GUIA RIO 2016 TORCEDORES.COM – SAIBA TUDO SOBRE A CANOAGEM DE VELOCIDADE

O Torcedores.com começa hoje um especial para os Jogos Olímpicos do Rio de Janeiro 2016. Contaremos um pouco da história de cada esporte olímpico, algumas curiosidades para você contar por aí, além de informar os favoritos das provas e quem são os brasileiros nelas. Começamos falando da canoagem velocidade, prova em que o Brasil pode surpreender  conquistar até 3 medalhas.

Redação Torcedores
Colaborador do Torcedores

Crédito: crédito: reprodução site Rio 2016

LEIA O GUIA RIO 2016 DE OUTROS ESPORTES:
ATLETISMO, BADMINTONBASQUETE MASCULINO, BASQUETE FEMININO, BOXECANOAGEM VELOCIDADECANOAGEM SLALOM, CICLISMO BMX, CICLISMO ESTRADA, CICLISMO MOUNTAIN BIKE, CICLISMO PISTA, ESGRIMAFUTEBOL MASCULINOFUTEBOL FEMININO, GINÁSTICA ARTÍSTICA, GINÁSTICA RÍTMICA, GINÁSTICA DE TRAMPOLIM, GOLFEHANDEBOLHIPISMO, JUDÔ, LEVANTAMENTO DE PESO, LUTA, MARATONA AQUÁTICA, NADO SINCRONIZADO, NATAÇÃO, PENTATLO MODERNOPOLO AQUÁTICO, REMORUGBY DE SETE, SALTOS ORNAMENTAIS,TAEKWONDOTÊNISTÊNIS DE MESA,TIRO COM ARCOTIRO ESPORTIVO, TRIATLO, VELAVÔLEI FEMININO, VÔLEI MASCULINOVÔLEI DE PRAIA

ESPORTE: CANOAGEM VELOCIDADE

INTRODUÇÃO: a canoagem é uma das práticas mais antigas do mundo e seu uso como meio de transporte data de muitos anos antes de Cristo. Desde então, diferentes modelos de canoas foram vistos em diversos lugares do mundo, desde a Polinésia até o Leste da América do Norte. Elas eram usadas por exploradores europeus na América do Norte no século XVII. A cidade de Quebéc no Canadá, por exemplo, foi fundada por Samuel de Champlain, que descobriu o local em uma canoa. Como prática esportiva, entretanto, só começou a ser desenvolvida na segunda metade do século XIX. As primeiras corridas foram organizadas em Londres pelo escocês John MacGregor em 1869. Ele inventou um novo tipo de canoa totalmente revolucionária para a época, a batizou de Rob Roy e em seguida pois sua invenção em prática pela primeira vez. Essa canoa é considerada precursora do caiaque de hoje em dia. Suas viagens através da Europa e da África com sua canoa ajudaram a difundir o esporte, que ganhou mais força com a fundação da Federação Internacional de Canoagem em 1924, mesmo ano da estreia do esporte em Jogos Olímpicos como modalidade demonstrativa. A Partir de 1936, as competições masculinas entraram de vez para o programa olímpico. As mulheres competiram pela primeira vez em 1948, nos Jogos de Londres. Atualmente, são disputadas oito provas no masculino (K1 1000 m, C1 1000 m, K1 200 m, C1 200 m, K2 200 m, K2 1000 m, C2 1000 m e K4 1000 m) e quatro no feminino (K1 500 m, K1 200 m, K2 500 m e K4 500 m).

A Canoagem ganhou mais espaço na mídia brasileira com os bons resultados de Isaquias Queiroz, campeão mundial em 2015. Para Os Jogos do Rio, o Brasil tem representantes nas provas do C1 200m Masculino, C1 1000m masculino, C2 2000m masculino, K2 200m masculino e K1 1500m feminino.

 

VOCÊ SABIA? 

  • Que o inventor da canoagem John MacGregor teve experiências traumáticas com as águas antes de criar o esporte? Quando criança, o barco em que estava com seus pais na Índia pegou fogo e eles tiveram que ser resgatados.
  • Que a canoa tem um convés aberto, o tripulante fica de joelhos, o remo tem apenas uma pá e que apenas homens competem? No caiaque, o convés é fechado, o tripulante rema sentado, com um remo com duas pás e homens e mulheres competem.
  • Que as letras C e K indicam o tipo de embarcação (C para canoa e K para caiaque – do inglês kaiak), os números 1 e 2 indicam o número de tripulantes e os números 200, 500, 1000 indicam a distância em metros a ser percorrida?
  • Que nem toda canoa é um caiaque, mas todo caiaque é uma canoa?

 

CANOAGEM MASCULINA

C1 200m MASCULINO

HISTÓRICO: A prova do C1 200m e uma das três provas que foram adicionadas ao programa olímpico da canoagem em Londres 2012. Ela entrou no lugar da antiga prova de 50m (na qual Isaquias Queiroz se sagrou campeão mundial em 2013 e 2014), a prova mais curta disputada com a canoa. Em Londres, a medalha de ouro ficou com o ucraniano Iurii Cheban, a prata com o lituano Jevgenij Shuklin e o bronze com o russo Ivan Shtyl.

 

QUEM CHEGA FORTE AO RIO:

Essa é a prova mais disputada da canoagem, sem um grande favorito a ganha-la.  Para se ter uma ideia, nenhum atleta repetiu pódio nos Mundiais do ciclo olímpico. Em 2013, 2014 e 2015 nove competidores diferentes conquistaram medalhas, inclusive Isaquias Queiroz (foto)bronze ano passado. O atleta da Bielorrúsia Artsem Kozyr, campeão mundial em 2015, não disputará a prova por causa do veto aos atletas deste país por conta. O atleta da Ucrânia Iurii Cheban, campeão mundial de 2014 e da Olimpíada de 2012, foi apenas o nono no Mundial do ano passado. São pelo menos 12 candidatos para três medalhas. Abaixo, uma lista com 10 atletas que devem figurar entre as primeiras colocações e seus melhores resultados no último ciclo olímpico.

 

crédito: reprodução facebook

crédito: reprodução facebook

MELHORES RESULTADOS NO ÚLTIMO CICLO OLÍMPICO DOS PRINCIPAIS PARTICIPANTES:

Iurii Cheban (Ucrânia) –  Campeão olímpico 2012, campeão mundial 2014, segundo na principal competição de 2016

Li Qian (China) – vice-campeão mundial 2015

Isaquias Queiroz (Brasil) – terceiro colocado no mundial 2015

Timur Khaidarov (Cazaquistão) – campeão da principal competição de 2016

Stefan Holtz (Alemanha) – terceiro colocado na principal competição de 2016

Valentin Demyanenko (Azerbaijão) – campeão mundial em 2013

Jevgenij Shuklin (Lituânia) – terceiro colocado no mundial 2014

Alfonso Benavides (Espanha) – terceiro colocado no europeu 2014, terceiro colocado no mundial 2013

QUEM REPRESENTA O BRASIL?

Quem tentará uma inédita medalha para o Brasil é o baiano Isaquias Queiroz, de 21 anos. Ele é a principal esperança da canoagem brasileira. Conquistou bronze no C1 200m no Mundial de Milão em uma prova onde sua largada foi ruim. Se tivesse largado bem, teria levado o título. Ele foi ouro também nos Jogos Pan-americanos de Toronto nessa mesma prova. É treinado por Jesus Morlán, espanhol que tem em seu currículo 5 medalhas olímpicas e 12 medalhas em mundiais.

Como dissemos, não há um grande favorito neste ano. Acreditamos que esse período de treinos intensos com o excelente treinador e o fato de estar competindo no Brasil, tornam as chances de medalha de Isaquias altas.

PALPITE DO GUIA:

ouro: Isaquias Queiroz (Brasil)

prata: Martin Fuksa (Ucrânia)

bronze Alfonso Benavides (Espanha)

 

C1 1000m MASCULINO

HISTÓRICO: A prova do C1 1000m está no programa olímpico desde a primeira participação da canoagem em Jogos Olímpicos, em 1936. Os países mais tradicionais na modalidade são a Alemanha (4 ouros e duas pratas), a Hungria (3 ouros e duas pratas), República Tcheca (3 ouros e 1 pratas) e Canadá (1 ouro e 3 bronzes).  Desde 2000, só Alemanha, Espanha e Hungria conseguiram colocar atletas entre os 3 primeiros, com destaque para o espanhol Davi Cal, medalhista nas últimas três edições.

 

QUEM CHEGA FORTE AO RIO:

Essa é uma das três provas que o brasileiro Isaquias Queiroz, melhor atleta da história do Brasil na canoagem, irá disputar. Ele não é o favorito nela, entretanto. Esse posto fica com o alemão Sebastian Brendel (foto), atual campeão olímpico, europeu e campeão mundial em 2014. Apesar da sexta colocação no Mundial 2015, venceu duas das principais competições em 2016. Também devem brigar por medalhas Serghei Tarnovschi (Moldávia), Martin Fuksa (República Tcheca), o campeão olímpico de 2008 Attila Vadja (Hungria),  o medalhista de bronze em 2012 (Mark Oldershaw (Canadá) e Isaquias Queiroz (Brasil).

Abaixo, uma lista com 8 atletas que devem figurar entre as primeiras colocações e seus melhores resultados no último ciclo olímpico. Os cinco primeiros são os que consideramos com mais chances de conquistar as medalhas

 

crédito: reprodução facebook

crédito: reprodução facebook

MELHORES RESULTADOS NO ÚLTIMO CICLO OLÍMPICO DOS PRINCIAIS PARTICIPANTES:

Sebastian Brendel (Alemanha) –  Campeão olímpico 2012, campeão mundial 2014, campeão europeu 2014, vice-campeão, vencedor das duas provas mais importantes de 2016

Serghei Tarnovschi (Moldávia) –  campeão mundial 2015. Duas medalhas de prata nas provas mais importantes de 2016

Attila Vadja (Hungria) –, campeão mundial 2013, vice-campeão mundial 2015, terceiro colocado no mundial 2014

Martin Fuksa (República Tcheca) – vice-campeão mundial 2014, terceiro colocado no mundial 2015

Mark Oldershaw (Canadá) – terceiro colocado olímpico em 2012, sexto no Mundial 2015

Mathieu Goubel (França) – quarto no mundial 2015

Pavlo Altukhov (Ucrânia)  –  quinto no mundial 2015, quarto no mundial 2014

Riwei Wang (China) – finalista nas últimas principais provas de 2016

 

QUEM REPRESENTA O BRASIL?

Quem tentará uma inédita medalha para o Brasil é o baiano Isaquias Queiroz, de 21 anos. Ele é a principal esperança da canoagem brasileira. Competirá o C1 000m, que é a sua melhor prova. O atleta teve um ano de 2015 mágico, conquistando o ouro no C2 1000m e o bronze no C1 200m no Mundial de Milão. Em 2013 e 2014 o baiano foi bicampeão mundial dos C1 500m (prova não olímpica). Nos Jogos Pan-Americanos de Toronto ele ganhou dois ouros (C1 1000m e C1 200m) e um bronze (C2 1000m). Ele é treinado por Jesus Morlán, espanhol que tem em seu currículo 5 medalhas olímpicas e 12 medalhas em mundiais. No Mundial 2015, ele não disputou a prova do C1 1000m

Em 2016, ele não foi muito bem, entretanto. Teve uma boa largada na única prova que competiu no ano, liderou por 800m mas não aguentou o fim, foi superado pelos adversários e sequer completou a prova.

É a sua primeira participação em Jogos Olímpicos e o C1 1000m é sua melhor prova. Diríamos que suas chances de medalha são de médias a altas

PALPITE DO GUIA:

Acreditamos que a má participação em 2016 de Isaquias foi pontual. O técnico Jesus Mórlan é muito competente e deve estar treinando bem o garoto, que remando em casa, tem tudo para fazer um bom resultado

ouro: Sebastian Brendel (Alemanha)

prata: Serghei Tarnovschi (Moldávia)

bronze: Isaquias Queiroz (Brasil)

 

C2 1000m MASCULINO

HISTÓRICO: A prova do C2 1000m está no programa olímpico desde a primeira participação da canoagem em Jogos Olímpicos, em 1936. Romênia e União Soviética são os países com mais tradição no esporte. As duas levaram 5 medalhas de ouro cada, alternando o principal lugar no pódio por 32 anos. Depois do fim da Guerra Fria e da União Soviética, a Romênia decaiu (conseguiu apenas duas medalhas desde 1996 – um ouro em 2000 e uma prata em 1996), abrindo espaço para a Alemanha. Desde 1992, os alemães conquistaram seis medalhas em seis edições dos jogos, sendo 4 de ouro, uma de prata e uma de bronze. Rússia e Bielorrússia cresceram bastante a partir de 2004, tendo medalhado nas 3 edições até 2012, em Londres..

 

QUEM CHEGA FORTE AO RIO:

A dupla de remadores do Brasil chega com a faixa de campeã do mundo em 2015 para os Jogos do Rio. Os dois não terão vida fácil ao defender o título, entretanto. A dupla da Hungria, que bateu na trave nos dois últimos mundiais, vem tentar destronar os brasileiros em casa. Além deles, mais quatro duplas devem incomodar: Ucrânia, Polônia, Moldávia e Alemanha, que conta com um dos campeões olímpicos de 2012

Abaixo, uma lista com 6 duplas que devem figurar entre as primeiras colocações e seus melhores resultados no último ciclo olímpico. Os cinco primeiros são os que consideramos com mais chances de conquistar as medalhas.

 

MELHORES RESULTADOS NO ÚLTIMO CICLO OLÍMPICO DOS PRINCIAIS PARTICIPANTES:

Isaquias Queiroz e Erlon de Souza (Brasil) –  Campeões mundiais em 2015

isaquias erlon

Henrik Vasbanyai e Robert Mike (Hungria) – campeões mundiais em 2013, vice-campeões mundiais em 2015 e 2014

Dmytro Ianchuck, Taras Mishchuk (Ucrânia)– terceiros colocados na principal competição 2016, quartos colocados no Mundial 2015

Piotr Kuleta e Marcin Grzybowski (Pôlonia)- terceiros colocados no mundial 2015

Yul Oeltze e Ronald Verch (Alemanha) – terceiros colocados no mundial 2014 e no europeu 2014

Jaroslav Radon e Filip Dvorák (Rep. Tcheca) – terceiros colocados na principal competição 2016 e no Mundial 2013

QUEM REPRESENTA O BRASIL?

A dupla campeã mundial em 2015 é composta por Isaquias Queiroz, de 21 anos e Erlon de Souza, de 25 anos. Os dois não foram bem na prova mais importante do ano, disputada em maio. Largaram bem, mas cansaram no fim, chegando apenas na sétima colocação. Entretanto, os europeus disputaram essa prova no ápice do treinamento, já que se preparavam para o pré-olímpico. Os brasileiros não estavam no seu ápice. Os dois estão treinado em Lagoa Santa com o técnico Jesus Mórlan, um dos melhores da história. Acreditamos que as chances de uma medalha são atlas

 

PALPITE DO GUIA:

ouro: Henrik Vasbanyai e Robert Mike (Hungria)  

prata: Dmytro IANCHUK, Taras MISHCHUK (Ucrânia)

bronze: Isaquias Queiroz e Erlon de Souza (Brasil)

 

K1 200m MASCULINO

HISTÓRICO: A prova do k1 200m e uma das três provas que foram adicionadas ao programa olímpico da canoagem em Londres 2012. É a prova mais curta disputada com o caiaque. Em Londres, a medalha de ouro ficou com o britânico Ed McKeever, a prata com o espanhol Saúl Craviotto e o bronze com o canadense Mark de Jonge.

 

QUEM CHEGA FORTE AO RIO:

O Grande favorito é o canadense Mark De Jonge (foto), medalhista de bronze nos Jogos de Londres, 2012. Ele é o atual b-campeão mundial e ficou em segundo em 2013.  Ele parece estar um passo à frente dos demais. Devem brigar por medalhas o lituano Ignas Navakauskas e o sueco Peter Menning, dois atletas bastante regulares nas principais competições. O espanhol Saúl Craviotto, medalhista de prata em Londres tentará ficar na frente do canadense mais uma vez. Além deles, fique de olho nos atletas de França e Letônia também.

crédito: reprodução facebook

crédito: reprodução facebook

MELHORES RESULTADOS NO ÚLTIMO CICLO OLÍMPICO DOS PRINCIAIS PARTICIPANTES:

Mark De Jonge (Canadá) –  Campeão mundial em 2015 e 2014, vice-campeão mundial em 2013, terceiro colocado em Londres 2012

Peter Menning (Suécia)– Campeão mundial 2013, vice-campeão mundial 2014, terceiro colocado no mundial 2015

Saúl Rivero (Espanha) – terceiro colocado nos mundiais 2014 e 2013

Ignas Navakauskas, (Lituânia) – bronze no europeu 2014, quarto colocado no mundial 2015

Maxime Beaumont (França)- vice-campeão mundial 2015

Aleksejs Rumjancevs (Letônia) –  vice-campeão da principal competição em 2016

 

QUEM REPRESENTA O BRASIL?

O Brasil não possui representantes nesta prova. Pela América do Sul, ao Argentina e o Equador disputam a prova e o último tem chances de brigar por uma medalha, embora não seja favorito

PALPITE DO GUIA:

ouro: Mark De Jonge (Canadá)  

prata: Peter Menning (Suécia)

bronze: Ignas Navakauskas, (Lituânia)

K1 1000m MASCULINO

HISTÓRICO: A prova do K1 1000m está no programa olímpico desde a primeira participação da canoagem em Jogos Olímpicos, em 1936. É amplamente dominada pelos países nórdicos. S Suécia conquistou 4 ouros de 1948 até 1968, conquistando ainda uma prata. A Dinamarca foi outra que teve destaque nas primeiras 7 edições da prova, incluindo uma medalha de ouro. Nos anos 1970 e 1980, países do Leste Europeu e os aliados da União Soviética tomaram o lugar dos nórdico como potências. Destaque para a Alemanha Oriental, com dois ouros, além da Romênia e da Hungria. Entre 1980 e 1990, Estados Unidos e Austrália figuraram entre as primeiras colocações até que a Noruega recolocou os países nórdicos no topo do esporte em 1996. Desde então, os noruegueses têm 4 medalhas de ouro e uma prata nas últimas 5 edições dos jogos.

QUEM CHEGA FORTE AO RIO:

O alemão Max Hoff (foto), bronze nos Jogos de 2012, fez um início de clico olímpico forte em 2013 e 2014. Entretanto, viu seus rivais crescerem a partir de 2014. O dinamarquês René Poulsen é atual o campeão mundial e vem bem em 2016. Além deles, os atletas da República Tcheca, Bulgária e Portugal devem brigar com os dois pelas medalhas.

crédito: reprodução facebook

crédito: reprodução facebook

 

MELHORES RESULTADOS NO ÚLTIMO CICLO OLÍMPICO DOS PRINCIAIS PARTICIPANTES:

Max Hoff (Alemanha) –  Campeão mundial 2013 e 2014, campeão europeu 2014, vice-campeão olímpico em 2012, terceiro colocado na principal competição em 2016

René Poulsen (Dinamarca) – campeão mundial em 2015, vice-campeão europeu em 2014, terceiro colocado no mundial em 2014, campeão da principal competição em 2016

Josef Dostal (Reoública Tcheca) – campeão mundial 2014, vice-campeão mundial 2015

Miroslav Kirchev (Bulgária) – vice-campeão mundial 2014

Fernando Pimenta (Portugal)– terceiro colocado no mundial 2016,  terceiro colocado no europeu 2014

QUEM REPRESENTA O BRASIL?

O Brasil não tem representantes nesta prova. A vaga das Américas ficou com o Canadá.

 PALPITE DO GUIA:

ouro: René Poulsen (Dinamarca)  

prata: Josef Dostal (Rep. Tcheca)

bronze: Max Hoff (Alemanha)

 

K2 200m MASCULINO

HISTÓRICO: A prova do k2 200m e uma das três provas que foram adicionadas ao programa olímpico da canoagem em Londres 2012. É a prova mais curta disputada com o caiaque. Em Londres, a medalha de ouro ficou com os russos Alexander Dyachenko e Yury Postrigay, a prata para os atletas da Bielorrússia Raman PiaTrushenka e Vadzim Makhneu e o bronze com os britânicos Liam Heath e Jon Schofield

 

QUEM CHEGA FORTE AO RIO:

A dupla da Sérvia (foto) e a da Hungria são as que chegam melhor no Rio. No mundial 2015, vitória dos húngaros e terceira colocação para os sérvios. Na principal competição em 2016, as duas duplas chegaram empatadas na segunda colocação, algo muito raro na canoagem.  Fique atento também para as duplas de França, Alemanha, Espanha, Lituânia, nos britânicos medalhistas em Londres e nos atuais campeões olímpicos russos. Os oito primeiros colocados do mundial 2015 são praticamente os mesmos da etapa disputada na Alemanha, a mais importante de 2016. O pódio não deve ter muitas surpresas.

crédito: reprodução facebook

crédito: reprodução facebook

 

MELHORES RESULTADOS NO ÚLTIMO CICLO OLÍMPICO DOS PRINCIAIS PARTICIPANTES:

Nebojsa Grujic e Marko Novakovic (Sérvia) –terceiros colocados no mundial em 2015, vice-campeões na maior competição 2016, campeões mundiais 2014, vice-campeões europeus 2014

Sandor Totka e Peter Molnar (Hungria) – campeões mundiais em 2015, vice-campeões na maior competição 2016

Alexander Dyachenko e Yury Postrigay (Rússia) – vice-campeões mundiais 2015, campeões olímpicos 2012

Liam Heath e Jonathan Schofield (Grã-Bretanha) – terceiros colocados na olimpíada de Londres, quinta colocação no mundial 2015, quartos-colocados no mundial 2014

Sebastien Jouve e Maxime Beaumont (França) – terceiros colocados na principal competição em 2016 e também no mundial 2014, quarto colocados no mundial 2015

Ronald Rauhe e Tom Liebscher (Alemanha) –  quartos colocados na principal competição em 2016, quintos colocados no Mundial 2016, campeões europeus 2014, vice-campeões mundiais 2014

Aurimas Lankas e Edvinas Ramanauskas (Lituânia) – terceiros colocados no europeu 2014

Saúl Craviotto e Cristian Toro (Espanha) – campeões da principal competição em 2016

QUEM REPRESENTA O BRASIL?

Edson Silva e Gilvan Ribeiro (foto) conseguiram a vaga para o Brasil no Campeonato Pan-Americano de canoagem velocidade, em Gainesville, nos Estados Unidos, em maio deste ano. Após a vaga, a dupla conseguiu chegar na final da 2ª etapa da Copa do Mundo de Canoagem, a segunda mais importante do mundo , que contou com cinco favoritos as medalhas citados acima. Terminaram em sétimo lugar. Se conseguirem repetir a final no Rio, já seria um ótimo resultado. As chances de medalhas são baixas

crédito: reprodução site Rio 2016

crédito: reprodução site Rio 2016

PALPITE DO GUIA:

ouro: Nebojsa Grujic e Marko Novakovic (Sérvia)  

prata: Sebastien Jouve e Maxime Beaumont (França)

bronze: Sandor Totka e Peter Molnar (Hungria)

 

K4 1000m MASCULINO

HISTÓRICO: A prova do K4 1000m está no programa olímpico desde a primeira participação da canoagem em Jogos Olímpicos, em 1936. Nas primeiras cinco edições, destaque para União Soviética (4 ouros), Noruega (1 ouro) e para países do Leste Europeu como a Romênia (3 pratas e um bronze) e Hungria. Nas edições de 1980 até 1996, destaques para a Alemanha Oriental que conseguiu um ouro e um bronze antes de deixar de existir após o fim da Guerra Fria. Com a unificação, a Alemanha passou a ter mais força no K4, conseguindo um bi-campeonato em 1992 e 1996, duas pratas em 2004 e 2004 e um bronze em 2008. A partir de 80, vimos o surgimento da Austrália como potência (dois ouros e um bronze desde 1984), assim como a Hungria, bi-campeã em 2000 e 2004.

QUEM CHEGA FORTE AO RIO:

A Eslováquia entrou para o cenário de potências após duas medalhas olímpicas seguidas em 2004 e 2008. Neste último ciclo olímpico, conseguiu o título mundial em 2015 e vem bem em 2016. Não é a favorita absoluta, entretanto. Os quartetos de Hungria, Austrália e República Tcheca devem brigar pelas medalhas com os eslovacos. Portugal Espanha podem surpreender

MELHORES RESULTADOS NO ÚLTIMO CICLO OLÍMPICO DOS PRINCIPAIS PARTICIPANTES:

Eslováquia-  Campeões mundiais em 2015, terceiros colocados em uma das principais competições em 2016

Austrália – duas vezes no pódio (prata e ouro) nas principais competições de 2016, terceiros colocados no mundial 2013, quartos no mundial 2015

Hungria – campeões mundiais em 2013, vice-campeões mundiais em 2015 e terceiros colocados no mundial 2014

República Tcheca– Campeões mundiais e campeões europeus em 2014, terceiros colocados no mundial 2015, vice-campeões mundiais 2013

Portugal – vice-campeões mundiais em 2014 e vice-campeões europeus em 2014

 

QUEM REPRESENTA O BRASIL?

Roberto Maehler, Celso Oliveira, Vagner Souta e Gilvan Ribeiro representarão o Brasil. Nosso país não havia se classificado para esta prova, mas herdou a vaga da Bielorrússia e também da Romênia, suspensas pela  Federação Internacional de Canoagem por conta de doping. No Mundial, o quarteto acabou na quinta colocação. As chances de medalha são baixas

PALPITE DO GUIA:

ouro: Austrália  

prata: Eslováquia

bronze: República Tcheca

 

CANOAGEM FEMININA

K1 200m FEMININO

HISTÓRICO: A A prova do k1 200m e uma das três provas que foram adicionadas ao programa olímpico da canoagem em Londres 2012. Na ocasião, o ouro ficou com a Nova Zelândia, a prata com a Ucrânia e o bronze com a Hungria.

 

QUEM CHEGA FORTE AO RIO:

A neozelandesa Lisa Carrinnton (foto) é favorita absoluta ao bi-campeonato. Ela talvez seja a maior favorita a conquistar o ouro tanto na canoagem feminina como na masculina. Simplesmente venceu tudo que disputou de mais importante desde 2013. Um pouco abaixo, está a atleta Marta Walczykiewicz da Polônia. Ela foi a única mais constante nas principais competições no último ciclo e deve medalhar no Rio. A outra medalha está em aberto. Azerbaijão, Espanha, França e Cuba são boas concorrentes.

lisa carrington

MELHORES RESULTADOS NO ÚLTIMO CICLO OLÍMPICO DOS PRINCIAIS PARTICIPANTES:

Lisa Carrinton (Nova Zelândia) –  Campeã mundial em 2015, 2014, 2013 e de uma das duas principais competições em 2016

Sarah Guyot (França) – campeã europeia 2014 e campeã de um das principais competiçõ

Marta Walczykiewicz (Polônia) – vice-campeã mundial em 2015 e 2013, dois pódios nas principais competições em 2016

Teresa Portela (Espanha) – terceira colocada no mundial 2015

Inna Osipenko Rodomska (Azerbaijão)– duas medalhas de prata nas duas principais competições em 2016, quarta colocada no mundial 2015

Martina Koholová (Eslovênia) – terceira colocada em uma das principais competições em 2016

QUEM REPRESENTA O BRASIL?

O Brasil não tem representantes nessa prova. A vaga das Américas ficou com Cuba que pode surpreender. No feminino, só temos uma atleta que competirá a categoria K1-500m.

PALPITE DO GUIA:

ouro: Lisa Carrinton (Nova Zelândia)

prata: Inna Osipenko Rodomska (Azerbaijão)

bronze: Sarah Guyot (França)

 

K1 500m FEMININO

HISTÓRICO: A prova do K1 500m está no programa olímpico desde 1948, quando as mulheres começaram a disputar os Jogos Olímpicos. Nas duas primeiras edições, domínio dos países nórdicos, com a Dinamarca vencendo o primeiro título e a Finlândia o segundo. A Partir de 1956, A União Soviética conseguiu o inédito feito de conquistar 5 títulos seguidos, algo nunca alcançado até hoje em nenhuma das provas, tanto no masculino quanto no feminino. A Alemanha Oriental impediu o hexa. Junto com a sua vizinha Ocidental, conquistaram 4 medalhas de 1976 até 1988. Já unificada, venceu o título em 1992. A partir daí, Hungria e Itália cresceram muito, com 3 títulos húngaros (1996, 2004 e 2012) e 3 medalhas italianas (1 ouro em 2000, duas pratas em 2004 e 2008 e bronze em 1996). Em 2012, saiu a primeira medalha de um país africano na história da canoagem olímpica de velocidade, com a África do Sul conseguindo o feito.

 

QUEM CHEGA FORTE AO RIO:

A atleta da Nova Zelândia Lisa Carrinton, a grande favorita a levar ao título no K1 200m, começou a crescer nos 500m em 2013. Sua Ascenção culminou com o título mundial em 2015. Ela conseguiu deixar para trás a atual campeã olímpica Danuta Kozak (foto), da Hungria, que vem mordida e tenta conquistar mais uma medalha olímpica. Outra que chega bem é a primeira medalhista africana da história da canoagem Bridgite Hartley, da África do Sul. Fique de olho também nas atletas da China, Polônia e Canadá.

créd

crédito: reprodução facebook

 

MELHORES RESULTADOS NO ÚLTIMO CICLO OLÍMPICO DOS PRINCIAIS PARTICIPANTES:

Lisa Carrington (Nova Zelândia) –  campeã mundial em 2015. Vice-campeã mundial em 2014, terceira colocada em 2013

Danuta Kozak (Hungria) – Campeã mundial em 2013 e 2014, campeã europeia 2014, campeã olímpica 2014, campeã europeia 2016

Bridgitte Hartley (África do Sul) – terceira colocada em Londres 2012 e no mundial 2014

Inna Osipenko Rodomska (Azerbaijão)bronze na etapa alemã da Copa do Mundo 2016

Yu Zhou (China) – terceira colocada no mundial 2015, campeã em uma das competições importantes em 2016

Emilie Fournel (Canadá) – campeã em uma das competições importantes em 2016

Ewelina Wojnarowska (Polônia) – campeã europeia 2014 e terceira colocada em uma das competições em 2016

 

QUEM REPRESENTA O BRASIL?

A brasileira Ana Paula Vergutz, medalhista de bronze no Pan de Toronto 2015, representa o Brasil. No Mundial 2015, ela alcançou uma semifinal e ficou na sétima colocação. Chegar a uma final seria um grande resultado. As chances de medalha são baixas

crédito: reproduçào facebook

crédito: reproduçào facebook

 

PALPITE DO GUIA:

ouro: Danuta Kozak (Hungria)  

prata: Lisa Carrinton (Nova Zelândia)

bronze:  Inna Osipenko Rodomska (Azerbaijão)

 

K2 500m MASCULINO

HISTÓRICO: A prova do k2 500m estreou em 1960 nos Jogos de Roma e chega a sua décima quinta-edição. Nas 5 primeiras edições, entre 1960 e 1980, domínio de Soviéticos (3 ouros) e Alemães(2 ouros). Hungria e Romênia também tinham tradição àquela época. De 1980 até 2000, a Alemanha continuou forte. Foram 2 títulos para a Alemanha Oriental e mais dois depois da unificação do país. A Suécia com dois ouros e uma prata também teve destaque neste período. Desde 2000, a Hungria finalmente conseguiu chegar ao lugar mais alto do pódio, depois de quatro vezes batendo na trave. Foram dois ouros consecutivos em 2004 e 2008. Elas fazem até hoje uma briga boa com a Alemanha, atuais campeãs em Londres. A Polônia vem de 3 bronzes consecutivos.

QUEM CHEGA FORTE AO RIO:

As duplas da Alemanha e a da Hungria são as que chegam melhor no Rio. No mundial 2015, vitória das húngaras e terceira colocação para as alemãs (que são as atuais campeãs olímpicas). Em uma das principais competições de 2016, vitória das alemãs. No europeu, vitória das húngaras. A disputa deve ser acirrada entre as duas. Devem chegar também Polônia, Sérvia, Romênia e Dinamarca.

MELHORES RESULTADOS NO ÚLTIMO CICLO OLÍMPICO DOS PRINCIAIS PARTICIPANTES:

Gabriella Szabo e Danuta Kozak (Hungria) – campeãs mundiais 2015 e campeãs europeias em 2016

Franziska Weber e Tina Dietze (Alemanha) –  campeãs mundiais em 2013 e terceiras colocadas em 2015, campeãs olímpicas em 2012. Dois pódios em competições importantes em 2016.

Karolina Naja e Beata Mikolajczyk (Polônia) – terceiras colocadas nos mundiais 2013 e 2014, quartas colocadas no mundial 2015, vice-campeãs europeias 2014

Milica Starovic e Dalma (Sérvia) – vice-campeãs no mundial 2015

 

QUEM REPRESENTA O BRASIL?

O Brasil não tem representantes nesta prova. A vaga das Américas ficou com o Canadá.

 PALPITE DO GUIA:

ouro: Franziska Weber e Tina  Dietze (Alemanha)  

prata: Gabriella Szabo e Danuta Kozak (Hungria)

bronze: Karolina Naja e Beata Mikolajczyk (Polônia)

 

K4 500m FEMININO

HISTÓRICO: A prova do K4 1000m feminino estreou apenas nos jogos de Los Angeles, em 1984. As duas primeiras edições viram 6 países conquistarem as medalhas, com ouros para Romênia e Alemanha Oriental.  A partir de 1992, Alemanha e Hungria iniciaram uma rivalidade histórica, com as duas chegando na primeira e na segunda colocação em 6 de 7 finais. As húngaras levaram a melhor sobre as alemãs em 1992, mas depois perderam três vezes seguidas, de 2000 até 2008. Em Londres, voltaram a vencer.

 QUEM CHEGA FORTE AO RIO:

A Alemanha e a Hungria (foto) fazem uma rivalidade que se iniciou em 1992 continua forte até hoje e os dois países devem figurar entre as primeiras colocações no pódio. Entretanto, alguns países chegam para tentar quebrar essa hegemonia. Os quartetos de Polônia, Ucrânia, China, e Grã-Bretanha são países que também devem incomodar e podem chegar ao pódio.

crédito: reprodução facebook

crédito: reprodução facebook

RESULTADOS NO ÚLTIMO CICLO OLÍMPICO DOS PRINCIPAIS PARTICIPANTES:

Hungria – Campeã mundial em 2013 e 2014, vice-campeã em 2015, campeã europeia 2016 e campeã olímpica 2012

Alemanha – vice-campeãs mundiais em 2013, terceiras colocadas no mundial 2015, vice-campeãs olímpicas em 2012, vencedoras de uma das etapas importantes em 2016

Ucrânia– vice-campeãs europeias 2014, campeãs e vice-campeãs em duas das principais competições em 2016

Polônia– vice-campeãs mundiais em 2014

 

QUEM REPRESENTA O BRASIL?

O Brasil não tem representantes nessa prova. A vaga da América do Sul ficou com a Argentina, que pode surpreender no Rio.

PALPITE DO GUIA:

ouro: Hungria

prata: Ucrânia

bronze: Alemanha

 

Recordes Mundiais:

Os recordes mundiais não são tão importantes na canoagem, por que fatores meteorológicos como o vento influenciam muito no tempo do atleta. Entretanto, os recordes estão a seguir:

Masculino

Canoa

Prova                    Tempo                      Atleta(s)                                          País                            Ano

C1 200m              38.137 s               Yuriy Cheban                                     Ucrânia                        2014

C1 1000m            03:44.578  s       Sebastian Brendel                               Alemanha                     2014

C2 1000m            3:28.340 s           Liviu Lazar, Victor Mihalachi              Romênia                        2014

Caiaque

Prova                    Tempo                      Atleta(s)                                          País                                Ano

K1 200m              33.818 s       Mark de Jonge                                           Canadá                       2012

K2 200m              30.500 s       Nebojša Grujić, Marko Novaković              Sérvia                         2014

K1 1000m            3:21.890 s           Max Hoff                                             Alemanha                   2015

K2 1000m            3:06.792 s    Markus Gross, Max Rendschmidt             Alemanha                   2014

K4 1000m            2:46.724s      Daniel Havel, Lukáš Trefil,                       República Tcheca       2014

Josef Dostál, Jan Štêrba

Feminino

Prova                    Tempo                      Atleta(s)                                      País                        Ano

K1 200m              37.898 s         Lisa Carrington                                     Nova Zelândia         2014

K1 500m              1:46.906 s      Bridgitte Hartley                                    África do Sul             2014

K2 500m              1:37.071 s      Yvonne Schuring, Viktoria Schwarz      Áustria                      2015

K4 500m              1:28.219 s      Gabriella Szabó, Danuta Kozák,          Hungria                     2014

Anna Kárász, Ninetta Vad.

Prova                    Tempo                 Atleta(s)                                          País                         Ano

C1 200m              38.137 s             Yuriy Cheban                                 Ucrânia                    2014

C1 1000m            03:44.578  s       Sebastian Brendel                         Alemanha                 2014

C2 1000m            3:28.340 s           Liviu Lazar, Victor Mihalachi        Romênia                   2014