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Apoio à Crefisa? PVC revela motivo de ruptura entre Galiotte e Nobre no Palmeiras

Está claro que a relação entre o novo presidente do Palmeiras, Maurício Galiotte, com a Crefisa melhorou bastante, inclusive a empresária Leila Pereira poderá se candidatar a uma vaga ao Conselho Deliberativo do clube, em fevereiro. Em contrapartida, o mandatário não agradou seu antecessor Paulo Nobre, que tinha impugnado a inscrição de Leila pois entendia que ela não tinha oito anos de associada ao clube.

Redação Torcedores
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Crédito: Arte: Matheus Martins Fontes/Torcedores.com

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Só que o jornalista Paulo Vinícius Coelho, o PVC, revelou, em seu blog, que o principal motivo da ruptura entre Galiotte e Nobre não foi o aval dado pelo atual mandatário à Leila para virar conselheira, mas sim o desejo de Nobre continuar interferindo no departamento de futebol negado pelo presidente do Verdão.

PVC informou que “fontes ligadas a Nobre indicam que ele pediu a Galiotte que a gestão continuasse sendo ‘a quatro mãos'”.

Por outro lado, “pessoas próximas a Galiotte disseram que Nobre teria pedido explicitamente que seguisse no departamento de futebol. A resposta foi que a gestão seguiria o padrão definido desde 2013. Ou seja, o presidente acompanhando de perto, mas o departamento gerenciado por um profissional da área”.

Ou seja, nessa segunda versão, Galiotte deixou claro que quem irá mandar no futebol do Palmeiras será Alexandre Mattos, que o vem fazendo desde 2015, no começo do segundo mandato de Nobre no poder. No primeiro biênio (2013-2014) comandado pelo ex-presidente, quem teve esse cargo foi José Carlos Brunoro.

Reportagem da Folha de S. Paulo da semana passada informou que, com a posse de Galiotte, até a relação com as uniformizadas do Palmeiras, principalmente a Mancha AlviVerde, melhorou totalmente. Membros da organizada dizem que o novo mandatário alviverde faz o perfil mais de “agregador”, e não “ditador” como o antecessor.