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Nilton celebra boa fase no Japão e não descarta voltar ao Brasil

Durante entrevista para o site “UOL Esporte“, o volante Nilton celebrou o bom momento no Vissel Kobe e também apontou quais foram os fatores importantes para a sua adaptação no futebol japonês. Para o camisa 7, não houve nenhum problema para a sua família e explicou que estão fluindo da melhor maneira possível.

Redação Torcedores
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Crédito: Foto: Divulgação/Site Oficial do Vissel Kobe

“A minha família não teve tanto problema na base de adaptação, até porque vim um pouco antes e deixei tudo engatilhado, moradia, automóvel, escola. Como tenho uma filha de cinco e um menino de dois anos, é uma experiência nova para eles. Minha filha já aprendeu algumas coisas em japonês e eu quebrando aqui. A minha esposa conseguiu se adaptar, porque tem alguns brasileiros também A ilha que a gente mora tem bastante imigrante. A gente conseguiu se adaptar o mais rápido possível, até porque tem o Leandro aqui e o Wescley acabou de chegar. Isso nos ajuda a não ficar tão excluídos.A minha esposa não tem nenhuma dificuldade na base de entender e se locomover. As coisas estão fluindo da melhor maneira possível, até melhor que esperávamos. Tem tudo para dar certo essa primeira saída do país”, diz.

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Antes de voltar ao Brasil para encerrar sua carreira, o volante Nilton quer prorrogar seu contrato com o Vissel Kobe e colocar seu nome na história do clube japonês. O jogador quer dar um título de presente ao seu time, antes de pensar numa volta ao futebol brasileiro e atuar em uma grande equipe nos próximos anos.

“Tenho 29 anos, faço 30 no mês que vem. Claro que penso em voltar a jogar no Brasil, pude passar por clubes grandes, com grande respeito até no futebol mundial. Quem não quer voltar e encerrar em um clube que ajudou no Brasil? Pude sair por todos os clubes pela porta da frente. Então, espero, primeiro, exercer minha função. Pretendo renovar para poder ficar alguns anos no Japão, porque acabei amando esse país e o povo japonês. Tenho tudo para marcar história no clube. Quero deixar títulos, boas impressões e o meu nome cravado na história. Por se tratar da minha primeira saída, seria ótimo dar um título para um clube que ainda não ganhou um grande campeonato A gente não fala nunca que vai voltar, mas quem sabe amanhã posso voltar para o Brasil e encerrar minha carreira em um clube grande pelo qual já passei”, completou.