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São Paulo: se defesa vai mal no Paulista, ataque produz bem e trio já marcou dez gols

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Jornalista desde 2012, com passagens pelos jornais ABCD Maior e Diário do Grande ABC, além do canal NET Cidade. Atualmente como repórter colaborador no site Torcedores.com.

Crédito: Crédito da foto: Rubens Chiri/saopaulofc.net

O São Paulo vive um dilema nesse Paulistão: enquanto a defesa vai mal e já levou 13 gols em seis jogos (a segunda pior do campeonato), o ataque produz exatamente ao contrário: marcou 17 (é a melhor da competição). Desses 17, dez foram do trio ofensivo, composto por Lucas Pratto, Chávez e Gilberto.

O argentino ex-atacante do Atlético-MG mal chegou ao Tricolor e tem três tentos anotados em duas partidas. Já o também “hermano”, mas que veste a camisa 9 do clube, tem duas bolas na rede no torneio estadual. Os outros cinco foram feitos por Gilberto, que vive grande fase com a camisa são-paulina.

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O que deixa o técnico Rogério Ceni com a “pulga atrás da orelha” é que Gibagol, na teoria, busca ser o reserva imediato de Pratto, que é o único atleta garantido entre os iniciais de Ceni. Atualmente, Gilberto briga pela vaga de suplente com Andrés Chávez. Porém, em entrevista, o artilheiro prefere não citar concorrência no setor.

“Não. Para ser bem sincero, não. Nós trabalhamos para ajudar o São Paulo e botamos na cabeça do treinador, que é o Rogério, uma dúvida. E ele toma a melhor opção para ele. E quem for jogar vai estar tentando fazer os gols para ajudar a equipe”, disse o ex-jogador do Vasco.

“De uma forma geral eu não tenho uma característica que posso dizer ‘olha, eu sou muito bom nisso daqui’, porque a gente tem que trabalhar e se um dia precisar jogar em uma outra posição, a gente vai jogar para poder ajudar o São Paulo. É ter espirito de grupo de companheirismo, e é isso que está tendo no São Paulo”, emendou Gibagol.