Veja quanto o Atlético-MG já arrecadou com negociações nesta temporada

O Atlético-MG sacramentou nesta quarta-feira a venda do lateral esquerdo Douglas Santos para o Hamburgo, da Alemanha. Com isso, a cúpula alvinegra superou a meta de R$ 60 milhões estabelecida pelo Conselho Deliberativo do clube para o orçamento desta temporada, segundo o UOL ESPORTE. O documento avaliado e aprovado pelos conselheiros estipulou este montante para negociações em definitivo e empréstimos.

Eder Bahúte
Colaborador do Torcedores.com.

Crédito: Montagem Torcedores: Fotos de Bruno Cantini/CAM

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Os valores da transação de Douglas Santos com o clube alemão não foram divulgados de forma oficial, porém, é certo que não foram adquiridos os 100% dos direitos do jogador. Os dirigentes mineiros ainda possuem um percentual em uma futura negociação do lateral, cerca de 20%. O clube deve receber em torno de R$ 25 e 27 milhões.

Logo no início de 2016, o zagueiro revelado pela base alvinegra, Jémerson, foi negociado com o Monaco, da França, por aproximadamente 10 milhões de euros (R$ 47 milhões na época). O Galo teve direito a 60% do valor, em torno de R$ 29 milhões.

Giovanni Augusto foi liberado para acertar com o Corinthians. O time paulista desembolsou cerca de R$ 17 milhões que envolveu ainda a ida do atacante André para o Timão. Além disso, recebeu uma parte pela negociação entre Corinthians e Sporting-POR pelo mesmo atacante (R$ 700 mil).

O volante Eduardo, sem espaço e pouco aproveitado na equipe, foi cedido ao Internacional por R$ 2,8 milhões.

Mesmo com a permanência de Carlos, o Atlético-MG bateu sua meta financeira e é claro, consegue o respiro que o presidente Daniel Nepomuceno precisava para trabalhar já com a cabeça em 2017. Ele mesmo comentava da necessidade de negociar algum jogador para equilibrar as finanças do clube. Importante destacar que, três deles são oriundos da base atleticana.

A diretoria investiu pesado em jogadores valorizados no mercado nesta temporada. Fred, Robinho, Cazares, Maicosuel, Carlos Eduardo e Clayton se juntaram a Lucas Pratto, Rafael Carioca, Marcos Rocha e cia. Sob o comando de Marcelo Oliveira, ganhou “cara de time” e se tornou um dos grandes favoritos a conquista do Brasileirão e da Copa do Brasil.