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The Strongest x Santos: Notas do jogadores

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Adair Dias, o Zadá, é engenheiro, fanático por esportes. Quando não está trabalhando ou cuidando das filhas, certamente está fazendo algo relacionado com eles.

Crédito: Twitter @clubstrongest

The Strongest x Santos e Santos fizeram um jogo emocionante. Com um a menos o Santos conseguiu suportar a pressão e ainda arrancar um empate que parecia improvável. Muito difícil avaliar mas confira as notas dos jogadores:

Vanderlei: Saiu atabalhoado no lance do gol e cometeu um pênalti. Salvou uma bola apenas e rebateu algumas de forma perigosa. Não foi de suas melhores exibições. Nota 4

Vitor Ferraz Brioso, com garra e voluntarioso. Até bateu boca e se bobear falou palavrão. Parecia que o coisa-ruim havia encarnado no religioso menino. Gostamos de ver. Nota 7

Cleber Reis: Parecia o Rambo, no Rambo 4. Começou meio sem jeito e sem ritmo depois saiu destruindo tudo. Um dos melhores em campo e tinha gente cornetando. Nota 8

Lucio Veríssimo: Ainda bem que é mão de alface senão iria deixar o Santos com 9 em campo. Na defesa deu umas engrossadas mas não complicou. Nota 5

Copete: Improvisado fez mais que seus antecessores no ano. Não pode apoiar depois da expulsão mas deu conta do recado. Nota 7

Leandro Donizete: As vezes parecia um tiozinho em campo, errando quase tudo, mas rachou uma bola no final que deu gosto de ver. Não fica no vermelho só por este lance. Nota 5

Renato: Mais sumido do que orelha de freira. Não contribui nem no ataque nem na zaga. Longe de ser o Renato de 2016. Nota 4.

Lucas Lima: Tomou uma entrada que se descontrolou e beirou a expulsão. Mas foi participativo e tentava sair jogando. Decisivo no lance do gol. Nota 7.

Bruno Henrique: Atacante tem que gostar de fazer gol. Preferiu a assistência do que tentar marcar. Exagerou na reclamação e tomou amarelo. Foi imprudente ao entrar no lance da expulsão por mais injusto que tenha sido. Nota: Zero

Vladimir Hernandes: Correu, correu, correu, mas acabou o gás. Sofreu o penalti. Se atrapalhou algumas vezes e no geral não criou muita coisa. Nota 6.

Vitor Bueno:
Como um gol muda tudo. Picado pelo mesmo mosquito que picou o Felipe Anderson deu sono de ver sua participação no primeiro tempo. No segundo estava um pouco melhor, mas não suficiente para não ser cornetado. Depois do gol, nunca critiquei! Nota 6.

Substituições, sem notas, mas não sem cornetar:

Citadini:
Participou pouco, sem destaque.
Kaike: Não fez absolutamente nada. Foi tão útil quando o Vladimir na barreira.
Jean Mota: Só lembro de ter xingado ele numa saída de bola, mas mal pegou na bola.