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Dona da Crefisa não pôde emprestar avião para Guerra e desabafa: “Burocracia inacreditável”

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Esportista de hobby, mas jornalista de profissão. Trabalhou como repórter do O Estado de S. Paulo, Revista TÊNIS. Tênis Virtual e CurtaTÊNIS em coberturas nacionais e internacionais de grandes eventos.

Leila Pereira

Crédito: Foto: Cesar Greco/Ag.Palmeiras

O meia Alejandro Guerra viveu uma situação tensa nesta quarta-feira ao saber que seu filho, Assael, foi internado em um hospital de São Paulo após se afogar na piscina de sua casa durante a festa de aniversário de sua esposa. Titular contra o Barcelona, o camisa 18 do Palmeiras foi liberado pelo clube a retornar ao Brasil, porém a questão era o horário e o tipo de voo – direto ou com escala.

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Presidente da Crefisa, Leila Pereira chegou a Guayaquil junto do marido José Roberto Lamacchia horas antes da partida e até ofereceu o transporte para Guerra. O problema é que, pelas normas de aviação do Equador, o jogador precisaria de uma autorização que demora 72 horas.

Nas redes sociais, Leila explicou o ocorrido para seus seguidores e lamentou não poder ajudar Guerra por questões burocráticas. Por outro lado, a empresária tranquilizou os torcedores ao avisar de que o meia conseguiu um voo de carreira (com escala) para São Paulo.

Veja o recado de Leila:

O voo de Guerra deixou Guayaquil às 18h locais (20h no horário de Brasília) e deve chegar à capital paulista de madrugada – a expectativa é que, como haverá escala, a viagem durará entre 8 e 11 horas.

O filho do meia sofreu acidente em uma piscina de sua residência, em Barueri, e foi encaminhado ao hospital Albert Einstein, em São Paulo.