De 1 a 11: O melhor Corinthians que vi jogar

Divulgação/Facebook Oficial do Corinthians

Sou de 1989. Na década de 90 e 2000, o Corinthians teve muita gente ruim, até a parceria com a finada Hicks Muse, aparecer. Com algumas pinceladas, eis a minha escalação:

Goleiro

Dida – Era frio, gelado. Muitos foram os pênaltis pegos de maneira como se ele tivesse imãs nas mãos. O único jogador capaz te tirar um ‘vai toma no c…’ do Rai, naquela semifinal do Brasileiro de 99, ao defender três cobranças seguidas do mesmo meia do São Paulo. Menção honrosa: Cássio

Lateral Direito

Rogério – Ele era bom jogador e também jogava como volante. Não vi Zé Maria e nem Wladimir, jogarem. Índio e Daniel, que me desculpem.

Lateral Esquerdo

Silvinho – o cara passava como uma flecha e depois do timão, teve carreira muito consistente na Europa. Seus cruzamentos ‘consagraram’  Viola na Copa do Brasil de 95.

Primeiro Zagueiro

Gil – Segurança é com ele mesmo. Elevou o nível do Felipe no título brasileiro de 2015.  Gil, você não quer voltar?

Segundo Zagueiro

Gamarra – Esse eu acho que unanime entre corinthianos da minha geração. Técnica, essa é a palavra que o definia. Quem consegue ficar uma Copa do Mundo sem fazer faltas?

Primeiro Volante

Vampeta – Qualidade de passe impressionante. O ‘velho Vamp’ foi muito mais do que folclore e a descida da rampa do planalto. Menção Honrosa: Ralf

Segundo Volante

Rincon – Cara era monstruoso força e habilidade em um só torcedor. Pegou aquela taça do Mundial de 2000, como se fosse de brinquedo.

Meia

Ricardinho – o cara tinha um taco de bilhar com giz nas chuteiras, fora as jogadas de futsal. E ainda, sabia ser um jogador tático.

Marcelinho Carioca

Falar o que? Batia faltas como poucos e de tudo quanto é lado(lembra Velloso?). Na minha humilde opinião, melhor que David Beckam.

Atacantes

Tevez – raça e faro de gol. O melhor jogador do Campeonato Brasileiro de 2005, talvez, só divida algum coração da minha geração, se, algum dia, Luis Suarez vier jogar no Corinthians.

Luizão – bate no peito e sai correndo, Esse era matador, no auge da carreira.

Técnico

Adenor Bacchi, o Tite – Só quero dizer: muito obrigado! Não ligue para babacas de torcida organizada.

PS: Ronaldo, foi mal mano.

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