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Opinião: No país do futebol, vôlei pode engrossar o quadro de medalhas nas Olimpíadas

A apenas alguns dias do início das Olimpíadas no Rio, a esperança de ficar no topo do quadro de medalhas toma conta do povo brasileiro. No país do futebol, há algum tempo, o vôlei vem ganhando destaque e superando outros esportes bastante tradicionais por aqui.

Redação Torcedores
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Crédito: Reprodução: Federação Internacional de Vôlei/FIVB

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E é por isso que os times comandados por José Roberto Guimarães e Bernardinho têm grandes chances de engrossar o número de medalhas conquistadas pelo Brasil durante os jogos. Além disso, o vôlei de praia também aparece como forte candidato a conquistar o pódio olímpico.

No feminino, o maior desafio é superar as norte-americanas, que vêm ao Rio com o objetivo evitar o tricampeonato das brasileiras. A seleção dos Estados Unidos foi ouro no Mundial da Itália em 2014 e no Grand Prix do ano passado, mas caiu diante das brasileiras este ano, aumentando ainda mais a rivalidade entre os dois países. Outras seleções que podem ser verdadeiras pedras nos sapatos são China e Rússia. De qualquer maneira, o favoritismo no vôlei feminino é do Brasil, graças aos resultados e ao trabalho sério realizado por José Roberto Guimarães. O ex-capitão da seleção masculina, Nalbert, chegou a dar seu palpite para o pódio olímpico: Brasil, Estados Unidos e China, respectivamente.

A seleção de Bernardinho, apesar de não vencer campeonatos importantes desde 2010, também aparece entre as favoritas para subir ao pódio no Rio de Janeiro. França, Rússia e Polônia são os principais rivais, mas o Brasil vem aos jogos com força máxima, a fim de conquistar o tricampeonato. Ao SPORTV, o treinador brasileiro afirmou recentemente que não vê o Brasil como favorito. Para ele, a França chega como principal candidata à medalha de ouro. Aliás, a França é uma das seleções que integram o grupo do Brasil, além de Estados Unidos, Itália e Canadá. A seleção brasileira estreia contra o México – no dia 7 – e encerra a fase de grupos justamente contra a França.

Mas não é só nas quadras que o Brasil espera conquistar o ouro olímpico. No caso do vôlei de praia, só uma zebra pode nos tirar o primeiro lugar. Alison e Bruno Schmidt (sobrinho do ex-jogador de basquete Oscar Schmidt) e Larissa França e Talita Antunes, campeões no Mundial da modalidade, formam as duplas mais preparadas para chegar ao topo no Rio de Janeiro. Recordista no número de ouros em mundiais (seis no masculino e cinco no feminino), o Brasil tem ainda outras duplas que podem se destacar durante os jogos. Isso torna possível, inclusive, a possibilidade de termos finais ou semifinais brasileiras.