esquecer histórias como essa do Amaral e o “tal” do Apartheid?

E essa do Luxemburgo fazendo “trabalho” para o Gilmar Fubá marcar Muller na final do Brasileirão de 1998? Saudades dos grandes mitos do futebol!