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Chico Lang critica a transmissão da Rede Globo na partida entre Brasil x Colômbia

Chico Lang não gostou da transmissão da Rede Globo para o Jogo da Amizade entre Brasil x Colômbia, na noite desta quarta-feira (25), no estádio do Engenhão. O comentarista criticou a maneira que a emissora cobriu o evento: “Até agora não sei o que foi para o ar: uma partida de futebol, uma homenagem, um show de trapalhadas ou um culto religioso”, comenta em publicação no Instagram. 

Dennys Carvalho
Dennys Carvalho é jornalista diplomado pela FIAM (Faculdade Integradas Alcântara Machado) e apaixonado por esportes. Já trabalhou na Rádio Escuta/Produção da REDETV!, operador de TV de uma empresa de monitoramento de mídia e Pós-Graduado em Jornalismo Esportivo e Negócios do Esporte.

Crédito: Foto: Reprodução

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O apresentador e comentarista da TV Gazeta usou o Instagram para desabafar sobre a cobertura da emissora de Roberto Marinho faz sobre o amistoso da Seleção Brasileira, que tinha o objetivo de arrecadar fundos para as vítimas da tragédia do voo da Chapecoense, e não poupou críticas ao Galvão Bueno.

Ainda provocou o Luciano Huck e a sua esposa Angélica, ambos da Rede Globo, e deu sugestões para a transmissão: “Deveriam ter chamado o cafona do Luciano Huck e aquela mulher dele, a insuportável Angélica. Poderiam ter pedido emprestado o Gugu, da Rede Record, ou a querida Kátia Fonseca, aqui na TV Gazeta. A “deusa” Luciana Gimenez, da RedeTV, ia bem, por certo”.

VEJA A PUBLICAÇÃO COMPLETA:

“Ainda estou com a pulga atrás da orelha por causa da transmissão da Globo de Brasil x Colômbia, o tal jogo da amizade. Até agora não sei o que foi para o ar: uma partida de futebol, uma homenagem, um show de trapalhadas ou um culto religioso. O amigo Galvão Bueno fez omelete com sem ovos, porém com arroz, feijão, macarrão, pepino, abobrinha, queijo ralado, frango, filé mignon, pimenta do reino, gotas de malagueta e muita cebola, para jorrar um rio de lágrimas por todo Brasil.

Deveriam ter chamado o cafona do Luciano Huck e aquela mulher dele, a insuportável Angélica. Poderiam ter pedido emprestado o Gugu, da Rede Record, ou a querida Kátia Fonseca, aqui na TV Gazeta. A “deusa” Luciana Gimenez, da RedeTV, ia bem, por certo. Aí, então, o programa seria mais dinâmico, com gente que sabe fazer Variedades com profissionalismo e decência.

Até a narração do Henzel e os comentários de Ruschel deu para engolir. Entendi como reverência, uma recompensa merecida para quem escapou da morte em uma queda de avião com 71 vítimas fatais. Mas quando o goleiro Folmann cantou uma música gospel, enquanto o pau comia no gramado, a vaca foi para o devido brejo. Sem falar da entrada da Dona Illaídes, mãe do falecido goleiro Danilo. A pobre senhora, visivelmente ainda abalada, nem sabia o que dizer.

Ou seja, uma salada mista e indigesta, mas uma belíssima média para a Fundação Roberto Marinho. Patrocinadores e outras tantas emissoras, somando com a renda do jogo, arrecadaram mais de 4 milhões de reais. Dinheiro será doado para famílias dos atletas mortos da Chapecoense. Pelo menos foi o prometido.

Tudo isso cairia melhor no “Fantástico, o show da vida”. E tenho dito!”

Ainda estou com a pulga atrás da orelha por causa da transmissão da Globo de Brasil x Colômbia, o tal jogo da amizade. Até agora não sei o que foi para o ar: uma partida de futebol, uma homenagem, um show de trapalhadas ou um culto religioso. O amigo Galvão Bueno fez omelete com sem ovos, porém com arroz, feijão, macarrão, pepino, abobrinha, queijo ralado, frango, filé mignon, pimenta do reino, gotas de malagueta e muita cebola, para jorrar um rio de lágrimas por todo Brasil. Deveriam ter chamado o cafona do Luciano Huck e aquela mulher dele, a insuportável Angélica. Poderiam ter pedido emprestado o Gugu, da Rede Record, ou a querida Kátia Fonseca, aqui na TV Gazeta. A “deusa” Luciana Gimenez, da RedeTV, ia bem, por certo. Aí, então, o programa seria mais dinâmico, com gente que sabe fazer Variedades com profissionalismo e decência. Até a narração do Henzel e os comentários de Ruschel deu para engolir. Entendi como reverência, uma recompensa merecida para quem escapou da morte em uma queda de avião com 71 vítimas fatais. Mas quando o goleiro Folmann cantou uma música gospel, enquanto o pau comia no gramado, a vaca foi para o devido brejo. Sem falar da entrada da Dona Illaídes, mãe do falecido goleiro Danilo. A pobre senhora, visivelmente ainda abalada, nem sabia o que dizer. Ou seja, uma salada mista e indigesta, mas uma belíssima média para a Fundação Roberto Marinho. Patrocinadores e outras tantas emissoras, somando com a renda do jogo, arrecadaram mais de 4 milhões de reais. Dinheiro será doado para famílias dos atletas mortos da Chapecoense. Pelo menos foi o prometido. Tudo isso cairia melhor no “Fantástico, o show da vida”. E tenho dito!

Uma foto publicada por Chico Lang (@lang_chico_real) em