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Entrevista: Fernanda Gentil revela que abdicou do álcool para entrar na Globo

Capa da revista Maire Claire de agosto, a apresentadora Fernanda Gentil, da TV Globo, abriu o jogo sobre várias peculiaridades de sua vida pessoal e de como o esporte influenciou para que se tornasse um dos maiores ícones da emissora carioca na atualidade. A loira de 29 anos tentou de tudo, desde judô até o vôlei de praia, porém descobriu seu talento para o jornalismo e se juntou à equipe no Projac “à base de muita promessa”.

Redação Torcedores
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Crédito: João Miguel Júnior/TV Globo/Divulgação

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Na entrevista à publicação, Fernanda admite que abdicou por dois meses de uma das coisas que mais gosta pelo sonho de trabalhar na maior emissora do País, e da América Latina. “Sou assim (persistente) graças ao esporte. Prometi não beber álcool quando quis ser contratada pelo SporTV”.

Carismática como poucas, e de uma maneira totalmente natural, a jornalista de 29 anos admitiu que a promessa não durou para sempre, afinal ninguém é de ferro, não? “Mas só por dois meses, tá? Foi difícil pra mim”, brincou Fernanda, que se tornou uma das principais profissionais esportivas da Globo na época da Copa das Confederações, no Brasil, em 2013. Na época, ela foi considerada pela imprensa internacional como a “musa” do evento.

No ano seguinte, na Copa do Mundo, Fernanda foi uma das principais repórteres na cobertura da seleção brasileira junto com o experiente Mauro Naves. Após a vexatória eliminação para a Alemanha por 7 a 1 na semifinal, a loira se emocionou em uma entrada ao vivo e chorou ao conversar com Fátima Bernardes.

Sobre o desafio de ter se acostumado a função de apresentadora depois de anos de “casa”, Fernanda diz que adora a emoção do ao vivo e não tem medo de errar ou qualquer imprevisto nas transmissões. “Adoro saber que tudo pode dar errado a qualquer momento. Se o vento bate ruim lá no satélite, sai tudo do ar. Se alguém esbarra num botão, acaba a luz do estúdio. A adrenalina é esta: a qualquer hora tudo pode mudar. E muda.”

Ela não se intimida com gafes passadas, como durante a Copa de 2010, na bancada do SporTV, quando estendeu a mão para cumprimentar um convidado cego e, claro, ficou no vácuo. “O ‘vivo’ nada mais é do que uma cópia da vida real. Ela também é cheia de imprevistos.”

Veja um resumo em fotos das transmissões da TV nas Olimpíadas: