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“Noite negra” de brasileiros na Libertadores completa seis anos; relembre

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Colaborador do Torcedores

Crédito: Crédito da Foto: Divulgação/Conmebol

Todo torcedor teme que seu time seja eliminado na Copa Libertadores da América, considerado por muitos como o principal torneio disputado por times de toda a América do Sul. No entanto, há exatos seis anos, em 4 de maio de 2011, quatro torcidas do Brasil sentiram o gosto amargo de caírem na competição continental, em fatídico dia que ficou conhecido como “Noche Negra”, a “Noite Negra”.

Naquela ocasião, Grêmio, Fluminense, Cruzeiro e Internacional foram eliminados todos no mesmo dia, exatamente nas oitavas de final, diante de Universidad Católica, do Chile; Libertad, do Paraguai; Once Caldas, da Colômbia; e Peñarol, do Uruguai, respectivamente.

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Por coincidência ou não, o Santos foi a única equipe brasileira remanescente na Copa Libertadores e ele havia entrado em campo um dia antes, na terça-feira (03), quando eliminou o América, no México, ao empatar sem gols graças à vitória por 1×0 na ida. Depois, os santistas ainda despachariam Once Caldas e Cerro Porteño antes de triunfarem sobre o Peñarol na decisão e levar o tricampeonato.

Relembre as eliminações da “Noche Negra” brasileira na Libertadores:

Universidad Católica 1×0 Grêmio

O Grêmio entrou em situação bastante complicada no estádio San Carlos de Apoquindo, em Santiago, pois já havia perdido a primeira partida disputada no antigo estádio Olímpico por 2×1, curiosamente com dois gols de Lucas Pratto, atualmente no São Paulo. Em terras chilenas, os donos da casa voltaram a triunfar com tento nos minutos finais feito por Mirosevic e despacharam os comandados de Renato Gaúcho, que não contou com sete titulares.

Internacional 1×2 Peñarol

O Colorado tinha uma situação relativamente boa pelo fato de ter conseguido arrancar empate por 1×1 em Montevidéu, em noite com gol de Leandro Damião. Tudo parecia bem quando Oscar marcou e encaminhou a vaga, porém o Peñarol, comandado por Diego Aguirre, buscou virada improvável ao balançar as redes com Juan Oliveira e Martinuccio, ex-Chapecoense.

Libertad 3×0 Fluminense

Se a situação do Inter era boa, imagina do Fluminense que aplicou 3×1 no jogo de ida, no Rio de Janeiro, com gols de Marquinho, Conca e Rafael Moura. No entanto, de maneira quase inexplicável, o então badalado campeão brasileiro sofreu um 3×0 e foi despachado no estádio Defensores del Chaco, em Assunção, graças aos tentos anotados por Samudio, Rodrigo Rojas e José Nuñez.

Cruzeiro 0x2 Once Caldas

O Cruzeiro vinha “voando”, com campanha irretocável, 16 pontos na primeira fase e a melhor campanha. Além disso, tinha vantagem do jogo de ida, na Colômbia, onde venceu por 2×1, gols de Wallyson e Ortigoza, ou seja, até mesmo uma derrota por 1×0 classificava os brasileiros. Só que, de maneira irreconhecível em Minas Gerais, os donos da casa perderam por 2×0 com tentos de Amaya e Moreno e foram eliminados, em jogo marcado pela expulsão do então técnico Cuca e do meia Roger.