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Saiba quem são os jogadores que carregam o rótulo de “Novo Messi”

O surgimento de Lionel Messi no time principal do Barcelona, em 2006, fez os clubes do mundo inteiro espalharem olheiros pelos quatro cantos do mundo em busca de novos talentos. Da Argentina, terra de origem do craque catalão, a Ásia, surgem nomes a todo mundo que carregam o rótulo de “Novo Messi” do mundo da bola. E, aí, pinta aquela pergunta: será possível repetir o feito do Barcelona?

Péterson Neves
Jornalista com passagens pelo Portal R7, Jornal do Trem, Impacto Comunicação, Dialoog Comunicação e Comunicale. Contato: petersongneves@gmail.com

Crédito: Crédito da foto: Reprodução/Facebook do Barcelona

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O Torcedores.com levantou uma lista de nomes de “Novos Messi” que você já ouviu e sabe que os atletas estão longe do patamar apresentado por Lionel com a camisa do Barcelona.

Pablo Dybala – O atacante de 22 anos ganhou destaque na Itália com a camisa do Palermo, clube que defendeu entre 2012 e 2015, até ser vendido para o Juventus por  32 milhões de euros (R$ 142 milhões). Conhecido pelo estilo de jogo ousado — com dribles desconcertantes, finalizações certeiras e passes precisos — o atacante da Juve ganhou o rótulo de “novo Messi” e é disputado pelos principais clubes europeus. Segundo o jornal “Tuttosport”, o clube de Turim até já recusou uma oferta do Barcelona de 80 milhões de euros (R$ 357 milhões).

Juan Manuel Iturbe – Cria da base do Cerro Porteño, do Paraguai, Iturbe defendeu o país no sub-17, mas optou por jogar pelo seu país de origem e, em 2011, defendeu a camisa argentina no Mundial sub-20. O atleta ganhou destaque no cenário mundial da bola e o rótulo de “Novo Messi” após passagem com gols e dribles incríveis pelo Verona, da Itália. Em 2014, a Roma investiu R$ 101 milhões em sua contratação e aguarda até hoje o futebol de Messi surgir no jogador.

Erik Lamela – Aos 24 anos, o meia atacante do Tottenham, da Inglaterra, quase se transferiu para o Barcelona ainda garoto. Jovem, habilidoso e goleador, Lamela ganhou o rótulo de “novo Messi” na base do River Plate e sua boa passagem com gols pela Roma, da Itália, em 2011, atraiu os olheiros do mundo inteiro. O clube inglês venceu a disputa contra os gigantes, usou a parte da grana que recebeu da venda de Balle ao Real Madrid e adquiriu o meia.

Lucas Patanelli – O jovem de 16 anos das categorias de base do Independiente, da Argentina, é visto pela imprensa argentina como o “Novo Messi” e é alvo do Real Madrid. Lucas, que soma passagens pelas divisões inferiores do Argentino Juniors e River Plate, é visto pelos merengues como a nova arma para bater o craque do Barcelona.

Fernando Valenzuela – Descoberto pelos olheiros do Racing, o jovem de 19 anos chegou ao clube argentino há cinco anos e em pouco tempo chamou a atenção pelo futebol refinado e golaços. Tido como o “Novo Messi” pela diretoria do Racing, Valenzuela já foi preterido pro Cruzeiro e Flamengo, mas os argentinos não liberaram. Hoje, o jogador busca espaço na seleção argentina para se transformar numa realidade.

Guido Vadala – O meia-atacante de 19 anos, revelado pelo Boca Juniors, foi cedido em definitivo à Juventus em troca de Carlitos. O jogador é chamado na Argentina de “novo Messi”, já que também é baixinho (1,64m), tem estilo de jogo parecido com o de La Pulga e nasceu em Rosário, mesma cidade-natal do camisa 10. No entanto, em 2009, o jogador foi reprovado nos testes no Barcelona. Será que emplaca na Juve?

Lee Seung-Woo – O jovem de 14 anos é chamado de “Messi coreano” na Ásia. Levado a La Masia, a fábrica de promessas catalã, com apenas 13, ele tem surpreendido a comissão técnica espanhola com gols bonitos, passes surpreendentes e fintas desconsertantes. Atualmente, Lee atua pelas categorias de base do Barcelona e é a grande aposta para daqui quatro anos. É um nome que pode fazer o fraco futebol coreano ganhar vida.

Maxi Rolón – Contratado pelo Barcelona, em 2010, aos 10 anos, depois de se destacar numa escola de futebol do clube catalão na Argentina, criada justamente para que um “novo Messi” fosse encontrado, Maxi rodou pelas principais equipes de base do Barça, mas não teve o mesmo sucesso dos amigos Sandro e Munir, promovidos à equipe A. Sem espaço, Rolón veio jogar no Santos para tentar reencontrar o futebol que encantou os olheiros espanhóis.