Opinião: A dança das cadeiras da MotoGP continua

A temporada de 2017 da MotoGP promete mudanças significativas para quem acompanha a maior categoria de corrida de motos do planeta.

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Cada vez mais popular entre os amantes do automobilismo, suas corridas estão cheias de emoção, com pilotos que se arriscam, chances constantes de quedas, ultrapassagens incríveis. Para fã de corridas e que sente saudades da Fórmula 1 e seus saudosos tempos, da para o gasto.

Na MotoGP, assim como na F1, há as equipes de fábrica, que normalmente são as maiores e mais competitivas. Entre elas, temos: Yamaha, Suzuki, Honda e Ducati. As chances de título para os pilotos que correm por estas, são maiores que pelas demais, como Tech3, que usa uma moto do mesmo modelo da Yamaha e por aí vai. A Suzuki é novata, recém entrada na categoria após um tempo fora, mas já vem em uma crescente nesse ano.

Na temporada de 2017, haverá uma mudança provavelmente significativa entre os pilotos. Já se sabe que a Yamaha, que hoje corre com Valentino Rossi e Jorge Lorenzo, o atual campeão, renovou com Rossi por mais dois anos, enquanto Lorenzo irá para a Ducati. Isso abriu espaço na Yamaha, uma das motos mais competitivas, e significa que algum piloto sairá da Ducati. A Honda também tem Pedrosa como um piloto que não tem contrato garantido para o próximo ano, mas ele segue priorizando a negociação com sua atual equipe.

O nome mais cotado, e provavelmente já fechado com a Yamaha para a próxima temporada, é de Maverick Viñales, atual piloto da Suzuki e quinto colocado no campeonato. Maverick é um piloto jovem, de apenas 21 anos que foi eleito o melhor novato da categoria em 2015 e que recentemente conquistou seu primeiro pódio na MotoGP.