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Ronaldo admite em resenha com Galvão que dava carrinho ‘só para agradar o torcedor’

No segundo jogo no torneio olímpico de futebol, a seleção brasileira novamente tropeçou e ficou no empate por 0 a 0 com o Iraque, mesmo placar contra a África do Sul na estreia. O resultado irritou ainda mais os torcedores no Mané Garrincha, em Brasília, que vaiaram bastante o elenco do técnico Rogério Micale, e a indignação chegou ao narrador Galvão Bueno.

Redação Torcedores
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Crédito: Reprodução/TV Globo

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O porta-voz da TV Globo ficou revoltado com a postura de Neymar e companhia, que sequer tiveram a “decência” de conversarem com a imprensa na zona mista. Casagrande, por sua vez, detonou Neymar, dizendo que era o camisa 10, o capitão do time, quem deveria tomar à frente e falar com os repórteres como protocolo oficial dos Jogos.

Ronaldo ‘Fenômeno’ preferiu falar com mais leveza sobre as falhas da equipe canarinho em campo e ainda admitiu que a falta de vontade, que a grande maioria da torcida brasileira pede, também era um dos seus problemas quando jogador. “Eu não era raçudo e dava carrinho para agradar o torcedor”, revelou R9.

O ex-jogador soube ser crítico – mesmo que parecesse contraditório nas declarações. “Não vejo mais futebol bonito. Eu não vejo diferença nenhuma desse jogo para o primeiro e para nenhum da Copa América. Não vejo ninguém dar um carrinho, ficar bravo. Chegar, gritar, xingar, cuspir no cara. Você não vê ninguém reagindo”, comentou o ‘Fenômeno’, bronze com a seleção olímpica nos Jogos de Atlanta, em 1996.