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Edgardo Bauza ‘alfineta’ críticos do início de temporada: “Pouquíssimos imaginavam isso”

No início do ano, o São Paulo era tachado como “patinho feio” da Libertadores. A classificação à próxima fase demonstrou isso. De forma sofrida, com um empate diante do The Strongest (BOL), veio a chance de disputar o mata-mata. Considerado azarão, foi aos poucos crescendo na competição e, nesta quarta-feira (18), mesmo perdendo por 2 a 1, eliminou o Atlético-MG e tornou-se o único time brasileiro sobrevivente no torneio. Para o técnico Edgardo Bauza, o atual estágio não era imaginado por quase ninguém.

Márcio Donizete
Jornalista desde 2012, com passagens pelos jornais ABCD Maior e Diário do Grande ABC, além do canal NET Cidade de TV. Foi repórter colaborador, líder de colaboradores e editor no Torcedores.com. Apresenta o Lente Esportiva ABC em lives no Facebook e Youtube.

Crédito: Crédito de imagem: Reprodução/TV

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“Em quatro meses, a equipe foi crescendo. Hoje defende melhor do que quando começamos. Eu quero uma equipe efetiva, que ataque e defenda quando precisar. Estamos bem, estou contente. Estamos entre os quatro melhores da América, e são pouquíssimos que imaginavam isso”, disse o treinador argentino, que falou sobre a partida no Independência. Para ele, o início de jogo foi fundamental para o resultado, mas que a equipe soube se organizar depois.

“O mais importante foi a ordem que a equipe conseguiu manter. Começamos muito mal, sabíamos que o Atlético iria pressionar com muita intensidade, tomamos os dois gols. A equipe demorou 15 minutos para se encontrar em campo. O Atlético nos obrigou a marcar com todo mundo. Mas a ordem em campo foi fundamental”, explicou Patón.

Para o comandante, fazer gols fora de casa é crucial na Libertadores, algo que favoreceu o Tricolor no Horto. Não levou tentos e venceu por 1 a 0 no Morumbi, semana passada, o que ocasionou a classificação em Belo Horizonte. Fruto dos treinamentos de bola parada. “Na Libertadores é importante fazer gols como visitante, é uma arma muito importante. Quando cheguei para trabalhar no São Paulo, um dos problemas era a bola parada. A favor e contra, era grave. Hoje é uma arma importantíssima para nós. Não sofremos tantos gols, e fizemos muitos. Isso é fruto do trabalho”, ressaltou Edgardo Bauza.