Jadson contesta Mundial do Palmeiras: “Não tem nada e ponto final”

Poucos assuntos relacionados ao futebol rendem tanta discussão quanto o título do Palmeiras na Copa Rio de 1951 ter ou não a validade de um título Mundial. Nesta quinta-feira, o assunto voltou à pauta jornalística após Roberto Frizzo, ex-vice de futebol alviverde, manifestar o desejo em colocar um símbolo da conquista no uniforme do time.

Rafael Alaby
Rafael Alaby é jornalista diplomado pela FIAM (Faculdades Integradas Alcântara Machado), com passagens pela Chefia de Reportagem de Esportes, da TV Bandeirantes, em São Paulo e site KiGOL. Pós-graduado em Jornalismo Esportivo e Negócios do Esporte (FMU)

Crédito: Foto: © Daniel Augusto Jr. / Ag. Corinthians

Em entrevista coletiva, o meia Jadson foi questionado sobre o título de 1951 e contestou o Mundial do arquirrival.

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“A Fifa mandou e falou que tem (o Mundial)? Mas não foi em 2000 que começou? O Corinthians para mim é bi e o Palmeiras para mim não tem nada. E ponto final”, sentenciou o camisa 77 corintiano.

Jadson ainda comentou sobre o fato de a FPF ter confirmado o Morumbi como palco dos dois jogos do São Paulo contra o Linense pelas quartas de final do Paulistão e viu o rival favorecido com a decisão.

“Não estava sabendo dessa decisão. Mas na minha opinião é claro que favorece o São Paulo. Jogar duas vezes num mata-mata em casa acaba favorecendo um pouco. A equipe conhece o gramado, são acostumados a jogar lá direto. Se for em uma decisão não tem o que fazer. Mas deveria ser para todos, para ter igualdade. Temos de pensar no nosso jogo ou no São Paulo, disse.

Na vitória sobre o Linense (3 a 1) na noite da última quarta-feira, na Arena, o meia fez o seu primeiro gol e deu a primeira assistência desde o seu retorno ao Corinthians.