Retrospectiva: Os melhores momentos do São Paulo em 2016

Com certeza soa um pouco irônico a retrospectiva dos melhores momentos do São Paulo. Um ano turbulento, troca de comandante e fiascos foram o ápice do que se pode dizer que foi o pior ano da história do tricolor. O torcedores.com consegue resgatar alguns momentos nostálgicos do tricolor do Morumbi.

Em fevereiro o São Paulo ganhou a queda de braço com o Galo e apresentou Jonathan Calleri. À pedido do então técnico Paton Bauza, o argentino seria ídolo do tricolor em pouco tempo, artilheiro da equipe com 16 gols no ano, jogando apenas um semestre. E coroando, artilheiro máximo da Libertadores 2016. O começo de ano do camisa 10 do São Paulo, PH Ganso foi avassalador. Jogador máximo de assistências, e ainda sim fazendo gols, Ganso terminou como artilheiro da equipe no Paulista, vice artilheiro na Libertadores e peça fundamental pra chegada do time até às semi finais.

Antes das semi finais, o São Paulo enfrentou nas quartas de finais, o Atlético Mineiro. Com muita desconfiança por parte de todos o tricolor venceu o primeiro duelo no Morumbi, e com gol do zagueiro Maicon em BH, perdeu o jogo, mas avançou às semifinais num jogo de tirar o fôlego.

O zagueiro Maicon chegou de empréstimo do Clube do Porto em fevereiro. Assumiu a condição de líder do time, tomou à frente nos momentos difíceis, virou capitão da equipe e participou de uma mobilização enorme por sua compra definitiva. Faltando dois dias pro término do empréstimo o São Paulo adquiriu 100% de seus direitos ao pagar quase 30 milhões de reais à equipe portuguesa.

Pra disputa do campeonato Brasileiro o São Paulo teve a chegada de dois argentinos, Buffarini na ala direita e Chávez, como o camisa 9. Os dois jogadores foram peças fundamentais na reação Tricolor do BR-16. Chávez terminou como goleador máximo do tricolor com 9 gols. Respectivamente saíram os argentinos, Calleri, já mencionado, Centurion e o técnico Edgardo Bauza que treinara à seleção Argentina. Outro estrangeiro a desembarcar no Morumbi, porém não menos importante, foi Cristhian Cueva. O peruano de 24 anos chegou no meio dá temporada vindo do futebol mexicano, e aos poucos foi cavando seu espaço. Terminou a temporada como o destaque da equipe no ano, jogando em alto nível é muito aclamado pela torcida. O ápice Tricolor no ano e o que decretou uma pequena amenizada para muitos foi a goleada na reta final do Campeonato Brasileiro. Goleada de 4 a 0 sobre o rival Corinthians. Com três assistências de Cueva é uma cobrança de pênalti fatal de cavadinha o São Paulo voltou a vencer um clássico depois de muito tempo, se livrou do risco de rebaixamento e ainda ajudou à não classificação do rival pra uma das vagas da Libertadores.

Uma temporada relativamente fraca, no geral termina com uma impressão menos constrangedora. Já no fim dos 70 jogos disputados, o São Paulo termina 2016 com o maior ídolo de sua história, Rogério Ceni no comando técnico da equipe. O eterno capitão são paulino tem crédito de sobra com a torcida, porém, muitas responsabilidades há de vir. Uma postura firme e encorajadora mostra que 2017 tem que ser um ano diferente pro clube. Aliás, pior que esse ano, é algo incalculável no Morumbi.



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