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Uruguaio aparece como um dos melhores estrangeiros da história do Cruzeiro

O Cruzeiro viveu um 2016 para esquecer. Contudo, algumas peças do time de Mano Menezes mostraram grande valor, como é o caso de Arrascaeta. O uruguaio, que antes tinha uma relação de amor e ódio com a torcida celeste devido as oscilações em campo, este ano se mostrou mais amadurecido e foi fundamental para ajudar o clube a sair da parte baixa da tabela do Campeonato Brasileiro. Desta forma, o meia-atacante já atingiu o patamar como um dos melhores estrangeiros que vestiram a camisa da Raposa na história.

Ramon Lopes
Foi editor do semanário BolanoBarbante, apaixonado por esportes, entusiasta das corridas de rua e dos jogos de tênis.

Crédito: Divulgação/Cruzeiro

Nesta temporada, Arrascaeta foi titular em 30 dos 38 jogos do Cruzeiro no Brasileirão, contabilizando 11 assistências, segundo levantamento do site ogol, além de ter participado de sete vitórias do clube celeste fora de casa na competição nacional. O ano foi tão bom para o uruguaio, que ele foi o vencedor do Troféu EFE Brasil, concedido pela Agência EFE ao melhor estrangeiro do Campeonato Brasileiro. Para ficar com o título, o camisa 10 da Raposa desbancou Copete, do Santos, e Gatito Fernández, do Figueirense.

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Além das 19 participações em lances que resultaram em gol e dos 11 tentos marcados, somando o Brasileiro e a Copa do Brasil, Arrascaeta foi bastante disciplinado em campo, recebendo seis cartões amarelos e apenas um vermelho, no polêmico caso que envolveu uma possível perseguição do árbitro Heber Roberto Lopes.

O uruguaio aparece bem no ranking dos jogadores celestes que mais finalizaram na Série-A, com 29 finalizações certas, mesmo número de Willian bigode. O meia-atacante ainda tem bons números quando o assunto são os cruzamentos. Após o último jogo do Brasileiro, contra o Corinthians, Arrascaeta ficou na segunda colocação, com 40 acertos, perdendo apenas para Robinho, com 42 cruzamentos certos, segundo levantamento do footstats.

Desde que chegou ao Cruzeiro, no ano de 2015, o jovem uruguaio vestiu a camisa celeste em 96 partidas, sendo o sexto estrangeiro que mais atuou pela Raposa em toda a história. À frente de Arrascaeta, apenas Carazo (1927-1942), Montillo (2010-2012), Sorín (2000-2009), Maldonado (2003-2005) e Perfumo (1971-1974).

Para poder contar com o jogador no plantel, o Cruzeiro desembolsou cerca de R$ 12 milhões por 50% dos direitos do meia-atacante, que antes atuava no Defensor Sporting, do Uruguai. Arrascaeta chegou em Belo Horizonte para suprir a ausência de Ricardo Goulart, à época negociado ao Guangzhou Evergrande, da China, por R$ 48 milhões.

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