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De olho no Barcelona-EQU, Cuca avalia possibilidade de poupar time contra o Avaí

De olho no Barcelona de Guayaquil, o técnico Cuca Cuca avaliou a possibilidade de poupar time para o duelo diante do Avaí pela Série A do Campeonato Brasileiro, no Allianz Parque. Durante a coletiva de imprensa, o treinador quer avaliar a condição de seus jogadores antes de esboçar a escalação do time para o próximo final de semana.

Redação Torcedores
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Crédito: César Greco / Ag.Palmeiras / Divulgação

Esses caras tem que recuperar do jogo para jogar sábado. O Avaí não jogou, é uma condição que temos que analisar junto com a fisiologia para fazer um jogo bom e vencer. Depois temos tempo para treinar e elaborar a equipe. Já falei que vou tirar grande parte dela nos jogos do Botafogo e Atlético para preparar par o dia 9. Eu quero treinar três, quatro, cinco treinos em cima do adversário. E isso já está preparado“, diz.

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Questionado sobre as mudanças, Cuca dá seu ponto de vista: “Acho que reagiram bem as mudanças hoje. Foi tudo elaborado. Um jogo desse porte não vai ganhar a classificação no primeiro minuto. Faltou ficarmos com a bola, quando a gente tava na frente. A gente quis valorizar o resultado jogando ela pra longe. Eu não posso analisar pelo lado do gol que tomei. Acho que as trocas foram encaixando, jogando o time para frente. Acho que o Palmeiras não tá jogando mal, tá jogando relativamente bem. Cada jogo é uma história. Hoje foi um jogo duro. Foi um jogo muito igual, ainda que os goleiros não tenham trabalhado muito na partida“, completou.

Cuca se posicionou sobre a arbitragem: “Você falar de cabeça quente em cima da jogo é ruim. Mas tem lances assim do jogo, que você sente que o jogo pode fluir mais. Quando você ta ganhando o jogo, ele tem uma velocidade monstra. Outro dia troquei um jogador, ele saiu pelo ladinho que tava. Hoje tem que quase pedir pelo amor de Deus pra ele sair de campo. Isso vai tirando a serenidade do jogador. O gandula que não repõem a bola, o quarto árbitro que deixa acontecer. As faltinhas quase todas pra um lado. A gente pensa né, essa pressão que fazem nesse semana. Os árbitros olham, são seres humanos, quando vem aquele grito de 40 mil, já vão junto no embalo. Mas quando tiver 40 mil na arena faz igual, que aí a gente não reclama de nada”, concluiu.