GUIA RIO 2016 TORCEDORES.COM – SAIBA TUDO SOBRE O HIPISMO

O Torcedores.com continua seu especial para os Jogos Olímpicos do Rio de Janeiro 2016 que conta um pouco da história de cada esporte olímpico, algumas curiosidades para você contar por aí, além de informar os favoritos das provas e quem são os brasileiros nelas. Falaremos agora do Hipismo, esporte que já rendeu medalhas ao Brasil e pode render novamente neste ano

LEIA O GUIA RIO 2016 DE OUTROS ESPORTES:
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INTRODUÇÃO: Há mais de 3000 anos que o ser humano vem treinando cavalos para transporte, guerra, trabalho e diversão. Desde a antiguidade, as civilizações já vinham adotando práticas esportivas com cavalos e os Jogos Olímpicos da antiguidade já incluíam provas com os animais. Da Grécia veio também a inspiração para a criação das três modalidades que compõem o hipismo: adestramento, concurso completo de equitação (CCE) e saltos.  O esporte foi testado pela primeira vez dos Jogos Olímpicos da Era Moderna em 1900 e começou a ser recorrente a partir de 1912. É um dos poucos esportes em que homens e mulheres competem de igual para igual, não havendo provas masculinas e femininas. Os Cavalos são mais importantes que os cavaleiros e recebem tratamento VIP.

 hipismo intro

VOCÊ SABIA?

  • Que Damon Hill, Legolas, D’Agostino e Nip Tuck disputarão as provas no Rio em 2016? São os nomes de alguns cavalos presentes no Rio. Os animais são mais importantes que os cavaleiros no esporte
  • Que a neta da rainha da Inglaterra foi medalhista de prata no CCE quatro anos atrás? Ela não virá ao Rio, entretanto
  • Que são 5 tipos de obstáculos nas provas de saltos? São eles: muros de tijolos, postes duplos e paralelos, fosso de água e o triplo.
  • Que pela importância do cavalo na prova, o correto é utilizar o termo “conjunto” para designar o cavaleiro e seu animal?
  • que o adestramento no hipismo, por incrível que pareça, tem muito a ver com o nado sincronizado?

 

SALTOS

COMO FUNCIONA A DISPUTA?

  • disputado numa pista composta por obstáculos, o conjunto tem o objetivo de passar o percurso no menor tempo e sem cometer faltas. É considerado falta derrubar um dos obstáculos ou terminar o percurso num tempo maior que o estipulado pela organização da prova. Geralmente, a cada 4 segundos estourados, um ponto de penalização é acrescentado. Se houver necessidade de desempate os cavaleiros voltam à pista e percorrem um outro percurso e quem fizer menos pontos, vence.
  • 75 conjuntos competem a disputa individual. São 5 rodadas ao todo. Na primeira, os 50 melhores avançam para a segunda. Em seguida, avançam os 45 melhores para a terceira. Vale lembrar que as penalidades são acumulativas. Os melhores 35 avançam para a penúltima rodada, mas nesta fase, cada país pode ter no máximo 3 atletas. Se 4 compatriotas estiverem entre os 35, o pior ranqueado cede lugar ao trigésimo sexto. Na quarta rodada (chamada de rodada final A) A pista é remontada e a pontuação é zerada. Quem fizer menos faltas nesta e na rodada final (rodada final B), vence.

HISTÓRICO: A prova individual dos saltos é a mais antiga do hipismo e está no calendário desde 1900. É dominada predominantemente por países da Europa Central. A Alemanha lidera o quadro de medalhas com cinco ouros. Na sequência aparece a França com 4 e a Itália com 3. O brasileiro Rodrigo Pessoa (foto) herdou a medalha de ouro em 2004 em virtude de dopping do vencedor.

hipismo rodrigo pessoa

 

QUEM CHEGA FORTE AO RIO:

A prova individual do salto não tem um grande favorito, mas sim vários cavaleiros e amazonas que devem brigar pelo título. Para se ter uma ideia, dos 10 primeiros colocados em Londres 2012, apenas o campeão suíço ficou entre os 10 do Mundial 2014. Ele é um dos candidatos novamente em 2016. O francês Patrice Delaveau e seu cavalo Orient Express empataram na primeira colocação do Mundial 2014 com o americano McLain Ward/Rothchild e o holandês Jeroen Dubbeldam/Zennith SFN. No salto de desempate, ficou com bronze. Dos três, ele é o melhor colocado em 2016. Os conjuntos de Alemanha, França, Suíça e Irlanda podem surpreender,

 QUEM REPRESENTA O BRASIL E QUAIS SUAS CHANCES?

O Brasil contará com Doda Miranda (43 anos), Eduardo Menezes (36 anos), Pedro Veniss (33 anos) e Stephan Barcha (26 anos) nos saltos. Doda (foto) é o mais experiente dos brasileiros e disputará a sua quinta olimpíada. Sua melhor colocação foi o décimo primeiro lugar em Londres, quatro anos atrás. Nenhum dos quatro atletas obteve grandes resultados no individual. Entretanto, o que mais importa nos saltos é o cavalo. Além disso, o fator casa auxilia no hipismo Diríamos que as chances de medalha são de médias a baixas.

hipismo doda

 

PALPITE DO GUIA:

Ouro: Patrice Delaveau (França),

prata: Mclain Ward (EUA)

bronze: Harrie Smolders (Holanda)

 

SALTO POR EQUIPES

COMO FUNCIONA A DISPUTA?

  • A competição por equipes tem 3 rodadas para determinar as medalhas. 16 países com 4 conjuntos disputam a prova. Há penalidades se obstáculos forem derrubados (4 pontos são descontados a cada falta) ou se o conjunto estourar o tempo estipulado pela coordenação da prova. Das penalidades proporcionadas pelos cavaleiros, a maior é descontada e as outras três são consideradas como nota da equipe. Os 8 países menos faltosos avançam à segunda rodada. Os 4 atletas dos 8 finalistas executam o percurso novamente e a pontuação é somada com a da primeira rodada. A equipe que perder menos pontos leva o ouro. Se duas ou mais equipes ficarem empatadas, há uma rodada de desempate.

HISTÓRICO: A prova por equipes entrou para o programa olímpico em 1912 e já foi disputada 22 vezes. A Alemanha é a maior vencedora, com oito títulos. Na sequência, Suécia e Estados Unidos vem com três títulos cada, mas os suecos não ganham uma prova desde 1924. A atual campeã Grã-Bretanha tem dois títulos, enquanto que Holanda, Suíça, Canadá, Espanha e México tem as outras medalhas. O Brasil possui duas medalhas de bronze nos jogos de 1996 e 2000.

 

QUEM CHEGA FORTE AO RIO:

A Alemanha é a que chega melhor para os jogos do Rio. Campeã europeia por duas vezes, não conquistou medalhas no mundial 2014, mas chegou entre os primeiros. A Holanda, que perdeu a decisão em Londres 2012 no desempate contra a dona da casa, está disposta a levar o título e sendo a atual campeã mundial, deve brigar. França, Estados Unidos, Grã-Bretanha e o Brasil podem surpreender.

 hipismo alemanha

MELHORES RESULTADOS NO ÚLTIMO CICLO OLÍMPICO DOS PRINCIAIS PARTICIPANTES:

Holanda – campeã mundial 2014, vice-campeã em Londres 2012, quarta colocada no europeu 2015

França – vice-campeã mundial 2014, terceira colocada no europeu 2015 e 2013

Estados Unidos– terceira colocado no mundial em 2014, campeão do Pan 2015

Alemanha – campeã europeia 2015 e em 2013, quarta colocada no mundial 2014

Grã-Bretanha –  vice-campeã europeia 2015, campeã em Londres 2012

Canadá – Vice-campeão do Pan 2015

Brasil – quinto no mundial 2014

 

QUEM REPRESENTA O BRASIL E QUAIS SUAS CHANCES?

O Brasil contará com Doda Miranda (43 anos), Eduardo Menezes (36 anos), Pedro Veniss (33 anos) e Stephan Barcha (26 anos) nos saltos. Além deles, o medalhista de ouro no individual em 2004, Rodrigo Pessoa, foi chamado para ser o primeiro reserva. A justificativa da reserva do campeão olímpico é o condicionamento físico de seu cavalo, pior que o dos outros quatro.

No mundial 2014, o Brasil terminou na quinta colocação e ficou muito próximo da medalha. Nos ranking individuais, nenhum deles tem grandes resultados. Por competir em local conhecido, podem surpreender. As chances de medalha são médias

hipismo doda 2

PALPITE DO GUIA:

Ouro: Holanda

prata: Alemanha

bronze: Grã-Bretanha

BrasIl: quarto lugar

 

CCE INDIVIDUAL

 HISTÓRICO: A prova individual dos saltos é a mais antiga do hipismo e está no calendário desde 1900. É dominada predominantemente por países da Europa Central. A Alemanha e a França têm ambos quatro ouros cada e são as maiores vencedoras.

 hipismo michael jung

QUEM CHEGA FORTE AO RIO:

A Alemanha é a grande força do CCE e chega com 4 conjuntos fortes com chances de medalha em 2016. Para se ter uma ideia, no último campeonato mundial, 4 dos 10 primeiros colocados eram alemães. Dois conjuntos em especial devem brilhar em Deodoro: Michael Jung e seu cavalo Takinou e Sandra Auffarth e seu cavalo Opgun Louvo (ambos na foto acima). Com outros cavalos, foram respectivamente medalhistas de ouro e bronze em Londres. No mundial, fizeram uma dobradinha, com Sandra vencendo desta vez. Em 2016, Michael lidera o ranking.  Duas medalhas devem ir para esses dois.  Fique atento para conjuntos de Grã-Bretanha, Bélgica, Holanda, Estados Unidos e França.

 

QUEM REPRESENTA O BRASIL E QUAIS SUAS CHANCES?

O Brasil contará com Márcio Jorge (41 anos), Ruy Fonseca (43 anos), Márcio Appel (36) e Carlos Paro (36). No Mundial 2014, o melhor brasileiro foi Ruy Fonseca (foto), que chegou na 39ª colocação. A chance maior de medalhas é na competição por equipes. Na individual, os brasileiros ainda estão um nível abaixo dos principais atletas que brigam por medalha. Ficar entre os 10 melhores já seria um ótimo resultado. Diríamos que as chances de medalha são baixas.

hipismo ruy fonseca

PALPITE DO GUIA:

Ouro: Michael Jung/Takinou (Alemanha),

prata: Sandra Auffarth/Opgun Louvo (Alemanha)

bronze:Karin Donckers/ Fletcha (Bélgica) 

 

CCE POR EQUIPES

COMO FUNCIONA A DISPUTA?

O Conjunto Completo de Equitação (CCE) é uma modalidade que combina três modalidades independentes, adestramento, cross-country e saltos. Ele mede o conjunto mais completo da competição e é disputado em três dias. O Adestramento e os saltos seguem a mesma estrutura das competições individuais. O cross-country possui uma corrida de obstáculos, em um circuito de 5.700m a 6.270m, com até 45 obstáculos. Nele, o conjunto deve completar o circuito dentro do período de tempo prescrito e sem cometer faltas.

  •  HISTÓRICO: A prova por equipes entrou para o programa olímpico em 1912 e já foi disputada 22 vezes. Suécia e Holanda são os maiores vencedores (4 ouros suecos e 3 holandeses). Porém, essas medalhas foram conquistadas no início do século XX. Nos anos 1980 e 1990, Austrália e Oceania dominaram o esporte. A Alemanha é a atual bicampeã da prova. Ao lado dos Estados Unidos, são os que mais medalhas conquistaram na história: onze no total para cada um.

 

QUEM CHEGA FORTE AO RIO:

São 12 países que competem por equipe e a grande favorita é a Alemanha, atual campeã mundial em 2014, e campeã olímpica em 2012. Grã-Bretanha e Austrália, medalhistas de prata e bronze no mundial, também devem chegar forte. Estados Unidos, França, Irlanda e até mesmo o Brasil podem surpreender e quem sabe buscar uma medalha.

(L-R) Germany's Peter Thomsen, Dirk Schrade, Sandra Auffarth, Michael Jung and Ingrd Klimke celebrate before receiving their gold medals in the Eventing Team Jumping equestrian event victory ceremony at the London 2012 Olympic Games in Greenwich Park, July 31, 2012. REUTERS/Eddie Keogh

QUEM REPRESENTA O BRASIL E QUAIS SUAS CHANCES?

O Brasil contará com Márcio Jorge (41 anos), Ruy Fonseca (43 anos), Márcio Appel (36) e Carlos Paro (36). Há quatro anos, o Brasil terminou na nona colocação. Desde então, os brasileiros têm evoluído muito, principalmente na parte do adestramento, que sempre foi um problema. Para se ter uma ideia, no Mundial em 2014, o Brasil terminou o adestramento na décima terceira colocação. Depois do cross-country e dos saltos, pulou para a oitava colocação.

No Pan de 2015 o Brasil foi prata, perdendo para os Estados Unidos nos últimos saltos. Antes, os americanos eram muito superiores aos brasileiros nas Américas. Em 2016, os atletas vêm sendo mais regulares e têm perdidos menos pontos. Se isso acontecer, o Brasil pode brigar por uma medalha. As chances de medalha são médias

PALPITE DO GUIA:

Ouro: Alemanha

prata: Grã-Bretanha

bronze: França

BrasIl: sexto lugar

 

ADESTRAMENTO

COMO FUNCIONA?

  • O Adestramento busca o desenvolvimento completo do cavalo, de maneira a tornar o animal flexível, adestrado, obediente, calmo e satisfeito em executar os exercícios. Em parceria com o cavaleiro ou amazona. O conjunto se apresenta na pista (chamada de picadeiro) e precisa apresentar elementos obrigatórios e livres nas duas apresentações que faz. O controle do cavaleiro sobre o cavalo, a postura e até mesmo a posição das orelhas dos animais são levados em conta.

ADESTRAMENTO INDIVIDUAL

HISTÓRICO: A modalidade fez parte do programa olímpico pela primeira vez em 1912, mas o regulamento atual estreou apenas em Berlim, 1936.  Até 1956, a Suécia era o grande nome do adestramento. Conquistou cinco ouros em nove possibilidades.  Entre 1960 e 1980, a Alemanha passou a dominar o cenário do adestramento, conquistando 10 medalhas no período, com apenas uma medalha de ouro, entretanto. No período, a Suíça e União Soviética levaram dois ouros cada. A partir de 1984, a Alemanha se tornou praticamente imbatível. Foram 4 medalhas de ouro consecutivas até 1996. Nos anos 1990, a Holanda passou a dar trabalho aos alemães e alcançaram o tricampeonato de 2000 até 2008. Em 2012, a Grã-Bretanha conquistou o ouro. Foi a primeira vez que nem Alemanha nem Holanda ficaram com a medalha de ouro desde 1980. No total de medalhas, a Alemanha lidera com 27 (sendo 7 de ouro).

 hipismo charlotte dujardin

QUEM CHEGA FORTE AO RIO:

O conjunto formado pela britânica Charlote Dujardin (foto) e seu cavalo Valegro é o favorito absoluto para a medalha de ouro no Rio. Atuais campeões olímpicos, mundiais e europeus, vem com tudo em 2016. Os grandes adversários devem vir de  Holanda e Alemanha, maiores potências no adestramento nos últimos 20 anos. A Grã-Bretanha terá ainda dois outros conjuntos fortíssimos candidatos a medalha. Outros países que possuem conjuntos capazes de brigar pelas medalhas são Estados Unidos, Suécia, França e Espanha

 

MELHORES RESULTADOS NO ÚLTIMO CICLO OLÍMPICO DOS PRINCIAIS PARTICIPANTES:

Charlotte Dujardin (Grã-Bretanha)/Valegro – Campeões mundiais em 2014, campeões europeus em 2015 campeões e em Londres 2012

Isabell Werth (Alemanha)/ Weihegold – terceiros colocados no ranking 2016

Adelinde Cornelissen (Holanda)/ Jerich Parzival – terceiros colocados no mundial 2014, vice-campeões em Londres 2012

Kristina Sprehe (Alemanha)/ Desperados – vice-campeões europeus em 2015, quartos em Londres 2012, líderes do ranking 2016

Laura Graves (EUA)/ Verdades – quintos no mundial 2014

Beatriz Salat (Espanha)/Delgado – vice-líderes do ranking 2016

 

QUEM REPRESENTA O BRASIL E QUAIS SUAS CHANCES?

Giovanna Pass (18 anos), João Victor Marcari Oliva (20 anos), Luiza Tavares de Almeida (24 anos) e Pedro Tavares de Almeida (22 anos) defenderão a seleção brasileira na Olimpíada. Manuel Tavares de Almeida (22 anos) foi chamado como reserva. Nenhum deles teve um resultado mais expressivo. O melhor colocado no ranking é João Victor (filho da rainha do basquete Hortência), que ocupa a 181ª colocação. Diríamos que suas chances de medalha são baixas.

hipismo joão victor oliva

PALPITE DO GUIA:

Ouro: Charlotte Dujardin (Grã-Bretanha)/Valegro,

prata: Kristina Sprehe (Alemanha)/ Desperados

bronze: Adelinde Cornelissen (Holanda)/ Jerich Parzival

 

ADESTRAMENTO POR EQUIPES

HISTÓRICO: A prova por equipes entrou para o programa olímpico em 1912 e  só não foi disputada nos jogos de 1960. A Alemanha tem um domínio absoluto com doze medalhas de ouro, sendo sete delas conquistadas de maneira consecutiva de 1984 até 2008. Suécia, União Soviética e França (dois títulos cada) e Grã-Bretanha (um título) são os outros vencedores.

 

QUEM CHEGA FORTE AO RIO:

Das 12 equipes, a Alemanha, Grã-Bretanha chegam como favoritas para conquistar o ouro. Há 4 anos, as britânicas impediram o oitavo ouro olímpico consecutivo alemão. No mundial 2014, entretanto, os alemães conseguiram desbancar os britânicos. A Holanda, campeã europeia em 2015, é a única que parece poder tirar o ouro da mão das duas favoritas. Estados Unidos, Espanha e Suécia podem até surpreender.

 hipismo dressage alemanha

MELHORES RESULTADOS NO ÚLTIMO CICLO OLÍMPICO DOS PRINCIAIS PARTICIPANTES:

Alemanha – campeã mundial 2014, vice-campeã em Londres 2012, terceira colocada no europeu 2015

Grã-Bretanha- vice-campeã mundial 2014, campeã em Londres 2012 e terceira colocada no europeu 2015

Holanda – terceira colocada no mundial 2014, campeã europeia 2015 e terceira colocada em Londres 2012

Estados Unidos– 4ª colocação no mundial 2014

Espanha – 5ª colocação no mundial 2014

QUEM REPRESENTA O BRASIL E QUAIS SUAS CHANCES?

Giovanna Pass (18 anos), João Victor Marcari Oliva (20 anos), Luiza Tavares de Almeida (24 anos) e Pedro Tavares de Almeida (22 anos) defenderão a seleção brasileira na Olimpíada. No mundial em 2014, ficaram na 24ª e última colocação. Ficar entre os  8 melhores seria um resultado a ser comemorado. Diríamos que suas chances de medalha são baixas.

PALPITE DO GUIA:

Ouro: Alemanha

prata: Grã-Bretanha

bronze: Holanda



Paulistano, 27 anos, deixou a publicidade e o marketing esportivo para ingressar no jornalismo e conseguir cobrir grandes eventos esportivos. Apaixonado por esportes olímpicos e futebol americano, sonha em estar no Rio de janeiro em 2016 para cobrir os Jogos Olímpicos in loco.