GUIA NFL 2016: Miami Dolphins

A partir desta quinta-feira (08/09), começa a nova temporada da NFL. São 32 times separados em duas divisões na briga pelo tão desejado título do Superbowl. O Torcedores.com preparou um guia completo falando um pouco mais dos 32 times. Você saberá o que mudou em relação ao ano passado, quem saiu, quem chegou e as expectativas de cada time para a temporada. Neste texto, falaremos um pouco sobre o Miami Dolphins. Confira.

Redação Torcedores
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MIAMI DOLPHINS

fundação:1965

títulos de Superbowl: 2 (1972 e 1973)

rivais de divisão: Buffalo Bills, New England Patriots e New York Jets

 

Como foi em 2015?

Outra equipe que investiu muito na pré-temporada de 2015 mas que fracassou durante ela. O time começou muito mal o ano, passou por mudanças de treinador, teve uma das piores proteções ao quarterback da NFL e terminou na última divisão da AFC East com seis vitórias e dez derrotas.

 

O que funcionou/ O que não funcionou em 2015?

O ataque dos Dolphins foi um desastre em 2015, principalmente pelo péssimo trabalho da linha ofensiva e de uma temporada bem ruim do quarterback Ryan Tanehill. A defesa também piorou, apesar dos investimentos feitos pelo time na pré-temporada. Os destaques dos Dolphins no ano passado foram as corridas do running back Lamar Miller e as recepções do ótimo wide receiver Jarvis Landry (foto).

jarvis landry

 

Quem saiu e quem chegou para 2016?

Para se manter de acordo com o teto salarial da NFL, os Dolphins tiveram que tomar alguns duros golpes na pré-temporada, perdendo jogadores de talento e muito úteis ao time. Lamar Miller, um dos poucos destaques do ataque do time em 2015, foi para o Houston Texans. Outro que saiu foi o jovem defensive end Oliver Vernon, um dos destaques do time na reta final da temporada passada. A terceira perda sentida é a do cornerback Brent Grimes. Saíram também o wide receiver Richard Matthews, o defensive end Derrick Shelby e o linebacker Kevin Sheppard.  Para tentar suprir as perdas, Miami trouxe o experiente running back Arian Foster, do Houston Texans, o defensive end Mario Williams e o cornerback Byron Maxwell, que tiveram anos ruins em Houston, Buffalo e Philadelphia, respectivamente. O time ainda trouxe o defensive end Andre Branch, o linebacker Kiko Alonso e o safety Isa Quddus

 

O que esperar em 2016?

A linha ofensiva do time, um dos grandes problemas do Miami Dolphins em 2015, deve melhorar. Os Dolphins investiram sua primeira escolha no draft 2016 no ótimo Laremy Tunsil (foto) que se evitar polêmicas, tem tudo para proteger melhor o quarterback Ryan Tanehill. A perda do running back Lamar Miller será a mais sentida. Com um bloqueio melhor, o jogador teria tudo para continuar a desenvolver seu trabalho e ajudar o ataque. O substituto Arian Foster já teve boas temporadas no passado, mas vem sofrendo com lesões e dificilmente terá uma temporada superior à que Miller teve em 2015. Jarvis Landry deve ter outro bom ano e se os outros wide receivers e principalmente o tight end Jordan Cameron, que produziu bem abaixo do que é capaz em 2015, melhorarem, o ataque renderá melhor e o time terá uma melhor performance.

A defesa também precisa ver seus jogadores de maior talento melhorarem bastante. Ndamukong Suh (foto) chegou a um preço caro e rendeu abaixo do esperado em 2015. Os recém-chegados Mario Williams, Kiko Alonso e Byron Maxwell precisam fazer aquilo que já fizeram no passado e não o que mostraram em 2015 em seus antigos times. O comando técnico do time mudou todo e o novo técnico Adam Gase, antigo coordenador ofensivo do Chicago Bears, terá um árduo trabalho ao remontar um time que mudou bastante, numa divisão que tem os Patriots como favoritos, os Jets como segunda força e ainda um calendário muito difícil. 2016 será um ano difícil para o Miami Dolphins.

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