Conheça os brasileiros que jogaram a Eurocopa

Deco/Facebook Oficial

Mesmo com o futebol brasileiro oscilando muito, em termos de Seleção, nesses últimos tempos(pelo menos, desde a Copa de 2006), o Brasil continua ‘exportando’ jogadores para outras seleções. Na história da Eurocopa tem até ‘brasileiro’ campeão do torneio. Confira a lista:

Marcos Senna – Espanha

Campeão Brasileiro e Mundial pelo Corinthians e vice da Libertadores pelo São Caetano, Senna  foi para o futebol espanhol defender o Villareal. O sucesso no ‘Submarino Amarillo’ levou o volante a disputar a Euro 2008 pela Espanha. A ‘Furia’ foi campeã dessa edição e Marcos Senna é o único brasileiro campeão do torneio até hoje.

Kevin Kuranyi – Alemanha

O carioca é filho de pai germânico e mãe panamenha. O centroavente com passagens por Schalke 04 e Hoffenheim, também disputou a Eurocopa de 2008.

Pepe – Portugal

O atual zagueiro do Real Madrid vai disputar esse ano, na França, sua terceira Eurocopa. O alagoano de nascimento também esteve na seleção lusa nas edições de 2008 e 2012.

Eduardo da Silva – Croácia

Revelado no campeonato de favelas da CBF e nascido no Rio de Janeiro foi ainda menino para o país na região dos balcãs. Depois de um sucesso estrondoso com a camisa do Croatia Zagreb, disputou a Euro passada pela seleção terceira colocada no Mundial de 98.

Thiago Motta – Itália

 Cria do Juventus da Mooca, Thiago já disputou o torneio, em 2012, pela ‘azurra’ e na Euro 2016 herdou a camisa 10 de Francesco Totti.

Deco – Portugal

O volante era o homem de confiança de Felipão em 2004, quando foi vice campeão e também disputou a edição seguinte realizada na Áustria/Suíça.

Paulo Rink – Alemanha

O eterno parceiro de ataque de Oséas no Atlético Paranaense, foi contratado pelo Bayern Leverkusen, em 1997. Seus gols chamaram a atenção do técnico Ruddi Voler, já que a ascendência alemã de Rink facilitava a naturalização. O atacante disputou a Euro 2000.

Donato – Espanha 

O zagueiro/lateral foi primeiro brasileiro, a defender uma seleção na competição. Sua naturalização foi fruto da idolatria que a torcida do La Corunha tinha (e tem) pelo jogador ex-Vasco.