Mercado da bola 2016: Flamengo pode levar “chapéu” do Lyon e perder zagueiro Juninho

Rodrigo Weinhardt/ Coritiba

O Flamengo continua firme na estratégia de contratar o zagueiro Juninho, do Coritiba. De início, o Urubu ofereceu R$ 5 milhões por 50% do passe do beque de 21 anos, além de oferecer os volantes Canteros e Jonas na negociação. Os paranaenses fizeram uma contraproposta: mais R$ 2 milhões, e o atacante Gabriel no lugar de Jonas. Ainda que a conversa entre os clubes esteja avançada, o Rubro-Negro ganhou dois concorrentes de peso pelo defensor.

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O Torcedores.com, o UOL Esportes e a Fox Sports cravam que o Lyon, da França, é outro forte candidato a ficar com Juninho nessa janela de transferências para a Europa. Segundo o jornalista Paulo Vinicius Coelho, da Fox, os franceses teriam a melhor oferta pelo zagueiro do Coritiba, à frente dos ucranianos do Dínamo de Kiev, outro clube de olho na revelação do Campeonato Paranaense de 2016.

A multa rescisória de Juninho gira em torno de R$ 10 milhões. Com a valorização do euro, a concorrência do Velho Continente é quase que imbatível na negociação, porém o otimismo ainda é alto na Gávea pela contratação do zagueiro.

Vale lembrar que a defesa é o setor mais carente do Flamengo em opções. Com as saídas de Wallace e César Martins, Muricy Ramalho ficou com Juan, Léo Duarte e Rafael Dumas para a disputa de Campeonato Brasileiro e Copa do Brasil.

Além de Juninho, o Flamengo tenta a contratação de Cleber, ex-Corinthians e atualmente no Hamburgo, da Alemanha. A proposta do Flamengo é na casa dos 2 milhões de euros pelo zagueiro, mas a direção do Hamburgo deseja valorizar com uma possível venda de Cleber – por isso quer, ao menos, 2,5 milhões para negociá-lo nessa janela de transferências.

Recentemente o Hamburgo vem passando por algumas mudanças em sua cúpula, e ainda não contratou um novo diretor de futebol. Até a chegada de um novo profissional na área, a posição dos alemães não seria rechaçar qualquer oferta rubro-negra, porém, para haver negócio, os valores por parte dos cariocas precisam aumentar.



Esportista de hobby, mas jornalista de profissão. Trabalhou como repórter do O Estado de S. Paulo, Revista TÊNIS. Tênis Virtual e CurtaTÊNIS em coberturas nacionais e internacionais de grandes eventos.