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Com passagens nos quatro grandes do Rio, Abel explica sua identificação maior com o Flu

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Radialista, Jornalista com passagens como correspondente pelo site italiano CalcioNews24.com e pelo Arena Rubro-Negra. Atualmente setorista do Fluminense e Futebol Sul-Americano no Torcedores.com

Abel Braga

Crédito: Foto: Nelson Perez/Fluminense FC

Durante entrevista ao site “UOL Esporte“, o técnico Abel Braga falou sobre a sua passagem pelos outros times do Rio de Janeiro e deixou claro em qual equipe tem mais identificação por conta dos títulos conquistados. Mesmo com passagem por outros clubes, o comandante deixou claro que gosta mais do Fluminense.

“Já tinham me falado que estou perto de ser o segundo técnico com mais jogos pelo Fluminense. Espero cumprir meu contrato. Se cumprir, bato isso de longe. A média é de 60 jogos por ano. Isso eu quebro no Brasileiro. É uma marca legal. A identificação com o Fluminense é muito grande. É muito bom adquirir uma identidade com um clube. Já trabalhei nos quatro grandes do Rio. Não joguei no Flamengo, mas treinei os quatro. A identificação com o Fluminense é maior”, diz.

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Abel Braga também contou que recebeu uma proposta indecente para atuar em Portugal, mas lembra quando detalhes do ocorrido e lembrou porque não deu certo sua ida para Europa. O treinador também contou que acabou não se motivando com a oferta portuguesa:

“Quando cheguei ao Famalicão tinha um jogo marcado contra o Freamunde. Nós nos preparamos para o jogo, eu fiz a palestra e mostrei o vídeo. Aí, antes de começar, o presidente me chamou: “Nós não podemos ganhar o jogo, temos que empatar. Nós combinamos, temos que empatar”. Eu respondi: “Não vou falar isso para os meus jogadores, você fala com eles”. Ele foi lá e falou. Fomos para o jogo e os adversários logo perderam um gol. Mas dava para ver que estavam tentando. Aí eu gritei para os meus jogadores: “O negócio é à vera. Essa história é mentira. Vamos para dentro deles”. Por incrível que pareça, o jogo acabou empatado. Eu me vi tão transtornado que não fiquei nem no banco. Fiquei perto do delegado do jogo. Ele disse que eu não podia ficar ali e eu falei que estavam atirando areia no banco. Foi a pior coisa que aconteceu”, concluiu.