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Com autorização da Crefisa, Palmeiras usa dinheiro da venda de Vitor Hugo em Juninho

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Colaborador do Torcedores

Palmeiras

O Palmeiras irá concluir a compra do zagueiro Juninho com o dinheiro dos seus próprios cofres, mas a sua parceira, Crefisa, tem importante papel na negociação. A patrocinadora do clube ajudou de forma ‘indireta’ o clube paulista ao abrir mão de sua parte na venda de Vitor Hugo e autorizou que o Verdão use esse valor para pagar os R$ 10 milhões pelo novo reforço.

De acordo com o Lance!, o acordo funcionará da seguinte maneira: a Crefisa abriu mão dos 1,5 milhões de euros que receberia na venda de Vitor Hugo (a Fiorentina pagará 8 milhões de euros ao Palmeiras) e permitiu que o clube usasse esse dinheiro para concluir a negociação de Juninho que foi comprado por 3 milhões de euros, ou seja, a patrocinadora deu metade do valor final ao clube.

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Na venda de Vitor Hugo, o Palmeiras ficará com um pouco mais de 50% do valor final, de 8 milhões de euros (R$ 27 milhões). Enquanto os paulistas vão embolsar 4,5 milhões de euros, o Tombense-MG, que tinha metade dos diretos do zagueiro, ficará com 3,5 milhões de euros. A Crefisa deve recuperar o valor ‘emprestado’ ao Verdão em uma futura venda de Juninho.

Substituto de Vitor Hugo

Vindo do Coritiba, Juninho assinou contrato com o Palmeiras até abril de 2022. O zagueiro de 22 anos se destacou no clube do Paraná em 2016, sendo um dos melhores defensores do Campeonato Brasileiro e chamando a atenção do Verdão. Na sua chegada, ele afirmou que consegue fazer mais de uma posição.

“Jogador hoje em dia precisa fazer mais de uma função. Ano passado, fiz a lateral esquerda pelo Coritiba e, se o professor Cuca precisar, estou à disposição. Isso aumenta minha competitividade”, disse.