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Maicon reclama de cobrança da torcida fora do clube: “Tive situações constrangedoras”

A fase ruim do são Paulo tem refletido na vida pessoal dos atletas. O zagueiro Maicon revelou na entrevista coletiva desta terça-feira (4) que passou por situações constrangedoras ao lado de familiares nos momentos de lazer.

Péterson Neves
Jornalista com passagens pelo Portal R7, Jornal do Trem, Impacto Comunicação, Dialoog Comunicação e Comunicale. Contato: petersongneves@gmail.com

Crédito: Créditos da imagem: Érico Leonan / saopaulofc.net

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Afastado do time devido a um estiramento na coxa esquerda, Maicon volta ao time titular do São Paulo no lugar de Lugano no duelo frente ao Sport, nesta quarta-feira (4), às 21h45, na Ilha do Retiro.

— Tive uma ou duas situações bem constrangedoras. Estava na minha hora de lazer. É página virada, agora é fazer dentro de campo. Vamos trabalhar honestamente, dignamente. Fui cobrado como todos jogadores são. Quando você está com sua família a cobrança é chata, mas não me afetou. Nós não gostamos, mas respeitamos alguns (torcedores) pela linguagem que falam. Desde que seja positivo, ajuda. Não gostamos de ser cobrados de uma maneira em que você está com esposa e filhos no ambiente, mas estamos acostumados. Estou tranquilo quanto a isso – disse Maicon, antes da viagem a Recife.

Com o time a quatro pontos da zona de rebaixamento, o zagueiro pede para o time encarar de frente a situação sem medo.

– Não vemos a hora de sair dessa situação, mas amo jogar futebol. Quanto mais jogos puder jogar, ficarei satisfeito. Não é momento de fugir da raia, e sim de encarar os jogos como se fosse o último. É assim que tem de ser no São Paulo – afirmou.

Nem mesmo a chance de 2% de garantir uma vaga na Libertadores, já que o G-4 se transformou num G-6, Maicon acredita que o momento do São Paulo é focar na permanência na elite da Série A.

– O ânimo tem de ser o mesmo, independentemente de G-4 e G-6. Sabemos que estamos devendo muito no Brasileiro. Nesse momento não adianta pensar em G-6. Faltam sete pontos para cima e quatro para baixo – disse Maicon.