GUIA NFL 2016: veja como o Oakland Raiders vem para a competição

A partir desta quinta-feira (08/09), começa a NFL 2016. São 32 times separados em duas divisões na briga pelo tão desejado título do Super Bowl. O Torcedores.com preparou um guia completo, falando um pouco mais dos 32 times. Você saberá o que mudou em relação ao ano passado, quem saiu, quem chegou, e as expectativas de cada time para a temporada. Neste texto, falaremos um pouco sobre o Oakland Raiders. Confira:

Rodrigo Nascimento
Colaborador do Torcedores.com, amante dos esportes americanos e do automobilismo.

Crédito: Facebook oficial do Oakland Raiders

LEIA MAIS:

O grande saco de pancadas das ultimas temporadas o Oakland Raiders teve uma significativa melhora em 2015 terminando a temporada com 7-9, muito graças ao entrosamento do QB Derrick Carr com os WR Amauri Cooper e Michael Crabtree .

O que funcionou em 2015?

O ataque aéreo da equipe californiana foi o grande destaque da equipe capitaneado por Derrick Carr que em sua segunda temporada na NFL passou para 32 TDs e foi bem consistente. Já na defesa, Khalil Mack mesmo jogando em posição diferente da habitual, continuou a ser dominante como um dos melhores defensores da liga.

O que não funcionou em 2015?

O ponto negativo fica por conta de uma fraca secundária que contava apenas com o veterano Charles Woodson seu melhor jogador na secundaria disparado.

Quem saiu e quem chegou para 2016?

Charles Woodson grande líder da secundaria se aposentou, porém a equipe agiu rápido e se reforçou com Sean Smith vindo do Kansas City Chiefs. Mas a grande contratação foi o o linebacker Bruce Irvin ex Seattle Seahawks.

O que esperar em 2016?

Se Derrick Carr mantiver o desempenho consistente aliado ao bom corpo de recebedores e com o apoio terrestre do running back Latavius Murray, Oakland tem tudo para acabar com a seca que vem desde 2002 e chegar aos playoffs, pois a defesa tem em seus pilares Khalil Mack e Bruce Irvin suas principais armas.

EQUIPE: Oakland Raiders

FUNDAÇÃO: 1960

TÍTULOS DO SUPERBOWL: 3, em 1977, 1981 e 1984

Texto: Caio Lissoni