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Real Madrid: Sergio Ramos pode tornar treinador

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Colaborador do Torcedores

Crédito: Reprodução/ Facebook Oficial

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Na vitória contra o Osasuna, no último sábado, o zagueiro Sergio Ramos completou 500 partidas pelo Real Madrid. Para comemorar o feito, nesta segunda, 13, o jogador recebeu uma camisa do presidente do clube, Florentino Perez, com o número 500 e participou de uma live em sua página do Facebook, respondendo perguntas enviadas pelos fãs.

Metas alcançadas. “Obviamente que todos têm um sonho, um objetivo de quando somos crianças. Para mim sempre foi ser jogador de futebol e eu lutei, trabalhei muito e posso dizer que alcancei os meus sonhos. Estou muito orgulhoso disso”.

Gol favorito. “Não sei, tenho alguns bons e em momentos pontuais. Todos foram especiais para mim, são como meus filhos, não sei qual escolher. Mas acredito que o da La Décima, porque foi complicado ganhar a Champions e o ultimo minuto é especial”.

Camisa 93.  “O número 4 me dá sorte quase sempre, me acompanha desde a minha chegada no Real Madrid, mas não pense que eu não planejei em mudar pelo 93, em homenagem ao grande minuto”.

Identificação. “Acredito que o nosso DNA, nossa filosofia, nosso clube, a nossa história faça com que eu não me dê por vencido e me dedique ao Real Madrid. Precisamos estar conscientes do que este escudo precisa. Todo jogador que passa ou passou tem que representar e dar o máximo, suar a camisa até o final, como diz o emblema (Hasta la final)”.

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Protagonismo. “Todo jogador tem seu mérito, obviamente que o protagonismo quase sempre é do jogador de frente, que tem mais contato com o gol. O trabalho da equipe é importante, afinal é coletivo. Se ganha, todos ganham. Se perde, todos perdem. Só porque marca gol não quer dizer que é o mais importante. O gol é consequência do trabalho. Como zagueiro, meu foco e objetivo é dar equilíbrio, estabilidade e tranquilidade para os jogadores de frente”.

Títulos e comemoração. “É muita emoção. Sempre que ganhamos um título podemos desfrutar como todo madridismo, seja na praça de Cibeles ou nas ruas de Madri. É sempre um orgulho e uma maneira de compartilhar nosso triunfo com os torcedores e agradecer todo carinho e apoio que recebemos durante a temporada”.

Futuro como treinador. “Não sei. Na verdade ainda tenho alguns anos como jogador (do Real Madrid) e quero aproveitar minuto a minuto cada dia como se merece. Treinar sempre me chamou atenção, me agrada e me motiva. Mas terei tempo para pensar nisso quando eu terminar a minha carreira”.

Aposentadoria. “Quando me aposentar quero dedicar um pouco de tempo à minha família que sempre me acompanhou e entende a minha maneira de viver. O futebol me toma todo o tempo e não consigo dedicar o tempo que gostaria aos meus filhos, à minha mulher, aos meus pais e aos meus amigos”.

500 partidas. “Sinto muito orgulho. Não imaginava alcançar um número tão importante. Hoje eu posso desfrutar esse momento, mas isso me motiva e me lembra a continuar representando o maior clube do mundo”.

Se não fosse jogador. “Se eu não fosse jogador de futebol, eu teria escolhido outro esporte. O tênis sempre me chamou a atenção. Poderia estar disputando com Nadal”.

Rival mais difícil. “O futebol está a cada dia mais difícil e mais equilibrado. Portanto não sei dizer apenas um, acredito que são muitos. Talvez as partidas contra Bayern de Munique, Atlético de Madrid e Barcelona sejam mais duras, entretanto não sei escolher um”.

Partida contra o Napoli. “Teremos muita gana para encarar uma partida contra um grandíssimo rival, o Napoli, que também está em uma boa fase. Vamos tentar fazer um jogo sério, não tomar gol, para podermos ter a vantagem no jogo de volta”.

Vestiário merengue. “O vestiário tem um ambiente muito bom. Um clima muito saudável e isso é uma das chaves para o sucesso”.

Obrigações do capitão. “O maior desafio como capitão é representar o Real Madrid da melhor maneira possível estando a altura desse escudo. Acima de tudo dar o melhor de mim, estar sempre de cabeça erguida depois que você deu o seu melhor e saber que é exemplo para milhares de pessoas”.

Sonho de criança. “Sempre quis ser jogador do Sevilla, foi aonde fui criado, passei a minha infância. Queria crescer e melhorar e tinha em mente jogar no Real Madrid no futuro. Eu tinha isso muito claro desde pequeno. Sonhar é grátis”.

Jogador favorito. “Sempre gostei dos atacantes, como o Ronaldo e Claudio Caniggia. Também tenho como referência Paolo Maldini e Fernando Hierro”.

Temporada atual. ” Agora temos que focar na Champions, vamos ter um jogo difícil contra o Napoli. Também sabemos que a Champions é uma competição diferente que o madridismo vive. Vamos trabalhar para que seja uma boa temporada em todas as competições, da Chamipions a La Liga, no qual estamos em primeiro lugar e dependemos apenas de nós para conquistá-la”.