Casagrande critica Felipão e diz: “Nada mudou. Brasil corre o risco de não ir à Copa”

Palmeiras
Crédito de imagem: Reprodução/Rede Globo

O ex-jogador Walter Casagrande foi personagem da revista “Poder”, que foi às bancas na última semana, onde falou sobre política, futebol, Globo, entre outros assuntos. O comentarista aproveitou para rebater as acusações do presidente do Porto-POR, Jorge Nuno Pinto da Costa e detonou a seleção brasileira onde afirmou estar pessimista com a equipe de Dunga quanto a classificação para a Copa do Mundo da Rússia.

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No livro “31 Anos de Presidência, 31 Decisões”, do presidente do Porto, Jorge Nuno Pinto da Costa, o mandatário revelou em um trecho que na época em que Casagrande jogava nos Dragões, ele recebeu a informação de que o então jogador usava heroína. “Numa noite, Luís Teles Roxo, vice-presidente do clube e responsável pelo futebol, procura-me e logo sinto que algo de grave se passa! De imediato me diz: “Presidente, isto é grave e tem que ficar entre nós. O Casagrande consome heroína, e creio que nas veias”. Fiquei surpreso, confesso, e não queria acreditar. Explicou-me que tinha a informação de fonte segura, de alguém que frequentava um pequena bar, aonde era normal o consumo de heroína”, diz o trecho

Casagrande rebateu a revelação. “Eu contei no programa do Jô Soares, e também no meu livro, que me deram doping lá. Eles sentiram que precisavam se defender e inventaram isso. Com meu histórico, o que disserem sempre vai colar. A primeira vez que usei heroína foi mesmo na cidade do Porto, quando minha família já estava de férias no Brasil e a temporada já tinha acabado”, esclareceu.

Logo em seguida, o ídolo do Corinthians falou sobre a seleção brasileira de Felipão, onde afirmou que o tempo do gaúcho e de Carlos Alberto Parreira já tinham passado e ainda mostrou pessimismo com o Brasil atual.

“O Felipão e o Parreira, ultrapassados, acharam que venceriam e deu no que deu. E nada mudou: corremos o assustador risco de não ir pra Copa de 2018”, opinou.

O comentarista da Globo ainda relembrou sua amizade com Maradona, onde defendeu o ídolo argentino quanto a sua fama de ‘brigão’.

“Figura fantástica, meu amigo – joguei com o irmão dele –, humilde. Pegou fama de brigão porque teve o momento paranoico da droga em público porque ele era o Maradona”, disse.



Jornalista. Como todo torcedor também gosto de dar meus pitacos. Fã da seleção italiana, do Milan e do Arsenal.