GUIA RIO 2016 TORCEDORES.COM – SAIBA TUDO SOBRE O TIRO ESPORTIVO

O Torcedores.com continua seu especial para os Jogos Olímpicos do Rio de Janeiro 2016 que conta um pouco da história de cada esporte olímpico, algumas curiosidades para você contar por aí, além de informar os favoritos das provas e quem são os brasileiros nelas. Falaremos agora do Tiro Esportivo, esporte que deu ao Brasil a sua primeira medalha em Jogos Olímpicos e que pode dar a primeira em 2016

LEIA O GUIA RIO 2016 DE OUTROS ESPORTES:
ATLETISMO, BADMINTONBASQUETE MASCULINO, BASQUETE FEMININO, BOXECANOAGEM VELOCIDADECANOAGEM SLALOM, CICLISMO BMX, CICLISMO ESTRADA, CICLISMO MOUNTAIN BIKE, CICLISMO PISTA,  ESGRIMAFUTEBOL MASCULINOFUTEBOL FEMININO, GINÁSTICA ARTÍSTICA, GINÁSTICA RÍTMICA, GINÁSTICA DE TRAMPOLIM, GOLFEHANDEBOLHIPISMO, JUDÔ, LEVANTAMENTO DE PESO, LUTA, MARATONA AQUÁTICA, NADO SINCRONIZADO, NATAÇÃO, PENTATLO MODERNOPOLO AQUÁTICO, REMORUGBY DE SETE, SALTOS ORNAMENTAIS,TAEKWONDOTÊNISTÊNIS DE MESA,TIRO COM ARCOTIRO ESPORTIVO, TRIATLO, VELAVÔLEI FEMININO, VÔLEI MASCULINOVÔLEI DE PRAIA

INTRODUÇÃO: o tiro esportivo é um dos poucos esportes olímpicos presentes nos jogos da era moderna desde o início, em 1896. O esporte tem suas raízes na Europa Central. Na metade do século XVI os europeus criaram as primeiras armas com um alcance de tiro maior, o que facilitou a vida dos atiradores para acertar alvos distantes. O Barão Pierre de Coubertain, o criador dos jogos na era moderna e campeão francês em diversos torneios, foi um dos responsáveis por adicionar o esporte ao programa olímpico. Com o passar dos anos, os alvos foram sendo modificados a fim de manter os valores sociais e não encorajar a violência. Em 1896, quatro medalhas foram distribuídas e só houve participação masculina (mulheres só começaram a competir em 1984). Hoje em dia, o esporte é dividido em duas modalidades: o tiro de bala (com os atiradores utilizando as armas pistola e carabina para acertar alvos fixos) e o tiro ao alvo (praticado ao ar livre, com os atiradores tentando acertar alvos móveis – pratos). São disputadas 9 provas masculinas e 6 femininas.

 VOCÊ SABIA?

  • Que na edição dos jogos de 1900 foram utilizados pombos de verdade nas provas de tiro ao alvo? Felizmente, a Federação Internacional mudou as regras.
  • Que o atleta peruano Francisco Boza disputará sua nona olimpíada? Ele foi medalhista de prata em Los Angeles 1984
  • Que vem do tiro a primeira medalha olímpica brasileira? Ela foi conquistada por Guilherme Paraense em 1920 na pistola rápida
  • Que o tiro esportivo distribui as primeiras três medalhas dos Jogos Olímpicos? Ela pode ir para um brasileiro!
  • Que o tiro esportivo é responsável pela primeira medalha de alguns países do Oriente Médio na história dos Jogos Olímpicos? Kwait e Emirados Árabes Unidos são alguns exemplos

 

 tiro esportivo capa

 

PISTOLA

COMO FUNCIONA A DISPUTA?

São cinco provas disputadas na pistola: pistola 10m (masculino e feminino), pistola 25 m (somente no feminino), pistola tiro rápido e pistola 50 (ambas disputadas somente no masculino).

PISTOLA 10m MASCULINA

  • PISTOLA 10m – A pistola é de pressão e tem calibre 4,5 mm. O adversário realiza seus disparos a 10 metros do alvo fixo. No masculino, cada atleta tem 1h45min para efetuar 60 tiros, divididos em 10 séries de 6. No feminino, são realizados 40 tiros em 1h15min. Os oito melhores colocados vão para a final e devem realizar mais 10 disparos. Os pontos são somados com os acumulados na primeira fase.

HISTÓRICO: A prova é uma das mais recentes do programa olímpico do tiro esportivo, tendo entrado apenas em 1988. Desde então, vemos um domínio asiático, com a China como maior vencedora e maior medalhista (3 ouros, duas pratas e um bronze). A Coreia do Sul cresceu bastante a partir de 2008, conseguindo duas medalhas (um ouro e uma prata). Itália, França e Bulgária tem as outras medalhas douradas.

 

QUEM CHEGA FORTE AO RIO:

O atual campeão olímpico e medalhista de prata em 2008 Jin Jong-oh (foto), da Coreia do Sul, é o grande favorito a conquistar a medalha de ouro. É o atual campeão mundial e está em quarto no ranking em 2016. Rússia e Ucrânia tem atletas fortíssimos e ainda não selecionaram os atletas para os jogos. O turco Yusuf Dikeç é outro que deve brigar por medalhas. Fique atento também no chinês Pang Wei, campeão olímpico de 2008, nos atletas de Portugal, Índia, Espanha e no brasileiro Felipe Wu, líder do ranking em 2016.

Abaixo, uma lista com 10 atletas que tiveram resultados expressivos no último ciclo olímpico e que podem chegar à final.

 

MELHORES RESULTADOS NO ÚLTIMO CICLO OLÍMPICO DOS PRINCIAIS PARTICIPANTES:

Jin Jongoh (Coreia do Sul) –  campeão mundial 2014, quarto no ranking mundial 2016 e atual campeão olímpico

Oleh Omelchuck (Ucrânia) – vice-líder do ranking 2016 e terceiro colocado na final da copa do mundo em 2013

Yusuf Dikec (Turquia) – vice-campeão mundial 2014 e líder do ranking mundial em 2016

Jitu Rai (Índia) – terceiro do ranking, vencedor de várias etapas da copa do mundo em 2015

João Costa (Portugal) – vice-campeão da final da copa do mundo em 2015

Pablo Carrera (Espanha) – vice-campeão da final da copa do mundo em 2014

Wei Pang (China) – vice-campeão olímpico 2012

Felipe Wu (Brasil) – líder do ranking mundial em 2016, vencedor de duas etapas da copa do mundo em 2016

Will Brown (Estados Unidos) – quinto no ranking mundial em 2015

(Rússia) –

 

QUEM REPRESENTA O BRASIL E QUAIS SUAS CHANCES?

Dois brasileiros disputam a prova. O primeiro é o experiente Júlio Almeida, que em 2010 conquistou medalhas em etapas da Copa do Mundo. Ele atualmente é o décimo sétimo do ranking. Teve um bom quarto lugar na etapa de Baku, vencida pelo compatriota brasileiro Felipe Wu. Sua marca na primeira fase foi 583 pontos. Se conseguir repetir essa pontuação no Rio, provavelmente avançaria a uma histórica final.

O segundo é Felipe Wu (foto), de 24 anos, a grande revelação do tiro esportivo brasileiro que vem em constante ascensão. Foi ouro no Pan de Toronto em 2015 com direito a recorde e venceu duas etapas da Copa do Mundo este ano, superando inclusive o atual campeão mundial e olímpico. É o líder do ranking mundial em 2016. Entretanto, não é muito regular. Apesar dos dois títulos, Felipe não foi muito bem nas outras duas competições que disputou, ficando longe das finais (foi décimo sexto em uma e vigésimo na outra). Sua média de pontos nas quatro competições no ano foi de 579,5 e sua maior pontuação foi 582 (quando se sagrou campeão). Para se garantir na final, precisará de um pouco a mais (veja abaixo em ajuda para torcer). Diríamos que suas chances de medalha são de médias a boas.

tiro esportivo felipe wu

PALPITE DO GUIA:

Ouro: Jin Jongoh (Coreia do Sul)

 prata: Oleh Omelchuck (Ucrânia)

 Felipe Wu (Brasil)

AJUDA PARA TORCER

Ao torcer para os brasileiros, lembre-se que são seis séries de 10 tiros e que os oito com melhor pontuação avançam para a final. Se o atleta fizer mais que 584, muito provavelmente estará na final. Se fizer de 580 a 583, as chances de ir à final são grandes, mas não garantidas. De 579 a 576, o atleta só chega à final se a competição estiver nivelada por baixo. Em Londres 2012, a pontuação necessária para chegar à final foi 583. Em Pequim 2008, 581. No Mundial 2014, 582.

Na final, ocorre mais uma série de 10 tiros e os pontos são somados aos da primeira fase. Se o atleta fizer mais de 689 pontos, muito provavelmente leve o ouro. Entre 689 e 685 deve render pelo menos uma medalha. De 684 a 682 dependerá do nível da prova. Se estiver baixo, pode render uma medalha. Menos que 681 não é um bom resultado.

Melhor pontuação dos brasileiros: Felipe Wu – 582 em 2016 (foi campeão). Júlio Almeida – 583 em 2016 (ficou em quarto lugar)

Recorde Olímpico:  Qualificatória: 591 – Mikhail Nestruyev (Rússia)  – Atenas 2004. Pontuação final: 695,1 – Wang Yifu (China) – Atenas 2004

Recorde Mundial: Qualificatória- 594 – Jing Jong-oh (Coreia do Sul) – 2009.  Pontuação final: Sergei Pyzhianov (União Soviética)  – 1989

 

PISTOLA 10m FEMININA

HISTÓRICO: A prova é uma das mais recentes do programa olímpico do tiro esportivo, entrando apenas em 1988.  Nas primeiras três edições, só 3 países conquistaram as 9 medalhas: Rússia (dois ouros e uma prata) Iugoslávia (um ouro, uma prata e um bronze) e Bulgária (dois bronzes). A Partir de 2000, a China emergiu como potência ganhando 3 das últimas 4 edições dos jogos.

QUEM CHEGA FORTE AO RIO:

Não há uma grande favorita. A ucraniana Olena Kostevych (foto), medalhista de ouro em 2004 e de bronze em 2012, é a que tem melhores resultados no ciclo (foi vice-campeã mundial e é líder do ranking em 2016) mas não é imbatível. A sérvia Bobana Veličković faz um bom ano em 2016. Fique atento como sempre nas asiáticas e também na espanhola, na grega, na búlgara e nas atletas da América Central e do Norte que podem surpreender.

 

MELHORES RESULTADOS NO ÚLTIMO CICLO OLÍMPICO DOS PRINCIAIS PARTICIPANTES:

Olena Kostevych (Ucrânia) – vice-campeã mundial 2014, líder do ranking mundial 2016

Bobana Veličković (Sérvia)  – vice-líder do ranking mundial em 2016

Wenjum Guo (China) – terceira colocada no ranking mundial em 2016

Wu Chia (Taipei) – terceira colocada no mundial 2014, quinta colocada no ranking 2016

Zurana Arunovic (Sériva) – campeã da final da copa do mundo 2015

Anna Korakaki (Grécia) –  vice-campeã da final da copa do mundo 2015, quarta colocada no ranking 2016

Sonia Franquet (Espanha) – sexta colocada no ranking 2016. Costuma figurar entre as 8

Alejandra Zavala (México) –  campeã da final da copa do mundo 2014

Antoaneta Boneta (Bulgária) – vice-campeã europeia 2015

tiro esportivo ucrania

QUEM REPRESENTA O BRASIL E QUAIS SUAS CHANCES?

O Brasil não tem representantes nesta prova.

PALPITE DO GUIA:

Ouro: Olena Kostevych (Ucrânia),

Prata: Wu Chia (Taipei)

bronze: Antoaneta Bedova (Bulgária)

AJUDA PARA TORCER

Lembre-se que são quatro séries de 10 tiros e que as oito com melhor pontuação avançam para a final. Se a atleta fizer mais que 388, muito provavelmente estará na final com as melhores pontuações. Se fizer de 388 a 386, as chances de ir à final são grandes, mas não garantidas. De 386 a 382, dependerá do nível da prova, mas é uma pontuação que pode dar final. Menos que isso, não garante final. Em Londres 2012, a pontuação necessária para chegar à final foi 385. Em Pequim 2008, 384. No Mundial 2014, 382.

Na final, ocorre mais uma série de 10 tiros e os pontos são somados aos da primeira fase. Se a atleta fizer mais de 490 pontos, muito provavelmente leve o ouro. Entre 490 e 488 deve render pelo menos uma medalha. De 488 a 486 dependerá do nível da prova. Menos que 486 não é um bom resultado para medalhas.

Recorde mundial: 393, Svetlana Smirnova – 1998. Recorde Olímpico 391, Natalia Paderina – Pequim 2008

 

PISTOLA 25m FEMININA

  • PISTOLA 25m – As atiradoras usam uma arma semi-automática, com calibre .22, para acertar alvos a 25 m de distância. A fase classificatória consiste em 60 tiros, sendo 30 tiros de precisão e 30 tiros rápidos (sobre alvo móvel que gira se apresentando para a atiradora, permanecendo exposto por três segundos e oculto durante sete segundos), divididos em séries de cinco tiros cada.

 HISTÓRICO:  A prova da pistola 25m está no programa desde 1984 nos jogos de Los Angeles. Rússia, China e Bulgária tem dois títulos cada. A China é o país que tem mais medalhas. Há um domínio dos países asiáticos e do Leste Europeu. É um dos pouco esportes em que a Mongólia tem tradição.

 tiro esportivo jingjing

QUEM CHEGA FORTE AO RIO:

A chinesa Jingjing Zhang (foto) chega como favorita absoluta, tendo conquistado todos os principais títulos da pistola 25m no último ciclo olímpico. A sul-coreana campeã em 2012 tentará impedir o título da chinesa, mas está em um nível abaixo. Fique atento a atleta da Mongólia e também na húngara Renata Tobai. Veja abaixo uma lista com possíveis medalhistas e seus melhores resutados nos últimos 4 anos

MELHORES RESULTADOS NO ÚLTIMO CICLO OLÍMPICO DOS PRINCIAIS PARTICIPANTES:

Jingjing Zhang (China) – campeã mundial 2014, líder do ranking mundial em 2016, campeã da final da copa do mundo 2015 e 2013, terceira colocada na final da copa do mundo 2014

Antoaneta Boneva (Bulgária) – vice-campeã europeia 2015, vice-líder do ranking 2016

Kim Jan-mi (Coreia do Sul) – vice-campeã mundial 2014, sexta no ranking mundial 2016. Campeã olímpica em 2012.

Renata Tobai (Hungria) – terceira colocada no mundial em 2014

Otryadyn Gündegmaa (Mongólia) – vice-campeã da final da copa do mundo 2015 e 2014, nona no ranking 2016

Heidi Diethelm (Suíça) – campeã europeia 2015, sétima no ranking 2016

Monika Karsch (Alemanha) – campeã da final da copa do mundo 2014, terceira colocada no campeonato europeu 2015, décima no ranking em 2016

MUNICH - MAY 29: Gold medalist Jingjing ZHANG of the Peoples Republic of China competes in the 25m Pistol Women Finals at the Olympic Shooting Range Munich/Hochbrueck during Day 2 of the ISSF World Cup Rifle/Pistol on May 29, 2015 in Munich, Germany. (Photo by ISSF Photographers)

 

QUEM REPRESENTA O BRASIL E QUAIS SUAS CHANCES?

O Brasil não tem representantes nesta prova.

PALPITE DO GUIA:

Ouro: Jingjing Zhang (China), prata: Antoaneta Boneva (Bulgária),  bronze: Otryadyn Gündegmaa (Mongólia)

 AJUDA PARA TORCER

Se a atleta fizer mais que 586, muito provavelmente estará na final com as melhores pontuações. Se fizer de 586 a 584, as chances de ir à final são grandes, mas não garantidas. De 584 a 580, dependerá do nível da prova, mas é uma pontuação que pode dar final. Menos que isso, não chega à final. Em Londres 2012, a pontuação necessária para chegar à final foi 583. Em Pequim 2008, 582. No Mundial 2014, 583.

Recorde mundial: 594, Diana Iorgova Bulgária – 1994. Recorde Olímpico 591, Kim Jan-mi (Coreia do Sul)- Londres 2012

 

PISTOLA TIRO RÁPIDO 25m MASCULINA

  • atira-se a uma distância de 25 m com uma pistola calibre .22 com capacidade para cinco tiros. É disputada sobre alvo móvel que fica exposto para o atirador em quatro séries de oito segundos, quatro séries de seis segundos e quatro séries de quatro segundos. Cada série de cinco tiros é dada em cinco alvos diferentes. As seis melhores vão à final e cada atleta faz mais 20 disparos. Os pontos são somados com os da primeira fase.

 

HISTÓRICO: A prova é uma das mais antigas do programa olímpico do tiro esportivo e é disputada desde 1896. A Alemanha é o país que tem mais medalhas de ouro, quatro no total. Romênia, Hungria, Rússia, Polônia e Itália são outros que tem tradição na prova. O alemão Ralf Schuman é tri-campeão olímpico. O Brasil conquistou sua primeira medalha nesta modalidade, em 1920, com Guilherme Paraense.

 

QUEM CHEGA FORTE AO RIO:

O coreano Kim Jun-Hong (foto) chega ao Rio com a faixa de campeão do mundo em 2014. No ranking 2016, ocupa a quarta colocação. O alemão Christian Reitz, medalhista de bronze há quatro anos em Londres, vem bem em 2016 e tentará dar a sexta medalha nas últimas sete edições à Alemanha.  A Rússia tem dois atletas muito fortes, mas somente um virá ao Rio. A federação ainda não decidiu quem será o escolhido. Fique atento ainda aos atletas de França, Estados Unidos e China.

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MELHORES RESULTADOS NO ÚLTIMO CICLO OLÍMPICO DOS PRINCIPAIS PARTICIPANTES:

Kim Jun Hong (Coreia do Sul) – campeão mundial 2014, terceiro colocado na final da copa do mundo 2015

Christian Reitz (Alemanha) – vice-líder do ranking mundial 2016, terceiro colocado Londres 2012

Geis Oliver (Alemanha) – vice-campeão mundial 2014

Li Yuehong (China) – terceiro colocado mundial 2014

Fusheng Zhang (China) – líder do ranking mundial 2016, vencedor de duas etapas da copa do mundo 2016

Jean Quiquampoix (França) – campeão da final da copa do mundo 2015, terceiro colocado no ranking mundial 2016

Keith Sanderson (EUA) – quinto colocado no ranking mundial 2016

Leonid Ekimov (Rússia), vice-campeão da final da copa do mundo 2015, campeão em 2014

Leuris Pupo (Cuba) – campeão olímpico 2012

Emil Milev (EUA) campeão mundial 2013

 

QUEM REPRESENTA O BRASIL E QUAIS SUAS CHANCES?

O paulista Emerson Duarte (foto) competirá pelo Brasil. Ele disputou quatro competições em 2016 e conseguiu um bom sexto lugar em uma delas. Nas outras, ficou em décimo-sexto, vigésimo-quarto e trigésimo. Isso o coloca na décima-nona colocação do ranking 2016. Na competição em que foi sexto, conseguiu a boa pontuação de 582 pontos. Se repetir esse número, pode chegar à final (Veja abaixo em ajuda para torcer). Entretanto, na ocasião alguns dos melhores do mundo não participaram. Se Eduardo conseguir chegar entre os 12 primeiros, já será um grande resultado. As chances de medalha são baixas

 emerson duarte tiro esportivo

PALPITE DO GUIA:

Ouro: Fusheng Zhang (China) prata: Kim Jun Hong (Coreia do Sul) bronze: Jean Quiquampoix (França)

AJUDA PARA TORCER

Se o atleta fizer mais que 586, muito provavelmente estará na final com as melhores pontuações. Se fizer de 586 a 584, as chances de ir à final são grandes, mas não garantidas. De 584 a 580, dependerá do nível da prova, mas é uma pontuação que pode dar final. Menos que isso, não chega à final. Em Londres 2012, a pontuação necessária para chegar à final foi 583. Em Pequim 2008, 579. No Mundial 2014, 583.

Recorde mundial e olímpico: 592, Alexei Klimov (Rússia)- Londres 2012

 

PISTOLA 50m MASCULINA

HISTÓRICO:  A prova é uma das mais antigas do programa olímpico do tiro esportivo e é disputada desde 1896. Os EUA são os que tem mais medalhas na história, com sete, mas perderam força na segunda metade do século XX. A União Soviética assumiu o posto dos americanos juntamente com suas ex-repúblicas (como Rússia e Bielorrússia). A partir de 2004, os asiáticos cresceram, especialmente a Coreia do Sul, detentora dos dois últimos títulos. A Ásia ficou com 7 das últimas 9 medalhas distribuídas.

jitu rai tiro esportivo

 QUEM CHEGA FORTE AO RIO:

A maioria dos atletas que vai bem na pistola 10m também vai bem na de 50m. O sul-coreano Jin Jong-oh, favorito nos 10m, tem o favoritismo ampliado nos 50m por ser bi-campeão olímpico e atual campeão mundial. O chinês Wei Pang, atual líder do ranking em 2016 pode surpreende-lo. Fique atento também ao indiano Jitu Rai (foto acima), vice-líder do ranking. Preste atenção ainda nos atletas de Rússia, Ucrânia, Portugal, Espanha e nos sempre fortes asiáticos, em especial Vietnã, Japão e nos outros dois classificados de China e Coreia do Sul. Abaixo, uma lista com 10 atletas que tiveram resultados expressivos no último ciclo olímpico e que devem brigar pelas medalhas no Rio

MELHORES RESULTADOS NO ÚLTIMO CICLO OLÍMPICO DOS PRINCIAIS PARTICIPANTES:

Jin Jongoh (Coreia do Sul) –  campeão mundial 2014, líder do ranking mundial 2016 e atual campeão olímpico

Wei Pang (China) – terceiro colocado no mundial 2014

Jitu Rai (Índia) – segundo colocado do ranking, vice-campeão mundial 2014,campeão asiático 2014

Xuan Vinh Hoang (Vietnã) – vice-campeão da final da Copa do Mundo 2015, quarto colocado no mundial 2015

Tomoyuki Matsuda (Japão) – vice-campeão da final da Copa do Mundo 2014 e 2013, sétimo no ranking mundial 2016

João Costa (Portugal) – campeão europeu 2015

Pablo Carrera (Espanha) – campeão de uma das etapas da copa do mundo 2016

Oleh Omelchuck (Ucrânia) – quarto colocado no ranking mundial 2016

Zhiwei Wang (China) – campeão da final da copa do mundo em 2013 e 2014

 

QUEM REPRESENTA O BRASIL E QUAIS SUAS CHANCES?

O Brasil será representado pelos mesmos dois atletas que disputam a pistola de  10m: Júlio Almeida (foto), campeão no Pan-Americano de Toronto, e Felipe Wu, líder do ranking mundial na prova da pistola 10m.

Felipe é o número 52 do ranking e Júlio o número 57. Apesar do bom momento de Felipe na pistola de 10m, não conseguiu repetir as boas atuações na pistola 50m em 2016 ) Seu melhor resultado foi um vigésimo sexto lugar).

Júlio foi o vigésimo primeiro no mundial em 2014 e já conseguiu um oitavo lugar em uma etapa da copa do mundo em 2010. Em 2016, entretanto, o melhor que conseguiu foi um vigésimo segundo lugar.Se ficarem entre os 12 será um grande resultado. As chances de medalha são baixas.

 julio almeida

PALPITE DO GUIA:

Ouro: Jin Jongoh (Coreia do Sul), prata: Jitu Rai (Índia) bronze: Wei Pang (China)  

 

AJUDA PARA TORCER

Números, recordes e pontuações que te ajudarão a torcer pelos brasileiros

Lembre-se que são seis séries de 10 tiros e que os oito com melhor pontuação avançam para a final. Se o atleta fizer mais que 565, muito provavelmente estará na final. Se fizer entre 565 e 562, as chances de ir à final são grandes. Entre 562 e 558, dependerá muito do nível da prova. Abaixo disso é um resultado que não serve para a chegar.

Em Londres 2012 e Pequim 2008 a pontuação necessária para chegar à final foi 559. No Mundial 2014, 563.

Na final, ocorre mais uma série de 10 tiros e os pontos são somados aos da primeira fase. Se o atleta fizer mais de 662 pontos, muito provavelmente leve o ouro. Entre 662 e 660 deve render pelo menos uma medalha de prata. De 660 a 658 dependerá do nível da prova. Se estiver baixo, pode render uma medalha. Menos que 657 não é um bom resultado.

Em Londres 2012, o ouro ficou com 662.  A prata com 661,5 e o bronze com 658,6. Em Pequim 2008, o ouro ficou com 660.4, a prata com 659.5 e o bronze com 6,58. Em Atenas 2004, o ouro ficou com 663.3, a prata com 661,5 e o bronze com 657,7.

Melhor pontuação dos brasileiros:

Felipe Wu – 555 em 2016. Júlio Almeida – 559 em 2015

Recorde Olímpico: Qualificatória: 581 – Aleksandr Melentiev (União Soviética)  – Moscou 1980. Pontuação final: 666,4 – Boris Kokorev (Rússia) – Atlanta 1996

Recorde Mundial: Qualificatória:  583 – Jing Jong-oh (Coreia do Sul) – 2014.  Pontuação final: 200.7 Jing Jong-oh (Coreia do Sul)  – 2013

 

CARABINA

Na carabina, existem três categorias: três posições, deitado (única das três disputada somente pelos homens) e carabina de ar.

 

CARABINA 10m MASCULINA

Na carabina 10m, a arma é longa e de pressão e tem calibre 4,5mm. Os tiros são de ar comprimido ou de dióxido de carbono. A competição é feita de pé e a uma distância de 10 metros. Os homens têm que efetuar 60 tiros em 105 minutos. Os oito com melhor pontuação vão às finais, onde cada atleta faz mais 10 disparos e tem os pontos somados com os da primeira fase.

HISTÓRICO:

A prova é disputada desde 1984, sendo uma das mais recentes do programa masculino. Nas primeiras quatro edições, destaque para a França, que sempre medalhou de 1985 até 1996 (um ouro, duas pratas e um bronze). Até 1996, Rússia (dois ouros) Áustria (duas pratas) e Alemanha (dois bronzes) também tinham destaque. A partir de 2000, a modalidade viu a China como grande potência. Foram dois ouros e duas pratas para os chineses de 2000 até 2008. A Índia também cresceu, conquistando vencendo em 2008 e garantindo um bronze em 2012.

 

QUEM CHEGA FORTE AO RIO:

China e Rússia fizeram um ciclo fortíssimo e estão um nível acima dos outros. Para se ter uma ideia, as três primeiras posições do ranking em 2016 são da China (só dois atletas por país podem ir aos jogos olímpicos). O grande favorito é Haoran Yang (foto), medalhista nas principais competições nos últimos quatro anos e campeão mundial. A Rússia teve dois atletas entre os 4 melhores do mundial 2014 e outros dois que foram muito bem em 2015 e 2016. A Federação teve que escolher qual deles ia para olimpíada. Abaixo dos dois países, estão Bielorrússia, Alemanha, Israel e Índia, país do campeão olímpico de 2008 Bindra Abhinav.

haoran tiro esportinvo

 MELHORES RESULTADOS NO ÚLTIMO CICLO OLÍMPICO DOS PRINCIAIS PARTICIPANTES:

Yang Haoran (China) – campeão mundial 2014, campeão da final da copa do mundo 2014 e 2013, vice-líder do ranking mundial 2016

Cao Yifei (China) Quinto colocado no mundial 2014, líder do ranking mundial 2016

Vitali Bubnovich (Bielorrússia) – terceiro colocado no mundial 2014

Sergey Kamenskiy (Rússia) – quarto colocado no mundial 2014

Jérémy Monnier (França) – sexto no mundial 2014

Milutin Stefanovic (Séria) – terceiro colocado na final da copa do mundo 2015

Julian Justus (Alemanha) – campeão europeu 2014 e oitavo colocado no ranking 2016

Sergey Richter (Israel) – campeão dos jogos europeus 2015, nono colocado no ranking 2016

Peter Sidi (Hungria) – nono colocado no ranking 2016

Alin Moldoveanu (Romênia)  -campeão olímpico 2012

 

QUEM REPRESENTA O BRASIL E QUAIS SUAS CHANCES?

O Brasil não tem representantes nesta prova

PALPITE DO GUIA:

Ouro: Yang Haoran (China), prata: (Rússia) bronze: Cao Yifei (China)

 

CARABINA 10m FEMININA

  • Na carabina 10m, a arma é longa e de pressão e tem calibre 4,5mm. Os tiros são de ar comprimido ou de dióxido de carbono. A competição é feita de pé e a uma distância de 10 metros. As atletas têm que efetuar 40 tiros em 75 minutos. As oito com melhor pontuação vão às finais, onde cada atleta faz mais 10 disparos e tem os pontos somados com os da primeira fase.

 HISTÓRICO: a prova ocorre desde 1984 e tem a China e os Estados Unidos como maiores vencedores (2 ouros cada). As chinesas foram as que mais medalhas conquistaram até hoje juntamente com a Rússia (contando os títulos herdados da União Soviética). Desde 2000, vemos um crescimento da carabina na Coreia do Sul e em países do Leste Europeu, como República Tcheca e Croácia.

 

QUEM CHEGA FORTE AO RIO:

A China tem duas atletas campeãs olímpicas que chegam bem ao Rio. Yi Siling (foto) é atual campeã olímpica e vice-campeã mundial em 2014 e tem boas chances de conquistar o bicampeonato no Rio. Du Ling venceu em 2004. Em 2016, as europeias vêm dando trabalho. A sérvia Andrea Arsovic é líder do ranking e a italiana Petra Zublasing é a atual campeã mundial. Fique atento ainda as atletas da Áustria, México e Irã, todas vencedoras de alguma etapa do circuito mundial em 2016.

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MELHORES RESULTADOS NO ÚLTIMO CICLO OLÍMPICO DOS PRINCIAIS PARTICIPANTES:

Siling Yi (China) –  vice-campeã mundial 2014, campeã olímpica 2012, bi-campeã da final da copa do mundo em 2013 e 2014, terceira colocada no ranking em 2016

Petra Zublasing (Itália) – campeã mundial 2014

Andrea Arsovic (Sérvia) -, vice-campeã na final da copa do mundo 2014 e terceira colocada em 2015. Atual líder do ranking mundial em 2016

Elaheh  Ahmadi (Irã) – campeã da final da copa do mundo 2015

Olivia Hofmann (Áustria) – vencedora de etapas do circuito 2016 e sétima no ranking 2016

Stine Nielsen (Dinamarca) – décima colocada no ranking 2016

Du Li (China) – vencedora de etapas do circuito 2016 e sétima no ranking 2016

QUEM REPRESENTA O BRASIL E QUAIS SUAS CHANCES?

Rosane Budag (foto) conseguiu a vaga pelo fato do Brasil ser sede dos jogos olímpicos. Ela está na 97º posição no ranking mundial. Seu melhor resultado na vida foi um 50º lugar em 2016. Ficar entre as 20 para ela seria um grande resultado. As chances de medalha são baixas.

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PALPITE DO GUIA:

Ouro: Yi Siling  (China) prata: Elaheh  Ahmadi (Irã)  bronze: Andrea Arsovic (Sériva)

 AJUDA PARA TORCER

Uma pontuação maior que o atleta fizer mais que 399, muito provavelmente estará na final com uma das melhores pontuações. Se fizer de 399 a 398, as chances de ir à final são grandes, mas não garantidas. De 398 a 396, dependerá muito do nível da competição, mas é possível ir à final. Menos que 396 é um resultado que não deve colocar entre as oito melhores.

 

CARABINA TRÊS POSIÇÕES MASCULINA

HISTÓRICO: a prova da carabina três posições é disputada desde 1952 e chega a sua décima sétima edição. Os Estados Unidos possuem o maior número de ouros e medalhas conquistadas (9 no total, sendo 3 de ouro). Entretanto, 70% das medalhas foram conquistadas de 1952 até 1988. De 1992 para cá, as medalhas tem sido menos concentradas. Destaque para a China, bi-campeã em 2004 e 2008.

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QUEM CHEGA FORTE AO RIO:

A prova parece ser disputada. A China tem o campeão mundial em 2014. Os Estados Unidos têm o melhor atleta do ano: Matthew Emmons (foto abaixo) ficou no pódio quatro vezes nos cinco eventos do ano. O ucraniano é um dos mais regulares do último ciclo olímpico. Os medalhistas de ouro e prata em Londres de Itália (foto acima) e Coreia do Sul também estarão no Rio. Além destes, os atletas de Noruega e Índia podem surpreender.

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MELHORES RESULTADOS NO ÚLTIMO CICLO OLÍMPICO DOS PRINCIAIS PARTICIPANTES:

Serhiy Kulish (Ucrânia) vice-campeão mundial 2014, terceiro colocado da final da copa do mundo 2013, quarto colocado no ranking 2016

Niccolo Campriani (Itália) – quarto colocado no mundial 2014, campeão da final da copa do mundo 2013, campeão olímpico em 2012

Matthew Emmons (EUA) – líder do ranking em 2016, campeão da final da copa do mundo 2015, terceiro colocado em Londres 2012

ZIcheng Hui (China) – terceiro colocado no ranking mundial 2016

Zhu Qinan (China) – campeão mundial 2014

Ole Kristian Bryhn (Noruega) – terceiro colocado na final da copa do mundo 2014, vice campeão da final da copa do mundo 2013

Daniel Brodmeier (Alemanha) – vice-campeão da final da copa do mundo em 2014

Valérian Sauveplane (França) – campeão europeu 2015

Kim Jong-Hyun (Coreia do SUL) – vice-campeão olímpico 2012

(Rússia)  e Bielorússia-

Sanjeev Rajput (Índia) – oitavo colocado no ranking 2016

 

QUEM REPRESENTA O BRASIL E QUAIS SUAS CHANCES?

O Brasil não tem representantes nesta prova

PALPITE DO GUIA:

Ouro: Matthew Emmons (EUA), prata:  ZIcheng Hui (China): Sanjeev Rajup (Índia)

AJUDA PARA TORCER

Se o atleta fizer mais que 1177, muito provavelmente estará na final com uma das melhores pontuações. Se fizer de 1177 a 1170, as chances de ir à final são grandes, mas não garantidas. De 1170 a 1165, dependerá muito do nível da competição, mas é possível ir à final. Menos que 1165 é um resultado que não deve colocar entre as oito melhores. Nas últimas cinco edições da prova nos jogos, a pontuação mínima foi: 1168 (Londres 2012), 1170 (Pequim 2008), 1164 (Atenas 2004), 1165 (Sydney 2000) e 1166 (Atlanta 1996). A média é de 1166,6. O recorde mundial é 2014, do russo Sergey Kamenskiy: 1186 pontos. O recorde olímpico é de

 

CARABINA TRÊS POSIÇÕES FEMININA

HISTÓRICO: A prova é disputada de 1984 e é bem eclética na distribuição de medalhas. Até 2008, nenhum país havia conseguido duas medalhas de ouro. China, Alemanha, Iugoslávia Polônia e Rússia venceram até 2004. Em casa, a China se tornou a primeira bi-campeã olímpica.  Quatro anos mais tarde, os Estados Unidos também conseguiram o bi. Somente estes dois países e mais Bulgária, Alemanha, Polônia e Rússia conquistaram mais de uma medalha na carabina três posições; nenhum deles conseguiu mais de três.

QUEM CHEGA FORTE AO RIO:

A prova promete ser disputada. Nem atual campeã mundial (alemã) nem a atual líder do ranking (croata) irão participar dos jogos olímpicos. As duas costumavam figurar nas primeiras posições do pódio juntamente com outras atletas que não estarão no Rio. Isso favorece as que virão, como por exemplo a norueguesa Malin Westerheim (foto), terceira colocada no mundial. A chinesa Donggi Chen e a tcheca Nikola Mazurova também devem crescer com as ausências. A campeã olímpica da China Dong Li estará aqui e pode surpreender.

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MELHORES RESULTADOS NO ÚLTIMO CICLO OLÍMPICO DOS PRINCIAIS PARTICIPANTES:

Malin Westerheim- (Noruega) – bronze no mundial 2014

Barbara Engleder (Alemanha) – vice-campeã da final da copa do mundo 2015 quarta colocada (as três primeiras não vem ao Rio) no ranking 2016

Zhang Bin Bin- (China)- terceira colocada em uma das etapas do circuito em 2016. E a segunda melhor do ranking dentre as atletas que virão ao Rio

Virginia Thrasher (EUA) – quarta colocada em uma das etapas do circuito em 2016 e umas das 5 melhores do ranking entre as atletas que virão ao Rio

Mahlaqha Jambozorg (Irã) – uma das 5 melhores do ranking entre as atletas que virão ao Rio

Adela Sykorova (República Tcheca) -terceira colocada na Olimpíada 2012

 

QUEM REPRESENTA O BRASIL E QUAIS SUAS CHANCES?

O Brasil não tem atletas nesta prova.

PALPITE DO GUIA:

Ouro: Mahlaqha Jambozorg (Irã), prata: Barbara Engleder (Alemanha) bronze: Zhang Bin Bin- (China)

AJUDA PARA TORCER

Se na primeira fase a atleta conseguir atleta fizer mais que 88 pontos, muito provavelmente estará na final com uma das melhores pontuações. Se fizer de 88 a 84, as chances de ir à final são grandes. De 84 a 80, dependerá muito do nível da competição, mas é possível ir à final. Menos que 80 é um resultado que não deve colocar entre as oito melhores.

Nas últimas 5 edições dos jogos, a pontuação para se chegar à final foi: 83 em Londres 2012, 85 em Pequim 2008, 79 em Atenas 2004, 80 em Sydney 2000 e 81 em Atlanta 1996. Média de 81,6. O recorde mundial é de 594 de Snjezana Pejcic (Croácia) em 2016 e o recorde olímpico

 

CARABINA DEITADA MASCULINA

Como o nome já diz, os competidores desta modalidade ficam deitados e têm 60 tiros para acertar alvos a 50 m de distância. A arma usada também tem calibre .22. Os oito melhores vão à final e então atiram mais 10 vezes. Os pontos são somados aos da primeira fase.

HISTÓRICO: a prova é uma das mais antigas dos jogos e é disputada desde 1912, ficando de fora apenas em 1928. Os Estados Unidos têm o maior número de medalhas (15) e maior número de ouros (5). Entretanto, a maioria destas medalhas saíram de 1912 até 1968. De lá para cá a modalidade se globalizou, tendo medalhistas de todos os continentes. Desde 2000, a Bielorrússia conquistou três medalhas (dois bronzes em 2000 e 2004) e o ouro em 2012).

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QUEM CHEGA FORTE AO RIO:

O australiano Warren Potent (foto acima) e o alemão Henri Junghanel (foto abaixo)fizeram um bom ciclo e estão muito bem em 2016. O dinamarquês Torben Grimmel, medalhista de prata em Sydney, apesar de não ter título mundial e europeu como os outros dois citados no último ciclo, é o líder do ranking em 2016 com direito três vitórias em cinco provas disputadas no ano. Além deles, fique de olho em Bielorrússia, Estados Unidos e Itália.

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MELHORES RESULTADOS NO ÚLTIMO CICLO OLÍMPICO DOS PRINCIAIS PARTICIPANTES:

Warren Potent (Austrália) – campeão mundial 2014, terceiro colocado no ranking em 2014

Henri Junghanel (Alemanha) – campeão europeu 2015, terceiro colocado na final da copa do mundo 2014 e campeão em 2013, vice-líder do ranking em 2016

Torben Grimmel (Dinamarca) – líder do ranking em 2016

Daniel Brodmeier (Alemanha) – vice-campeão mundial 2014, campeão da final da copa do mundo 2014 e vice em 2013

Michael McPhail (EUA) – campeão da final da copa do mundo 2015

Marco de Niccolo (Itália) –  quinto colocado no mundial 2015

 

QUEM REPRESENTA O BRASIL E QUAIS SUAS CHANCES?

O Brasil será representado pelo brasileiro Cássio Rippel (foto), que conseguiu a vaga ao ser campeão do Pan-Americano de Toronto 2015. Ele aparece na trigésima colocação do ranking em 2016. Disputou quatro etapas do circuito, conseguindo um vigésimo lugar como melhor resultado. No Mundial, foi apenas o vigésimo sexto.  As chances de medalha são baixas

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PALPITE DO GUIA:

Ouro: Torben Grimmel (Dinamarca) prata: Warren Potent (Austrália)  bronze: Henri Junghanel (Alemanha)

 

TIRO AO ALVO

COMO FUNCIONA A DISPUTA?

As provas de tiro ao alvo englobam skeet, fossa olímpica e dublê e são disputadas ao ar livre

FOSSA OLÍMPICA MASCULINA

  • Fossa Olímpica- A arma utilizada é uma escopeta calibre 22. O atleta realiza cinco séries de disparos tentando acertar 25 pratos lançados um de cada vez. Os seis mais bem colocados vão às finais, onde uma nova série de 25 pratos é disputada. Os pontos são somados aos da primeira fase.

 HISTÓRICO:  A fossa olímpica é uma das provas mais antigas do programa olímpico e disputada desde 1900. A modalidade sempre foi muito disputada. Itália e EUA são os maiores vencedores, com vantagem de quatro ouros contra três para os italianos. Canadá, França e Grã-Bretanha costumam ter bons resultados e a Austrália começou a se destacar a partir de 1996. Em Londres, o atleta Al Deehani Fehaid do Kwait conquistou a segunda medalha da história do país em jogos olímpicos.

 

QUEM CHEGA FORTE AO RIO:

O eslovaco Erik Varga (foto) chega como favorito a levar o ouro. Porém não terá vida fácil, já que vários atletas medalhistas olímpicos e mundiais de edições passadas estarão no Rio, como experiente italiano Giovanni Peliello, vencedor de três medalhas olímpicas e que disputará sua sétima olimpíada. Além dele, outros ex-campeões chegam bem, como o russo Alexei Alipov, o espanhol Alberto Fernandez, o indiano Manavjit Singh, o tcheco David Kostelecky e o australiano Michael Diamond (um dos únicos bi campeões consecutivos da história da fossa).

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Abaixo, uma lista com 8 atletas que devem brigar pelas medalhas no Rio e seus melhores resultados no último ciclo.

 MELHORES RESULTADOS NO ÚLTIMO CICLO OLÍMPICO DOS PRINCIAIS PARTICIPANTES:

Erik Varga (Eslováquia) – bicampeão mundial 2014 e 2015 e vice-campeão europeu 2015

Giovanni Pellielo (Itália) – vice-campeão mundial 2014 e terceiro colocado em 2015 prata

Giovanni Cernogoraz (Croácia) – campeão olímpico 2012

Alexey Alipov (Rússia) –  campeão europeu 2015, terceiro colocado no mundial 2013, quinto colocado no ranking 2016

Alberto Fernandez (Espanha) – líder do ranking mundial 2016,

Edward Ling (Grã-Bretanha) –  vice-campeão mundial 2014

Maxime Mottet (Bélgica) – terceiro colocado no mundial 2015

Stefano Selva (San Marino) – sexto colocado no ranking mundial 2015

QUEM REPRESENTA O BRASIL E QUAIS SUAS CHANCES?

O gaúcho Roberto Schmits conseguiu o direito de competir através da vaga do país sede.  Ocupa a 76ª posição do ranking em 2016 e teve como melhor resultado no ano o 31º lugar. Se ficar entre os 20 primeiros já será um bom resultado. As chances de medalha são baixas.

PALPITE DO GUIA:

Ouro: Erik Varga (Eslováquia),

prata: Giovanni Pellielo (Itália)

bronze: Alberto Fernandez (Espanha)

AJUDA PARA TORCER

Após os 25 tiros, se o atleta fizer 124 ou mais, o atleta estará na final com uma das melhores marcas. Se fizer de 124 a 122, as chances de ir à final são grandes, mas não garantidas. De 122 a 119, o atleta dependerá do nível da prova. Em Londres 2012, por exemplo, a prova foi mais forte e o corte ocorreu em 122. Em Pequim 2008, foram necessários “apenas” 119. Abaixo de 118 não é um bom número para a final.

 

 

FOSSA OLÍMPICA FEMININA

  • Fossa Olímpica- A arma utilizada é uma escopeta calibre 22. A atleta realiza três séries de disparos tentando acertar 25 pratos lançados um de cada vez. Os seis mais bem colocados vão às finais, onde uma nova série de 25 pratos é disputada. Os pontos são somados aos da primeira fase.

HISTÓRICO: a prova da fossa olímpica feminina é a mais recente do tiro esportivo e só começou a ser disputada em 2000 e é bastante equilibrada. O único país que tem duas medalhas é a Eslováquia com Zuzana Stefeceková, duas vezes prata em 2008 e 2012.  Os quatro ouros foram para Lituânia, Austrália, Finlândia e Itália.

 

QUEM CHEGA FORTE AO RIO:

A espanhola Fátima Gálvez é a grande favorita ao ouro pelo brilhante ciclo olímpico feito e pelo bom aproveitamento em 2016. Para as outras medalhas, a briga é boa. A libanesa Ray Bassil (foto) é líder do ranking mundial e pode conquistar a primeira medalha feminina da história de seu país. Alessandra Perilli, campeã dos jogos europeus em 2015, pode ganhar a primeira medalha olímpica da história de San Marino em jogos olímpicos. Duas campeãs olímpicas tentam conquistar um inédito segundo título:  a atual campeã Jessica Rossi, da Itália e a campeã em 2008 Satu Makela-Nummela, da Finlândia. Fique atendo ainda nas atletas da Austrália, Coreia do Norte e Estados Unidos.

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MELHORES RESULTADOS NO ÚLTIMO CICLO OLÍMPICO DOS PRINCIPAIS PARTICIPANTES:

Fátima Gálvez (Espanha) – campeã mundial 2015, vice-campeã mundial 2014, terceira do ranking em 2016

Pak Yong-hui (Coreia do Norte) – terceira colocada no mundial 2015

Catherine Skinner (Austrália) – terceira colocada no mundial 2014

Laetisha Scanlan (Austrália) – sexta colocada no ranking mundial 2016

Ray Bassil (Líbano) – líder do ranking mundial em 2016

Satu Makela-Nummela (Finlândia) – segunda colocada no ranking mundial 2016

Corey Cogdell (EUA) – quarta colocada no ranking 2016

Alessandra Perilli (San Marino) – campeã dos jogos europeus em 2015, quarta colocada em Londres 2012

Jessica Rossi (Itália) – campeã mundial 2013, campeã olímpica em 2012

Yukie Nakaiama (Japão) – vice-campeã mundial em 2013

 

QUEM REPRESENTA O BRASIL E QUAIS SUAS CHANCES?

A brasileira Janice Teixeira representará o Brasil. Ela conseguiu o direito de competir através da vaga reservada ao país-sede. Ela ocupa a 69ª posição do ranking em 2016 e teve como melhor resultado no ano um 37º lugar. Se ficar entre os 20 primeiros já será um bom resultado. As chances de medalha são baixas.

PALPITE DO GUIA:

Ouro: Fátima Gálvez (Espanha)

Prata:Satu Makela-Nummela (Finlândia)

Bronze: Ray Bassil (Líbano)

 

AJUDA PARA TORCER

Após os 25 tiros, se o atleta fizer 74 ou mais, o atleta estará na final com uma das melhores marcas (75 é a pontuação máxima e o recorde mundial). Se fizer de 74 a 71, a atleta deve ir à final. De 71 a 67, o atleta dependerá do nível da prova. Em Londres 2012, por exemplo, a prova foi mais forte e o corte ocorreu em 70. Em Pequim 2008, foram necessários “apenas” 67. Abaixo de 67 não é um bom número para a final. O recorde mundial é de Londres 2012, da italiana Jessica Rossi. Ela fez 75 pontos. No mundial 2013 a americana Corey Cogdell igualou a marca

 

SKEET MASCULINO

  • Skeet- A arma utilizada é uma escopeta calibre 12. O atleta realiza cinco séries de disparos tentando acertar 125 pratos lançados de locais distintos (chamados de casa alta e casa baixa). Os seis mais bem colocados vão às finais, onde uma nova série de 50 pratos é disputada. Os pontos são somados aos da primeira fase.

HISTÓRICO: a prova do skeet masculino foi introduzida nos jogos de 1968 e já foi disputada 12 vezes. A Itália é o país que mais vezes medalhou: seis vezes. Países da América do Norte (EUA), América do Sul (Chile e Peru), América Central (Cuba), Europa Central (Itália e outros) Europa Oriental (república Tcheca e outros), Ásia (China) e até do Oriente Médio (Catar) já conquistaram medalhas. A partir de 2008, o americano Vincent Hancock passou a dominar o cenário do skeet, consagrando-se no único bicampeão olímpico da história. Noruega e Dinamarca conseguiram duas medalhas de prata neste período.

 

QUEM CHEGA FORTE AO RIO:

O atual bicampeão olímpico Vincent Hancock,(foto) dos EUA, vem com tudo para conquistar um histórico tri. Ele já é tricampeão mundial da prova e ainda por cima lidera o ranking em 2016. Tentam impedir o feito o francês Anthony Terras, bicampeão mundial no passado e terceiro colocado na olimpíada de 2008. A Itália tem dois bons atletas, incluindo o segundo melhor em 2016. Ucrânia, Suécia, Índia, Rússia e Egito já tiveram atletas que medalharam nas principais competições de 2016.

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MELHORES RESULTADOS NO ÚLTIMO CICLO OLÍMPICO DOS PRINCIAIS PARTICIPANTES:

Vincent Hancock (Estados Unidos)- campeão mundial 2015, vice-campeão da final da copa do mundo 2015, líder do ranking 2016

Anthony Terras (França)  – vice-campeão mundial 2014 e 2015,

Jesper Hansen (Dinamarca) – campeão mundial em 2013, terceiro colocado na final da copa do mundo 2015, oitavo no ranking 2016

Azmy Mehelba (Egito) – terceiro colocado no mundial 2014, quarto colocado no ranking 2016, vice-campeão na final da copa do mundo 2015

Gabrielle Rosseti (Itália) – campeão da final da copa do mundo 2015, terceiro colocado no ranking 2016

Marcus Svenson  (Suécia) – vice-campeão dos jogos europeus 2015, quinto no ranking 2016

Alexander Zemlin (Rússia) –  campeão mundial em 2014

Anthony Terras (França) –  vice-campeão mundial em 2014

Nasser Al-Attiyah (Qatar) – terceiro colocado a olimpíada de 2012

QUEM REPRESENTA O BRASIL E QUAIS SUAS CHANCES?

O goiano Renato Portella representará o Brasil. Ela conseguiu o direito de competir através da vaga reservada ao país-sede. Ela ocupa a 69ª posição do ranking em 2016 e teve como melhor resultado no em 2015 um 83º lugar. As chances de medalha são baixas.

 

PALPITE DO GUIA:

Ouro: Vincent Hancock (Estados Unidos); prata: Azmy Mehelba (Egito) bronze: Marcus Svenson (Suécia)

AJUDA PARA TORCER

Após os 125 tiros, se o atleta fizer 123 pontos ou mais, estará na final com uma das melhores marcas. Se fizer de 123 a 120, o atleta deve ir à final. De 120 a 117, o atleta dependerá do nível da prova. Em Londres 2012, por exemplo, a prova foi mais forte e o corte ocorreu em 120. Em Pequim 2008, foram necessários “apenas” 117. Nos últimos 3 mundiais e nas quatro competições de 2016, a média de corte foi mais alta: 121.  Cinco atletas tem o recorde mundial de 125. O recorde olímpico é do americano Vincente Hancock: 123.

 

SKEET FEMININO

  • Skeet- A arma utilizada é uma escopeta calibre 12. A atleta realiza três séries de disparos tentando acertar 75 pratos (3 séries de 25) lançados de locais distintos (chamados de casa alta e casa baixa).Os atletas atiram de 8 posições distintas. Os seis mais bem colocados vão às finais, onde uma nova série de 50 pratos é disputada. Os pontos são somados aos da primeira fase.

HISTÓRICO: a prova é uma das mais recentes do programa do tiro esportivo e só foi introduzida nos jogos de Sydney, em 2000. Das 12 medalhas distribuídas até hoje, 8 foram para apenas quatro atletas: Zemfira Meftakhetdinova, do Azerbaijão (primeira mulher medalhista de ouro da história do país em 2000 e prata e bronze em 2004), Diána Igaly, da Hungria (ouro em 2004 e bronze em 2000), Kim Rhode (ouro em 2012 e prata em 2008) e Wei Ning, da China (pratas em 2008 e 2012). As outras duas medalhas foram para Itália (ouro em 2008) e Alemanha (bronze em 2008.

 

QUEM CHEGA FORTE AO RIO:

A americana Kimberly Rhode (foto) vem em busca do bicampeonato olímpico. Sua compatriota Morgan Craft, porém, vive uma melhor fase em 2016. Elas serão testadas pela tailandesa Sutiya Jiewchaloemmit, vencedora de duas etapas do circuito mundial em 2016 e líder do ranking. As atletas de Itália, Chipre, Grã-Bretanha e China conseguiram medalhas em 2016 e chegam com moral.

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MELHORES RESULTADOS NO ÚLTIMO CICLO OLÍMPICO DOS PRINCIAIS PARTICIPANTES:

Morgan Craft (Estados Unidos) – campeã mundial em 2015, vice-líder do ranking em 2016

Sutiya Jiewchaloemmit (Tailândia) – líder do ranking em 2016, vice-campeã da final da copa do mundo 2015Este ano venceu as etapas do Rio de Janeiro e de San Marino da Copa do Mundo.

Danka Bartekova (Eslováquia) – terceira colocada no mundial 2014 e na Olimpíada 2012

Amber Hill (Grã-Bretanha) – campeã dos jogos europeus 2015, campeã da final da copa do mundo 2015, quarta colocada no ranking 2016 bronze na etapa de San Marino

Kimberly Rhode (Estados Unidos)  – campeã olímpica em 2012, oitava no ranking 2015

Elena Allen (Grã-Bretanha) –  prata no mundial 2014

Christine Wenzel (Alemanha) – campeã mundial 2013, campeã da final da copa do mundo 2013

Andri Eleftheriou (Chipre) – quinta do ranking 2016,  prata na etapa do Chipre 2016

Chiara Cainero e Diana Bacosi (Itália)   empatadas na sexta colocada no ranking 2016

 

QUEM REPRESENTA O BRASIL E QUAIS SUAS CHANCES?

A paulistana Daniela Carraro representará o Brasil. Ela conseguiu o direito de competir através da vaga reservada ao país-sede. Ela ocupa a 49ª posição do ranking em 2016 e teve como melhor resultado no ano um 22º lugar. No Mundial 2014, foi a 40ª. Sua maior pontuação foi 62 pontos. As chances de medalha são baixas.

PALPITE DO GUIA:

Ouro: Sutiya Jiewchaloemmit (Tailândia), prata: Kimberly Rhode (Estados Unidos) bronze: Morgan Craft (EUA)

 

AJUDA PARA TORCER

Após os 75 tiros, se a atleta fizer 73 pontos ou mais, estará na final com uma das melhores marcas. Se fizer de 73 a 71, o atleta deve ir à final. De 71 a 68, o atleta dependerá do nível da prova. Em Londres 2012, por exemplo, a prova foi mais fraca e o corte ocorreu em 67. Em Pequim 2008, foram necessários 69. Nos últimos 3 mundiais e nas quatro competições de 2016, a média de corte foi mais alta: 70.  Duas atletas tem o recorde mundial de 75. O recorde olímpico é da americana Kimberly Rhode: 74.

 

FOSSA DUBLÊ MASCULINA

  • FOSSA DUBLÊ- é utilizada uma escopeta de calibre 22. O atleta realiza três séries de 50 disparos tentando acertar 50 pratos, lançados aos pares. Os seis mais bem colocados vão as finais, onde uma nova série de 50 pratos é disputada. Os pontos são somados aos da primeira fase.

 

HISTÓRICO: A prova é disputada em Olimpíadas desde 1996. A Grã-Bretanha tem 2 ouros, incluindo o da última edição. Estados Unidos (2008), Austrália (1996) e Emirados Árabes Unidos (único ouro da história do país em jogos olímpicos) tem os outros ouros. A China é a única que tem 3 medalhas olímpicas (3 bronzes). A Austrália tem o único atleta que ganhou medalhas em edições diferentes: Russell Mark,  ouro em 1996 e prata em 2000.

 

QUEM CHEGA FORTE AO RIO:

Os dois americanos chegam bem para o Rio. O campeão mundial de 2010 e 2014 Josha Richmond venceu uma etapa do circuito mundial em 2016.  O campeão olímpico de 2008 Walton Eller também vem bem neste ano. Mas o melhor dos últimos tempos é o russo Vasily Mosin (foto),campeão mundial em 2015 e vencedor do evento-teste no Rio de Janeiro. O australiano James Willet é o líder do circuito no ano. Além deles, preste atenção nos atletas de Malta, Alemanha e China, que medalharam em etapas do circuito mundial este ano.

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MELHORES RESULTADOS NO ÚLTIMO CICLO OLÍMPICO DOS PRINCIAIS PARTICIPANTES:

Vasily Mosin (Rússia) – campeão mundial 2015 e vice em 2013. Terceiro colocado em Londres 2012 Quinto colocado no ranking em 2016

Joshua Richmond (EUA) campeão mundial 2014. Quarto colocado no ranking 2016.

Walton Eller (EUA) campeão mundial 2013

James Willett (Austrália) –  Líder do ranking em 2016

William Chetcuti (Malta) Número 3 do ranking em 2016

Antonino Barilla (Itália) – vice-campeão mundial 2014

Tim Kneale (Grã-Bretanha) vice no mundial de tiro ao prato 2015

Steven Scott (Grã-Bretanha) – campeão da final da copa do mundo 2015, terceiro colocado no mundial 2014

Marco Innocenti (Itália) – prata na etapa do Azerbaijão 2016

QUEM REPRESENTA O BRASIL E QUAIS SUAS CHANCES?

O brasil não possui representantes nessa prova.

 

PALPITE DO GUIA:

Ouro: Vasily Mosin (Rússia); prata: James Willett (Austrália); bronze: Joshua Richmond (EUA)

 

AJUDA PARA TORCER

Se o atleta fizer 143 pontos ou mais, estará na final com uma das melhores marcas. Se fizer de 143 a 138, o atleta deve ir à final. De 137 a 136, o atleta dependerá do nível da prova. Em Londres 2012, o corte ocorreu em 137. Em Pequim 2008, 136. Nos últimos 3 mundiais e nas quatro competições de 2016, a média de corte foi 137. O recorde mundial é do britânico Tim Kneale, de 2014: 148 pontos.

 

crédito das fotos: repordução facebook atletas e Federação internacional de Tiro Esportivo, Reprodução Youtube e site oficial FITE



Paulistano, 27 anos, deixou a publicidade e o marketing esportivo para ingressar no jornalismo e conseguir cobrir grandes eventos esportivos. Apaixonado por esportes olímpicos e futebol americano, sonha em estar no Rio de janeiro em 2016 para cobrir os Jogos Olímpicos in loco.